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Edição 077

O operador e a astróloga

Acusado de gerir propinas para o PSDB, Paulo Preto recorreu a uma guru para saber se voltaria para a prisão. Na consulta, que ele fez questão de gravar, quis saber em quais amigos poderia confiar. O áudio foi parar nos autos da Lava Jato

Redação Crusoé
7 minutos de leitura 18.10.2019 02:14 comentários 10
Paulo Preto quis saber de astróloga se Kassab, por exemplo, é leal a ele
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"Corta três vezes, vamos ver o que vai sair." A astróloga dá as cartas ao ansioso cliente sentado à sua frente e, em poucos segundos, vaticina: "Você não volta para a cadeia. Põe isso na sua cabeça, você não volta para a cadeia".

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Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

MAURO

2019-11-04 12:02:41

O Paulo Leite. E o que que isso interessa? Eu chamo isto de reportagem bobagem.


Uira

2019-10-23 23:09:22

Para alterar a lógica e o comportamento dos agentes sociais, o mais importante é que os CORRUPTOS admitam seus crimes publicamente, é isto o que porá um ponto final na distopia que impera sobre o país e cuja racionalidade fajuta está entranhada no consciente coletivo, que de tão habituado à corrupção e à impunidade não é capaz de conceber que a sociedade brasileira seja capaz de funcionar sem ambas.


Uira

2019-10-23 23:05:42

Alguma coisa de leve, pois se há algo que Gilmar Mendes já demonstrou é que não tem escrúpulos. Se Paulo Preto tiver alguma informação que possa servir para alguma operação que obrigue Gilmar e sua rede a terem que sair de sua zona de conforto, já poderia ser o suficiente. Quanto mais eles tiverem que correr para cobrir seus rastros, mais rastros frescos estarão deixando, sobretudo se tiverem que agir de forma aberta e pública para todo o país ver.


Uira

2019-10-23 23:01:30

Deveria haver duas exceções a esta regra: o atentado a Bolsonaro e o roubo das msgs. Se o cenário de contágio endêmico implicaria em uma maior flexibilidade quanto à punição dos CORRUPTOS, então esta flexibilidade deveria ter limites. Se a rede anti-corrupção já estiver abarrotada, então Paulo Preto não teria grande utilidade, a não ser que ele pudesse servir de isca para dar uma provocada em Gilmar e sua rede. Neste sentido ele pode ser útil para acender algum alerta, gerar alguma preocupação.


Uira

2019-10-23 22:50:17

Pq alguém que já ganhava a vida trapaceando e fraudando iria deixar de fazer isto após ser preso? Para se mudar o sistema corrompido de crenças e valores que permeia o consciente coletivo da sociedade brasileira é mais importante que o escudo que impede os cidadãos (ou o grosso da sociedade) de verem a realidade como ela é seja "desligado". Portanto, neste momento, mais importante que colocar os CORRUPTOS na cadeia, é fazê-los admitir seus crimes e atos ilícitos.


Uira

2019-10-23 22:40:50

Mas na prática, até os CORRUPTOS têm coração e não querem ver os seus largados pelo caminho. Se a lógica do sistema não fosse CORRUPTA, então isto significaria que, qq um que fizesse o que os CORRUPTOS fizeram, iria para o xilindró sem conversa. Mas como é o oposto, colocar todo mundo na cadeia age exatamente no sentido contrário de se colocar um ponto final na distopia, pq uma vez presos, os CORRUPTOS já não têm nada a perder e resta somente apelar para a farsa e a mentira.


Uira

2019-10-23 22:37:21

Para se expor a distopia é necessário que os criadores e fomentadores dela venham a público revelá-la, o que só pode ser feito se eles confessarem seus erros e crimes. Mas é aí que a coisa complica, se a corrupção é endêmica, então isto tb significa que a rede de corrupção é extensa e para seduzir os CORRUPTOS não basta oferecer uma saída somente a eles, mas a todos aqueles que possuem algum laço de afetividade e amizade (apesar de que qq CORRUPTO que se preze não deveria se ater a amizades).


Uira

2019-10-23 22:33:12

Ao invés de se defenderem, apelam para narrativas fantasiosas que não guardam qq relação com a realidade dos fatos. Dentro deste contexto há duas implicações, a primeira é que o enfrentamento direto da corrupção é um processo moroso, pois o sistema tenta a todo custo neutralizar as "ameaças" e restabelecer a "normalidade". A segunda está na construção de uma solução que permita um golpe fatal no quadro distópico, o que só é possível com a rendição dos CORRUPTOS.


Uira

2019-10-23 22:18:44

Quanto mais endêmica for a corrupção, mais difícil se torna quebrar a lógica de funcionamento do SISTEMA CORRUPTO, pois as vicissitudes e vícios deste não são vistos como falhas ou defeitos, mas algo "natural". Quando é assim, os CORRUPTOS encontrarão terreno fértil para levar adiante seus esquemas espúrios e, no momento em que forem pegos, apelarem para a retórica fajuta e a distopia. Basta ver que apesar de 5 anos de Lavajato, os CORRUPTOS continuam com as mesmas táticas.


