Crusoé
14.06.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram
Edição Semana 390

Carta aos pais de jogador

Kafka tem um recado para as famílias que foram suspensas de duas rodadas dos campeonatos sub-11 e sub-12 em São Paulo por mau comportamento

avatar
Rodolfo Borges
3 minutos de leitura 17.10.2025 03:30 comentários 3
Carta aos pais de jogador
Foto: Reprodução de vídeo/ FPF
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR
Atenção!

Este conteúdo é exclusivo para assinantes

Faça parte da comunidade de O Antagonista e Crusoé:
ACESSO ILIMITADO AOS CONTEÚDOS do site O Antagonista e das matérias semanais da Revista Crusoé
Acesso à área de COMENTÁRIOS nos sites
Navegação livre de anúncios publicitários invasivos
Descontos de até 70%
Notícias mais importantes do Brasil e do mundo
Reportagens exclusivas, bastidores do poder e análise crítica de quem fiscaliza o poder
FAZER LOGIN
QUERO ASSINAR
VOLTAR

“Eu teria sido feliz por tê-lo como amigo, chefe, tio, avô, até mesmo (embora mais hesitante) como sogro. Mas justo como pai você era forte demais para mim”, diz Kafka na célebre Carta ao Pai (Companhia das Letras), que ele nunca teve coragem de entregar.�

Diários

Crusoé nº 424: Quem decide a eleição

Redação Crusoé Visualizar

Deputado busca assinaturas para PEC que acaba com o IPTU e IPVA

Guilherme Resck Visualizar

Keiko Fujimori lidera em votação no Brasil

Redação Crusoé Visualizar

O mundo não respeita o STF

Duda Teixeira Visualizar

Lula ainda busca chefe para sua tropa jurídica no TSE

Wal Lima Visualizar

Erika Hilton reclama da fortuna de Elon Musk

Redação Crusoé Visualizar

Mais Lidas

Autopromoção com dinheiro público

Autopromoção com dinheiro público

Visualizar notícia
Como Putin influencia a política brasileira

Como Putin influencia a política brasileira

Visualizar notícia
Crusoé nº 424: Quem decide a eleição

Crusoé nº 424: Quem decide a eleição

Visualizar notícia
Declínio e queda do identitarismo woke

Declínio e queda do identitarismo woke

Visualizar notícia
Deputado busca assinaturas para PEC que acaba com o IPTU e IPVA

Deputado busca assinaturas para PEC que acaba com o IPTU e IPVA

Visualizar notícia
Entre o novo fujimorismo e o bolivarianismo tardio

Entre o novo fujimorismo e o bolivarianismo tardio

Visualizar notícia
O milagre econômico e político dos Estados Unidos

O milagre econômico e político dos Estados Unidos

Visualizar notícia
O mundo não respeita o STF

O mundo não respeita o STF

Visualizar notícia
Por que o Brasil passou a confiar tão pouco no eleitor?

Por que o Brasil passou a confiar tão pouco no eleitor?

Visualizar notícia
Quando a Justiça cruza fronteiras

Quando a Justiça cruza fronteiras

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Franz Kafka

< Notícia Anterior

Falar de Bolsonaro ajuda Lula

10.10.2025 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

A arte de reclamar da arbitragem 

24.10.2025 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
author

Rodolfo Borges

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (3)

Maria Das Gracas De Souza Mayrink

2025-10-19 19:37:48

Faça o que eu falo e nào o que eu faço. Hipocrisia


Carlos Renato Cardoso Da Costa

2025-10-17 13:55:43

Sem berço o maior craque fracassa.


Albino

2025-10-17 08:10:57

Excepcional! A minha família, meu pais, meus irmãos e eu, éramos excelentes jogadores de futebol. Mas meu filho nunca foi um bom jogador, mas adorava jogar e praticar qualquer esporte. "Física e emocionalmente, Lelê era idêntico ao meu irmão mais velho, o Boca, o moleque genial, rei do estilingue, das pipas, das bolinhas de gude, quando criança; não era tão genial, é claro, o que seria impossível, mas era igualmente ranheta, não aceitava perder e ficava pê da vida quando perdia. Eu o chamava, então, de Boquinha, para provocá-lo e chamar-lhe a atenção para esse despropósito, o que o deixava ainda mais irritado...fui lapidando-o, impondo-lhe com delicadeza, porém com firmeza, limites e civilidade...era comum que, para completar o time de moleques, eu jogasse no gol. Se ganhássemos, ótimo; mas, se perdêssemos, eu o cumprimentava, parabenizando-o, e saíamos abraçados: - Foi um belo jogo, né filho? ...e assim foi crescendo e se tornado o mais doce dos meninos..." Do livro autobiográfico "Como criei filhos fortes e felizes", em e-book na Amazon e em papel no Clube de Autores, Estante virtual, Mercado livre...


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (3)

Maria Das Gracas De Souza Mayrink

2025-10-19 19:37:48

Faça o que eu falo e nào o que eu faço. Hipocrisia


Carlos Renato Cardoso Da Costa

2025-10-17 13:55:43

Sem berço o maior craque fracassa.


Albino

2025-10-17 08:10:57

Excepcional! A minha família, meu pais, meus irmãos e eu, éramos excelentes jogadores de futebol. Mas meu filho nunca foi um bom jogador, mas adorava jogar e praticar qualquer esporte. "Física e emocionalmente, Lelê era idêntico ao meu irmão mais velho, o Boca, o moleque genial, rei do estilingue, das pipas, das bolinhas de gude, quando criança; não era tão genial, é claro, o que seria impossível, mas era igualmente ranheta, não aceitava perder e ficava pê da vida quando perdia. Eu o chamava, então, de Boquinha, para provocá-lo e chamar-lhe a atenção para esse despropósito, o que o deixava ainda mais irritado...fui lapidando-o, impondo-lhe com delicadeza, porém com firmeza, limites e civilidade...era comum que, para completar o time de moleques, eu jogasse no gol. Se ganhássemos, ótimo; mas, se perdêssemos, eu o cumprimentava, parabenizando-o, e saíamos abraçados: - Foi um belo jogo, né filho? ...e assim foi crescendo e se tornado o mais doce dos meninos..." Do livro autobiográfico "Como criei filhos fortes e felizes", em e-book na Amazon e em papel no Clube de Autores, Estante virtual, Mercado livre...



Notícias relacionadas

Fim do isolamento em campo

Fim do isolamento em campo

Márcio Coimbra
12.06.2026 03:30 5 minutos de leitura
Visualizar notícia
A polícia da memória

A polícia da memória

Rodolfo Borges
12.06.2026 03:30 4 minutos de leitura
Visualizar notícia
Por que Neymar incomoda tanto

Por que Neymar incomoda tanto

Rodolfo Borges
05.06.2026 03:30 4 minutos de leitura
Visualizar notícia
O problema final de Flamengo e Palmeiras

O problema final de Flamengo e Palmeiras

Rodolfo Borges
29.05.2026 03:30 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso