Mesmo tendo apenas 54 anos de idade, o empresário Elon Musk não apenas já se consolidou como o homem mais rico do mundo, como está chegando perto de se tornar o primeiro trilionário da história.
De acordo com a revista Forbes, o patrimônio atual do dono de empresas como a Tesla e a SpaceX está avaliado em cerca de US$ 671,5 bilhões, ultrapassando assim o Produto Interno Bruto (PIB) de 10 dos 12 países da América do Sul.
Por conta disso, entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU) afirmam que Musk seria capaz de erradicar a fome no mundo e, ainda assim, conseguir manter uma grande parte de sua fortuna praticamente intacta.
Isso porque, em entrevista ao portal CNN, o diretor do Programa Mundial de Alimentos da ONU, David Beasley, assegurou que um investimento de US$ 6,6 bilhões seria suficiente para cumprir o objetivo. Em resposta, Musk sugeriu um desafio.
Através de seu perfil no X, o empresário afirmou que venderia ações da Tesla e doaria o valor se a ONU conseguisse detalhar exatamente como seu dinheiro seria gasto. E vale destacar que o desafio foi aceito.
O plano da ONU para o investimento de Elon Musk
Ainda em 2021, Beasley publicou em suas redes sociais um “sumário executivo” de como o dinheiro investido por Elon Musk seria capaz de alimentar mais de 40 milhões de pessoas em pelo menos 43 países onde a miséria chegou a níveis alarmantes.
No documento, o diretor do PMA propõe dedicar US$ 3,5 bilhões para comprar e entregar alimentos diretamente e US$ 2 bilhões “em dinheiro e vales-alimentação (incluindo taxas de transação) em locais onde os mercados podem funcionar” (via CNN).
Já os US$ 1,1 bilhão restantes seriam suficientes para gerenciar novos programas alimentares, que garantiriam o direcionamento da assistência para os mais vulneráveis, e para coordenar a cadeia de suprimentos, organizando as operações.
Apesar disso, mesmo quase cinco anos após a apresentação do plano, Musk ainda não se pronunciou. Com isso, não há informações se ele ainda pretende cumprir o desafio que ele mesmo propôs.