Uira

2019-10-23 22:07:21

Quando a corrupção e a impunidade encontram-se tão entranhadas em um sistema de crenças e valores, tal qual é o caso do Brasil, mudar o estado de coisas que reflete a lógica de operação de uma sociedade é equivalente a nadar contra a correnteza. Se a razão de um sistema é a sua razão de existir, tentar acabar com a corrupção de um SISTEMA CORRUPTO automaticamente significa tentar colocá-lo abaixo, o que obviamente implica em ir contra a sua lógica de existência.


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Comentários (10)

MAURO

2019-11-04 12:02:41

O Paulo Leite. E o que que isso interessa? Eu chamo isto de reportagem bobagem.


Uira

2019-10-23 23:09:22

Para alterar a lógica e o comportamento dos agentes sociais, o mais importante é que os CORRUPTOS admitam seus crimes publicamente, é isto o que porá um ponto final na distopia que impera sobre o país e cuja racionalidade fajuta está entranhada no consciente coletivo, que de tão habituado à corrupção e à impunidade não é capaz de conceber que a sociedade brasileira seja capaz de funcionar sem ambas.


Uira

2019-10-23 23:05:42

Alguma coisa de leve, pois se há algo que Gilmar Mendes já demonstrou é que não tem escrúpulos. Se Paulo Preto tiver alguma informação que possa servir para alguma operação que obrigue Gilmar e sua rede a terem que sair de sua zona de conforto, já poderia ser o suficiente. Quanto mais eles tiverem que correr para cobrir seus rastros, mais rastros frescos estarão deixando, sobretudo se tiverem que agir de forma aberta e pública para todo o país ver.


Uira

2019-10-23 23:01:30

Deveria haver duas exceções a esta regra: o atentado a Bolsonaro e o roubo das msgs. Se o cenário de contágio endêmico implicaria em uma maior flexibilidade quanto à punição dos CORRUPTOS, então esta flexibilidade deveria ter limites. Se a rede anti-corrupção já estiver abarrotada, então Paulo Preto não teria grande utilidade, a não ser que ele pudesse servir de isca para dar uma provocada em Gilmar e sua rede. Neste sentido ele pode ser útil para acender algum alerta, gerar alguma preocupação.


Uira

2019-10-23 22:50:17

Pq alguém que já ganhava a vida trapaceando e fraudando iria deixar de fazer isto após ser preso? Para se mudar o sistema corrompido de crenças e valores que permeia o consciente coletivo da sociedade brasileira é mais importante que o escudo que impede os cidadãos (ou o grosso da sociedade) de verem a realidade como ela é seja "desligado". Portanto, neste momento, mais importante que colocar os CORRUPTOS na cadeia, é fazê-los admitir seus crimes e atos ilícitos.


Uira

2019-10-23 22:40:50

Mas na prática, até os CORRUPTOS têm coração e não querem ver os seus largados pelo caminho. Se a lógica do sistema não fosse CORRUPTA, então isto significaria que, qq um que fizesse o que os CORRUPTOS fizeram, iria para o xilindró sem conversa. Mas como é o oposto, colocar todo mundo na cadeia age exatamente no sentido contrário de se colocar um ponto final na distopia, pq uma vez presos, os CORRUPTOS já não têm nada a perder e resta somente apelar para a farsa e a mentira.


Uira

2019-10-23 22:37:21

Para se expor a distopia é necessário que os criadores e fomentadores dela venham a público revelá-la, o que só pode ser feito se eles confessarem seus erros e crimes. Mas é aí que a coisa complica, se a corrupção é endêmica, então isto tb significa que a rede de corrupção é extensa e para seduzir os CORRUPTOS não basta oferecer uma saída somente a eles, mas a todos aqueles que possuem algum laço de afetividade e amizade (apesar de que qq CORRUPTO que se preze não deveria se ater a amizades).


Uira

2019-10-23 22:33:12

Ao invés de se defenderem, apelam para narrativas fantasiosas que não guardam qq relação com a realidade dos fatos. Dentro deste contexto há duas implicações, a primeira é que o enfrentamento direto da corrupção é um processo moroso, pois o sistema tenta a todo custo neutralizar as "ameaças" e restabelecer a "normalidade". A segunda está na construção de uma solução que permita um golpe fatal no quadro distópico, o que só é possível com a rendição dos CORRUPTOS.


Uira

2019-10-23 22:18:44

Quanto mais endêmica for a corrupção, mais difícil se torna quebrar a lógica de funcionamento do SISTEMA CORRUPTO, pois as vicissitudes e vícios deste não são vistos como falhas ou defeitos, mas algo "natural". Quando é assim, os CORRUPTOS encontrarão terreno fértil para levar adiante seus esquemas espúrios e, no momento em que forem pegos, apelarem para a retórica fajuta e a distopia. Basta ver que apesar de 5 anos de Lavajato, os CORRUPTOS continuam com as mesmas táticas.


Uira

2019-10-23 22:07:21

Quando a corrupção e a impunidade encontram-se tão entranhadas em um sistema de crenças e valores, tal qual é o caso do Brasil, mudar o estado de coisas que reflete a lógica de operação de uma sociedade é equivalente a nadar contra a correnteza. Se a razão de um sistema é a sua razão de existir, tentar acabar com a corrupção de um SISTEMA CORRUPTO automaticamente significa tentar colocá-lo abaixo, o que obviamente implica em ir contra a sua lógica de existência.



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