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Empregados domésticos conquistam direito e se equiparam às categorias formais

Projeto aprovado em comissão amplia seguro-desemprego, mas ainda precisa avançar na Câmara

Por Sofia Volpi
13/05/2026
Em Geral
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Foto: Pexels

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A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 101/25, que equipara os critérios do seguro-desemprego dos empregados domésticos aos aplicados às demais categorias com carteira assinada. 

A proposta, no entanto, ainda não virou lei e precisa seguir a tramitação no Congresso Nacional.

O que muda na proposta

Hoje, a Lei Complementar 150/2015 garante ao empregado doméstico dispensado sem justa causa o direito ao seguro-desemprego no valor de um salário mínimo por até três meses, de forma contínua ou alternada. O projeto aprovado na comissão busca mudar essa regra.

Pelo texto, trabalhadores domésticos poderiam receber até cinco parcelas, conforme critérios semelhantes aos usados para outros empregados formais. 

Além disso, o valor deixaria de ficar limitado automaticamente a um salário mínimo e passaria a considerar a média salarial, conforme informou a Câmara dos Deputados.

Categoria historicamente diferente

A mudança mira uma diferença ainda existente entre empregados domésticos e outras categorias. 

Desde a chamada PEC das Domésticas e a regulamentação posterior, a categoria passou a ter acesso a direitos como Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), adicional noturno, jornada definida e proteção contra dispensa sem justa causa.

No entanto, o seguro-desemprego manteve regra própria, com limite menor de parcelas e valor fixado em um salário mínimo. Por isso, a proposta tenta aproximar a proteção dos domésticos do modelo aplicado aos demais trabalhadores formais.

Próximos passos

Apesar da aprovação na Comissão de Trabalho, o texto ainda precisa passar por outras etapas na Câmara. Depois, se aprovado, seguirá para o Senado. Somente após aprovação nas duas Casas e sanção presidencial a mudança terá validade.

Assim, o direito ainda não pode ser aplicado de forma imediata. A aprovação em comissão representa avanço na tramitação, mas empregados domésticos continuam sujeitos à regra atual até que o projeto se transforme em lei.

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Sofia Volpi

Sofia Volpi

Comunicadora, jornalista em formação. Apaixonada por esportes e cultura, colunista.

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