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A morte não é o fim: o que a física diz sobre o processo de morrer

Físicos apontam que apesar do corpo morrer, o que compõe o ser vivo continua a existir

Por Júlio Nesi
26/03/2026
Em Geral
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Reprodução: Unsplash / Kenny Orr

Reprodução: Unsplash / Kenny Orr

A ciência busca explicar muitos aspectos da natureza e da nossa vida e um desses aspectos é um fato que coloca medo no coração de muitos humanos: a morte. Físicos que vêm estudando o que acontece na morte e depois dela apontam que o falecimento do corpo não significa o “fim”. Mas sim uma espécie de “reorganização”.

De acordo com o físico norte-americano Richard Feynman, tudo no universo é composto por átomos. Essas partículas são a base de tudo e obedecem às leis da física. Átomos não desaparecem e quando um ser vivo falece, os átomos que compõem o corpo continuam lá.

O cientista destaca que isso muda a perspectiva de “apagamento” da pessoa que morreu. Algo acaba, mas não da forma que as pessoas veem.

De acordo com o norte-americano, o corpo humano não é um objeto sólido e sim um “processo”. Feynman diz que os átomos estão saindo e entrando do nosso corpo com respiração e alimentação, e a morte seria mais uma parte desse processo.

O cientista aponta que coisas como nossas memórias, hábitos e até a personalidade não dependem da presença de certos átomos, mas sim de como eles estão organizados. Logo, somos o que ele chama de “dança”, os “dançarinos” (átomos) entram e saem, mas a coreografia (o ser vivo) continua existindo.

O que continua, o que para e o que muda

A ciência explica que a morte causa uma reação em cadeia na natureza. Quando um ser vivo morre, os átomos de seu corpo não desaparecem e se transformam em coisas novas, indo para o solo, água ou para outros seres vivos que se alimentem do cadáver.

A ciência também explica que o que mantém a vida é o fluxo constante de energia no corpo, quando essa troca para, um corpo vivo também para de funcionar. A morte vista pela ciência é um processo que se desfez e causa uma “reorganização” dentro do organismo.

O que para é o funcionamento do corpo, mas nada do indivíduo que faleceu deixa de existir e continua na natureza, ainda existindo no ciclo.

Feynman destaca que os seres humanos são “aglomerados de átomos capazes de pensamento racional”. Quando alguém falece, esse padrão dissolve e a energia se dispersa para ser reutilizada em outros lugares, criando novas formações das partículas e novos indivíduos.

 

 

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Tags: ÁtomosBiologiaciênciaenergiaExistênciafísicamorteRichard FeynmanVIDA
Júlio Nesi

Júlio Nesi

Jornalista alagoano formado pela UFAL, já atuei em produção de conteúdo digital para portais, rádio e redes sociais.

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