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Edição 074

'Um projeto para 20 anos'

O deputado Marco Feliciano admite a existência de uma disputa de poder entre militares e evangélicos no governo, critica os generais que não respeitariam a figura do presidente e diz que o bolsonarismo é um projeto para dominar a cena política por duas décadas

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Caio Junqueira
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Igor Gadelha
14 minutos de leitura 27.09.2019 02:01 comentários 10
'Um projeto para 20 anos'
"Bolsonaro percebeu em segundos o que os outros demoraram anos: a força dos evangélicos"
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O deputado federal Pastor Marco Feliciano, do Podemos de São Paulo, foi recentemente bloqueado no WhatsApp por ninguém menos do que o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, chefe da articulação política do Palácio do Planalto e amigo de longa data do presidente Jair Bolsonaro. O motivo, segundo o próprio Feliciano, foi uma discussão acalorada. Primeiro, o general teria deixado de atender dois pedidos do deputado. Feliciano não gostou e subiu o tom ao reclamar. Ramos, em resposta, cortou relações — ao menos no aplicativo de mensagens.

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Caio Junqueira

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Igor Gadelha

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Silvia

2019-10-12 16:07:00

Hummmm.....estou enganada ou isso é mais um anúncio dum projeto de poder?


Luiz

2019-10-10 16:17:41

Na política e na administração há sempre um guerra entre os que querem implementar a corrupção e os que querem a moralização. Quem é quem nessa disputa entre Militar e religiosos ?


Wilson

2019-10-09 13:21:59

Gosto do Marco Feliciano e confio nele. Espero que não me decepcione.


Uira

2019-10-06 14:19:22

A não ser que ele tenha entregado todo mundo.


Uira

2019-10-06 14:07:31

A força real do Cristianismo jamais esteve no Estado, mas na palavra, pois não é do poder que esta necessita para ser pronunciada. Se é para o bolsonarismo ser um projeto, que não seja um de poder, pois vimos o que aconteceu com o PT. Para que a marca do bolsonarismo perdure por 20 anos ou mais não é nem necessário que ele se reeleja ou algo do tipo, basta que o seu governo dê frutos que perdurem por gerações. Eduardo Cunha é um exemplo que não deve ser seguido.


Uira

2019-10-06 13:37:45

Se nem Cristo ousou fazer isto, pq os outros acham que poderiam? Portanto, a um cristão cabe sempre manter a guarda para evitar as tentações e estas são proporcionais ao poder. Cristão algum deveria ser a favor do aborto, mas muito menos deveria fazer o que Eduardo Cunha fez, de um lado se colocava ferrenhamente contra o aborto e do outro se prostituía em troca de qq trocado. Que favor ele fez à causa cristã, a não ser demonstrar sua hipocrisia?


Uira

2019-10-06 13:31:55

Ao contrário do que ocorreu com a ala católica, a ala evangélica demonstraria maior bom senso se adotasse um código de conduta elevado, pois fazendo isto iria ao mesmo tempo elevar o Estado e a própria religião. Não fazer como o PT, a esquerda e a própria ala católica que sempre passou pano em nome do "bem" que supostamente estavam fazendo. Como Cristo disse: só Deus é bom. Portanto, um cristão que se ache verdadeiramente bom já está cometendo um pecado.


Uira

2019-10-06 13:26:22

Sobretudo, a verdadeira fé cristã não é aquela que se carrega nos lábios, mas no coração e na mente, mais importante do que avançar com agendas de cunho evangélico parece ser garantir que os cristão sinceros tenham todas as condições de levarem uma vida digna sem precisarem se desviar nem da lei dos homens nem da de Deus. Portanto, a separação entre Estado e religião não serve para enfraquecer esta, mas fortalecê-la, impedindo que as manchas da corrupção humana sejam atribuídas a ela.


Uira

2019-10-06 13:17:51

Não quebrar nem uma nem outra. O Bolsonarismo tem tudo para durar 20 anos ou mais, mas um cristão genuíno deveria antes de mais nada condenar à sua própria corrupção e nós sabemos como é difícil condenar a si mesmo. Basta ver que esta semana haverá CORRUPTOS no Vaticano para a canonização de Irmã Dulce, eles honraram a Cristo no exercício de suas funções ou a si mesmos? Se o reino de Cristo não é deste mundo, então se apegar ao poder é só uma forma de se iludir, pq o Estado é deste mundo.


