O uso de patinetes elétricos vem ganhando espaço na mobilidade urbana da cidade do Rio de Janeiro.
De acordo com dados divulgados pela prefeitura, mais de 3 milhões de viagens já foram realizadas com esse tipo de veículo na capital carioca, o que levou o município a estabelecer regras para organizar a circulação e aumentar a segurança no trânsito.
A regulamentação define onde os equipamentos podem circular, limites de velocidade e outras normas para usuários e empresas que operam o serviço.
Onde os patinetes podem circular?
Pelas novas regras municipais, os patinetes elétricos poderão circular em ciclovias, ciclofaixas e em ruas com limite de velocidade de até 40 km/h.
A circulação em calçadas é proibida, exceto em áreas compartilhadas com pedestres, onde os usuários devem respeitar velocidades reduzidas e regras de convivência.
Idade mínima e limites de velocidade
Entre as determinações está a exigência de idade mínima de 18 anos para utilizar os patinetes elétricos.
Os equipamentos também terão limites de velocidade definidos. Em vias comuns, a velocidade máxima é de até 20 km/h, enquanto usuários iniciantes podem ter velocidade reduzida, chegando a cerca de 12 km/h nos primeiros usos.
Em locais com grande circulação de pedestres, como parques ou áreas de lazer, o limite pode cair para 6 km/h.
Estacionamento e fiscalização
Outro ponto da regulamentação envolve o estacionamento dos equipamentos. Os patinetes devem ser deixados em locais autorizados ou em áreas que não atrapalhem a circulação de pedestres, como calçadas mais largas.
As empresas responsáveis pelo serviço também terão obrigações, como garantir o posicionamento correto dos equipamentos e recolher unidades mal estacionadas em um prazo determinado. Caso descumpram as regras, podem sofrer penalidades e até ter os patinetes apreendidos.
Crescimento da micromobilidade
O aumento de viagens mostra que os patinetes elétricos estão se consolidando como alternativa de deslocamento rápido em trajetos curtos, especialmente em áreas com grande fluxo turístico e comercial da cidade.
Com a regulamentação, a prefeitura busca integrar esse tipo de transporte ao sistema urbano de mobilidade, garantindo mais segurança para usuários, pedestres e demais veículos nas ruas do Rio.




