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Edição Semana 344

Trump e China

A eleição do republicano levou Pequim a adotar um amplo pacote de estímulo econômico

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Márcio Coimbra
6 minutos de leitura 06.12.2024 03:30 comentários 2
Trump e China
Marco Rubio. Foto: Bill Moore/Flickr
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A eleição de Donald Trump levou o governo de Pequim a adotar um amplo pacote de estímulo econômico de 1,4 trilhão de dólares com o objetivo de combater possíveis consequências na relação futura com os americanos.

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Márcio Coimbra

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Comentários (2)

Carlos Renato Cardoso Da Costa

2024-12-11 07:52:06

Tendo em conta que a inflação foi um importante fator para a vitória de Trump, quanto da sua política tarifária poderá segurar a inflação alta? Caso isso realmente aconteça, como ele poderá manter a popularidade que tem? Apenas a agenda cultural não vai aplacar o descontentamento econômico


Marcio de LIma Coimbra

2024-12-08 14:14:31

Post hoc ergo propter hoc... Será? Não há dúvida que a eleição de Trump postergou a dominação woke, amplamente favorável aos interesses chineses e islâmicos, para ficarmos apenas nos mais polêmicos. Mas até que ponto uma abordagem nacionalista se choca com o posicionamento chinês? Confesso que aprecio as ideias de John Mearsheimer, que dedicou um capítulo inteiro ADICIONAL à China na revisão de um livro seu bem conhecido bem como as ideias de Tim Marshall: Prisioners of Geography. That's all economy, stupid! não é bem assim. Creio que com Trump traremos de volta à racionalidade, coisa que a China se aferrou desde deng Xiaoping. Menos ideologia e mais foco, não "na paz mundial, no desenvolvimento autossustentável, mas como os habitantes de cada país, EUA e China, sem desprezar os seus satélites, fazerem seus cidadãos fazerem os finais dos meses se encontrarem, em termos de receita e despesa. O resto, muita erudição ou, como citou Shakespeare: "Too Much Ado for Nothing". PS. Sou homônimo do articulista. Muita coisa divertida aconteceu por conta disso.


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Comentários (2)

Carlos Renato Cardoso Da Costa

2024-12-11 07:52:06

Tendo em conta que a inflação foi um importante fator para a vitória de Trump, quanto da sua política tarifária poderá segurar a inflação alta? Caso isso realmente aconteça, como ele poderá manter a popularidade que tem? Apenas a agenda cultural não vai aplacar o descontentamento econômico


Marcio de LIma Coimbra

2024-12-08 14:14:31

Post hoc ergo propter hoc... Será? Não há dúvida que a eleição de Trump postergou a dominação woke, amplamente favorável aos interesses chineses e islâmicos, para ficarmos apenas nos mais polêmicos. Mas até que ponto uma abordagem nacionalista se choca com o posicionamento chinês? Confesso que aprecio as ideias de John Mearsheimer, que dedicou um capítulo inteiro ADICIONAL à China na revisão de um livro seu bem conhecido bem como as ideias de Tim Marshall: Prisioners of Geography. That's all economy, stupid! não é bem assim. Creio que com Trump traremos de volta à racionalidade, coisa que a China se aferrou desde deng Xiaoping. Menos ideologia e mais foco, não "na paz mundial, no desenvolvimento autossustentável, mas como os habitantes de cada país, EUA e China, sem desprezar os seus satélites, fazerem seus cidadãos fazerem os finais dos meses se encontrarem, em termos de receita e despesa. O resto, muita erudição ou, como citou Shakespeare: "Too Much Ado for Nothing". PS. Sou homônimo do articulista. Muita coisa divertida aconteceu por conta disso.



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