Uma elevação que aconteceu em termos de calor marinho, que chegou perto de aniquilar uma espécie especificamente no Oceano Pacífico, pode ter retornado, de acordo com cientistas.
O fenômeno a que se refere é denominado “Blob”, que exterminou milhões de airos-comuns durante o período de 2014 a 2016. Além disso, ainda chegou a atingir o Pacífico.
A preocupação é justamente pelo fato de que essa questão pode ter seu retorno e ainda se apresentar em maiores proporções.
O alerta para o perigo
O fenômeno pode se configurar como uma continuação de uma bolha de calor. Em termos de extensão, aproxima-se de 8.000 quilômetros, passando pelos Estados Unidos e chegando até o Japão. Impactando o sistema marinho, a elevação pode fazer com que muitos animais morram.
Indicativos vindos do Copernicus, que atua quanto à meteorologia e que faz parte da União Europeia, disseram que houve uma constatação de 20,82 °C, principalmente no que se refere a agosto de 2025. Com isso, ficou na terceira colocação do mês, se comparado ao final do século XIX. Indo além, ficou por pouco abaixo de outro levantamento que foi feito em 2023, 0,16 °C.
Se alastrando por espaços maiores, envolve muitos quilômetros, passando pela costa oeste dos EUA e se dirigindo até o Japão, segundo a CNN. No ano de 2014, a situação se constatou em aproximadamente 1.600 quilômetros, partindo do Mar de Bering e se encaminhando ao Golfo do Alasca.
Relatando, o Serviço Nacional de Parques dos Estados Unidos comentou que tudo acontece diante de: “temperaturas do ar mais quentes, mudanças nos padrões de velocidade, direção e duração do vento e a massa persistente de água mais quente ao longo do equador conhecida como ENSO”.
Ainda sobre 2014, a elevação foi determinada como exterminação de maior alcance, impactando muitos de uma espécie, principalmente nos tempos atuais. Já em 2015, o sistema alimentar de outros foi atingido, sendo que todos eles ficaram sem ter o que comer. Com fraqueza, alguns não conseguiam se reproduzir. Ao todo, 62 mil morreram somente em um ano e 4 milhões diante da bolha.




