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A atitude inesperada de mergulhadora que salvou a sua vida

A estudante era a única que não precisava mergulhar naquele dia e a decisão a tornou a única sobrevivente de uma tragédia

Por Júlio Nesi
18/05/2026
Em Geral
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As Maldivas, região do acidente.

Foto: Fabio Di Lupo / Flickr

As Maldivas, região do acidente. Foto: Fabio Di Lupo / Flickr

Uma estudante da Universidade de Gênova, na Itália, escapou de uma tragédia após desistir, minutos antes, de um mergulho com colegas nas Maldivas. A estudante foi a única sobrevivente de um grupo de seis pessoas.

O jornal italiano La Repubblica divulgou a informação. A identidade da mulher não foi revelada, e as razões da desistência de última hora também permanecem desconhecidas. Por ter presenciado a saída do grupo, ela é considerada uma “testemunha-chave” para reconstruir o ocorrido.

O que se sabe sobre o incidente?

O grupo de mergulhadores partiu a bordo do iate Duke of York com destino ao Atol de Vaavu, próximo à ilha de Alimatha. O objetivo era explorar cavernas subaquáticas a 50 metros de profundidade. Um dos corpos foi encontrado em uma caverna de difícil acesso, que se estende até 60 metros abaixo da superfície.

Entre as vítimas estavam quatro pessoas ligadas à Universidade de Gênova e um instrutor de mergulho:

Monica Montefalcone, professora e pesquisadora de biologia marinha; Giorgia Sommacal, estudante universitária e filha de Monica; Muriel Oddenino, pesquisadora de biologia marinha; Federico Gualtieri, cientista marinho e graduado em biologia; e Gianluca Benedetti, instrutor de mergulho e gerente de operações da embarcação.

Além das pessoas que estavam no grupo, um mergulhador da equipe de resgate, identificado como Mahdi, morreu durante as operações de busca. As autoridades locais classificaram o episódio como o pior acidente de mergulho já registrado nas Maldivas.

Investigações e possíveis causas

As autoridades investigam várias hipóteses para o acidente. A principal suspeita é a toxicidade do oxigênio (hiperóxia), condição que pode ocorrer em grandes profundidades quando a pressão parcial do oxigênio se torna letal. Especialistas, como o pneumologista Claudio Micheletto, afirmam que isso pode causar convulsões e morte súbita durante o mergulho.

Outros fatores considerados são o pânico generalizado na caverna, a falta de visibilidade e a possível ausência de um “fio de Ariadne”, uma corda de segurança usada em mergulhos em cavernas. Além disso, um alerta amarelo de tempo severo foi emitido horas antes do acidente, com previsão de ventos fortes e mar agitado.

Riscos nas operações de resgate

De acordo com as autoridades da região, os grupos de resgate enfrentaram grandes dificuldades para localizar os corpos. Um dos motivos é a profundidade das cavernas, estimada em até 60 metros, e as condições climáticas adversas.

Até o momento, apenas o corpo de Monica Montefalcone foi recuperado. A operação contou com apoio da guarda costeira, militares, mergulhadores especializados e aeronaves, mas a forte correnteza e a baixa visibilidade dificultaram o acesso ao local.

O porta-voz da presidência das Maldivas, Mohamed Hussain Shareef, afirmou que a caverna é tão perigosa que mesmo mergulhadores experientes evitam entrar nela.

A universidade lamenta as mortes

A Universidade de Gênova se pronunciou sobre a tragédia e expressou solidariedade às famílias, colegas e alunos que conviveram com as vítimas ao longo de suas trajetórias pessoais e profissionais.

Saiba mais sobre o caso no vídeo abaixo:

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Tags: acidenteAlimathaAtol de VaavuClaudio MichelettoDuke of YorkFederico GualtieriGianluca BenedettiGiorgia SommacalitáliaLa RepubblicaMahdiMaldivasMohamed Hussain ShareefMonica MontefalconeMuriel OddeninotragédiaUniversidade de Gênova
Júlio Nesi

Júlio Nesi

Jornalista alagoano formado pela UFAL, já atuei em produção de conteúdo digital para portais, rádio e redes sociais.

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Foto: Fabio Di Lupo / Flickr

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