Nos dias atuais, se desvencilhar do celular se tornou uma tarefa praticamente impossível para muitas pessoas, chegando ao ponto de algumas nem mesmo conseguirem dormir sem o aparelho por perto.
Contudo, conforme constatado por diversos estudos, a prática pode estar associada ao desenvolvimento de diversos problemas, sejam eles psicológicos, como ansiedade e depressão, ou físicos, como doenças cardiovasculares.
Isso porque, de acordo com especialistas, a luz azul emitida pelos celulares por si só pode aumentar o risco de insônia por conta da supressão da melatonina, que é o hormônio que regula o sono. E estes efeitos são amplificados por conta de recursos estimulantes, como as notificações de redes sociais.
Como consequência, o tempo total de descanso é comprometido, prejudicando assim a recuperação corporal que é essencial não apenas para garantir mais saúde e bem-estar, mas também para prevenir males como os citados.
Riscos físicos: outros perigos do uso do celular na hora de dormir
Vale destacar que, além de comprometer o descanso, o uso do celular próximo à hora de dormir também apresenta riscos ao ambiente, principalmente por conta do potencial de superaquecimento do aparelho.
Quando deixado sob os travesseiros, sobretudo conectado à tomada, o calor da bateria não consegue se dissipar. E a presença de tecidos inflamáveis ao redor podem acabar aumentando o risco de um pequeno superaquecimento evoluir para um princípio de incêndio.
Recomendações: como evitar os riscos do celular antes de dormir
Apesar da dependência do celular, é essencial respeitar o horário de descanso para assegurar a recuperação do organismo. E para potencializar esse processo, é fundamental adotar as seguintes medidas:
- Limitar o tempo de tela, evitando o uso do celular pelo menos 30 a 60 minutos antes de dormir;
- Se necessário (e possível), desligar o aparelho antes de deitar para evitar incômodos;
- Manter o celular afastado da cama e, preferencialmente, em um local ventilado para prevenir riscos de superaquecimento.




