A Apple anunciou na última quarta-feira (12) o lançamento de um recurso que transforma o iPhone e o Apple Watch em documentos de identidade digital.
Este avanço tecnológico, disponível exclusivamente nos Estados Unidos, para cidadãos norte-americanos com passaporte, promete agilizar a comprovação de identidade em momentos como em voos domésticos nos EUA.
Focando na segurança e privacidade, a novidade já está operacional e promete integrar ainda mais a identidade pessoal com a tecnologia.
Como funciona o passaporte digital no iPhone?
O novo recurso de Identidade Digital é configurado diretamente dentro do app Wallet do iPhone.
Para começar, o usuário deve abrir o aplicativo, tocar no botão de adicionar e escolher a opção correspondente à Identidade Digital. Em seguida, é necessário escanear o chip do passaporte americano e tirar uma selfie, acompanhada de movimentos faciais, para completar a verificação.
Este processo rápido utiliza alta criptografia para manter os dados seguros, conforme garantido pela Apple. A empresa se compromete a não acessar os dados armazenados ou o histórico de uso do documento.
O usuário mantém o controle sobre quais informações deseja divulgar ao usar o recurso, ativando a função por meio do Face ID ou Touch ID.
Vantagens da Identidade Digital
Este sistema vem facilitar a vida dos viajantes dentro dos Estados Unidos. Atualmente, o documento digital pode ser apresentado em postos de controle da TSA em mais de 250 aeroportos sem a necessidade do documento físico.
Assim, elimina a dependência do passaporte físico em viagens domésticas, embora ele continue sendo necessário para viagens internacionais. Além do uso em aeroportos, o passaporte digital pode ser empregado em sites e aplicativos para verificação de idade.
Segurança e expansão futura
O sistema destaca-se pela segurança avançada, assegurando que o acesso aos dados fique restrito ao proprietário do dispositivo. Todos os dados são criptografados e armazenados localmente no dispositivo, protegidos contra acessos não autorizados.
A funcionalidade, por enquanto, abrange apenas cidadãos norte-americanos, mas há uma expectativa contínua de expansão para outras formas de documentos e potencialmente novas regiões.




