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Ciência revela avanços para “editar o cérebro” e tratar doenças

Por João Carlos Gomes
20/08/2025
Em Geral
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Foto: Robina Weermeijer/Unsplash

Foto: Robina Weermeijer/Unsplash

É possível que a própria estrutura do cérebro contenha elementos capazes de curar doenças que o afetam, como Parkinson e o acidente vascular cerebral (AVC). Pelo menos, é o que aponta um estudo recente, conduzido por pesquisadores brasileiros.

Publicada na revista científica Neuroimage, a pesquisa reuniu neurocientistas do Instituto IDOR de Ensino e Pesquisa e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que analisaram a possibilidade de “editar” o cérebro para recuperar sua robustez.

Afinal, algumas doenças, como as citadas anteriormente, alteram totalmente o funcionamento do órgão. Contudo, com o apoio de uma ferramenta chamada neurofeedback, foi possível obter resultados promissores.

De acordo com os especialistas envolvidos no estudo, em menos de uma hora, o método utilizado conseguiu induzir mudanças significativas no cérebro, fazendo-o voltar a funcionar de maneira correta.

Treinamento do cérebro: como foi conduzido o estudo?

Para alcançar os resultados, 36 voluntários foram submetidos a exames de ressonância magnética, mas apenas 19 deles receberam o neurofeedback. Já os demais foram expostos a uma espécie de placebo.

Ao analisar a arquitetura cerebral dos voluntários, os pesquisadores verificaram que o corpo caloso, que funciona como a principal conexão entre os lados esquerdo e direito do cérebro, apresentou mais robustez entre os 19 selecionados.

Além disso, a comunicação funcional entre essas áreas parece ter aumentado, o que levou os cientistas a considerarem os resultados inegavelmente positivos.

Próximos passos do tratamento

Embora ainda faltem muitas etapas para que o neurofeedback se torne um tratamento definitivo, o sucesso dos testes mais recentes ao menos revelam seu potencial.

Por isso, para refinar ainda mais os resultados, os cientistas esperam descobrir se pessoas com problemas neurológicos podem realmente se beneficiar do método para se recuperarem dos danos no cérebro.

A expectativa é de que a “edição cerebral” seja capaz de reduzir os sintomas, e assim se consolidar como uma nova possibilidade de tratamento.

João Carlos Gomes

João Carlos Gomes

Jornalista, criador de conteúdo e músico independente nas horas vagas.

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Reprodução: Freepik

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