Uira

2019-10-06 13:07:33

Isto não quer dizer que os evangélicos ou qq outra vertente religiosa, cristã ou não, deveriam se abster de se envolver na política, a questão é simplesmente separar as coisas, se o reino de Cristo não é deste mundo, muito menos o Estado é de Cristo. Deus escolheu um povo e este o rejeitou no dia que escolheu para si um rei, escolheram se sujeitar a um homem ao invés de a Deus. O maior desafio de um cristão certamente está em saber como conciliar a lei de Deus e a lei dos homens.


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Comentários (10)

Silvia

2019-10-12 16:07:00

Hummmm.....estou enganada ou isso é mais um anúncio dum projeto de poder?


Luiz

2019-10-10 16:17:41

Na política e na administração há sempre um guerra entre os que querem implementar a corrupção e os que querem a moralização. Quem é quem nessa disputa entre Militar e religiosos ?


Wilson

2019-10-09 13:21:59

Gosto do Marco Feliciano e confio nele. Espero que não me decepcione.


Uira

2019-10-06 14:19:22

A não ser que ele tenha entregado todo mundo.


Uira

2019-10-06 14:07:31

A força real do Cristianismo jamais esteve no Estado, mas na palavra, pois não é do poder que esta necessita para ser pronunciada. Se é para o bolsonarismo ser um projeto, que não seja um de poder, pois vimos o que aconteceu com o PT. Para que a marca do bolsonarismo perdure por 20 anos ou mais não é nem necessário que ele se reeleja ou algo do tipo, basta que o seu governo dê frutos que perdurem por gerações. Eduardo Cunha é um exemplo que não deve ser seguido.


Uira

2019-10-06 13:37:45

Se nem Cristo ousou fazer isto, pq os outros acham que poderiam? Portanto, a um cristão cabe sempre manter a guarda para evitar as tentações e estas são proporcionais ao poder. Cristão algum deveria ser a favor do aborto, mas muito menos deveria fazer o que Eduardo Cunha fez, de um lado se colocava ferrenhamente contra o aborto e do outro se prostituía em troca de qq trocado. Que favor ele fez à causa cristã, a não ser demonstrar sua hipocrisia?


Uira

2019-10-06 13:31:55

Ao contrário do que ocorreu com a ala católica, a ala evangélica demonstraria maior bom senso se adotasse um código de conduta elevado, pois fazendo isto iria ao mesmo tempo elevar o Estado e a própria religião. Não fazer como o PT, a esquerda e a própria ala católica que sempre passou pano em nome do "bem" que supostamente estavam fazendo. Como Cristo disse: só Deus é bom. Portanto, um cristão que se ache verdadeiramente bom já está cometendo um pecado.


Uira

2019-10-06 13:26:22

Sobretudo, a verdadeira fé cristã não é aquela que se carrega nos lábios, mas no coração e na mente, mais importante do que avançar com agendas de cunho evangélico parece ser garantir que os cristão sinceros tenham todas as condições de levarem uma vida digna sem precisarem se desviar nem da lei dos homens nem da de Deus. Portanto, a separação entre Estado e religião não serve para enfraquecer esta, mas fortalecê-la, impedindo que as manchas da corrupção humana sejam atribuídas a ela.


Uira

2019-10-06 13:17:51

Não quebrar nem uma nem outra. O Bolsonarismo tem tudo para durar 20 anos ou mais, mas um cristão genuíno deveria antes de mais nada condenar à sua própria corrupção e nós sabemos como é difícil condenar a si mesmo. Basta ver que esta semana haverá CORRUPTOS no Vaticano para a canonização de Irmã Dulce, eles honraram a Cristo no exercício de suas funções ou a si mesmos? Se o reino de Cristo não é deste mundo, então se apegar ao poder é só uma forma de se iludir, pq o Estado é deste mundo.


Uira

2019-10-06 13:07:33

Isto não quer dizer que os evangélicos ou qq outra vertente religiosa, cristã ou não, deveriam se abster de se envolver na política, a questão é simplesmente separar as coisas, se o reino de Cristo não é deste mundo, muito menos o Estado é de Cristo. Deus escolheu um povo e este o rejeitou no dia que escolheu para si um rei, escolheram se sujeitar a um homem ao invés de a Deus. O maior desafio de um cristão certamente está em saber como conciliar a lei de Deus e a lei dos homens.



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