Adriano Machado/CrusoéO plenário da Câmara na quarta: votos bem além do necessário

Os pais da reforma

A aprovação da reforma da Previdência representa um passo gigantesco para colocar em ordem as contas do país, mas nos bastidores deixa rusgas entre os artífices da proposta: quem, afinal, ficará com os louros?
12.07.19

Em 30 de junho, a residência oficial do presidente da Câmara, em Brasília, teve movimento atípico para um domingo. Ao longo do dia, Rodrigo Maia recebeu líderes partidários, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e representantes da equipe econômica para definir o futuro da reforma da Previdência, a principal pauta do governo — e do próprio Maia. A proposta havia sido aprovada na comissão especial na quinta-feira anterior. Passados cinco meses desde o início da tramitação, parlamentares ainda resistiam a votar as mudanças nas regras de aposentadoria em plenário. Fiel da balança, o afamado Centrão não confiava muito na promessa do governo de que cumpriria os “compromissos” firmados, especialmente a liberação de emendas e recursos extra orçamentários para suas bases eleitorais. Foi aí que o presidente da Câmara levou a  Onyx uma espécie de ultimato: ou o governo começava a atender os pedidos dos deputados ou a reforma simplesmente não seria votada.

O turning point veio na segunda-feira, 8, quando deputados começaram a ser informados sobre o empenho de emendas e o Diário Oficial da União trouxe a liberação das tais verbas extras. Na área da saúde, logo no início da semana, em um só dia o governo liberou quase 1 bilhão de reais. Em emendas, nada menos que 2,6 bilhões de reais foram empenhados nos nove primeiros dias do mês. É o quarto maior repasse mensal desde 2016, de acordo com balanço da ONG Contas Abertas. A liberação seguiu nos dias seguintes, aumentando a disposição de parlamentares do Centrão e de outros partidos da base para votar a proposta. Maia, então, passou a se concentrar na negociação de pontos do texto que ainda emperravam a aprovação da proposta. O impasse estava nas regras de aposentadoria de policiais, professores e das mulheres. O presidente da Câmara sabia que era preciso aproveitar a onda favorável e levar o texto a votação antes do recesso de julho.

Adriano Machado/CrusoéAdriano Machado/CrusoéMaia, mais uma vez emocionado no plenário: ele quer os louros da reforma
“Todo processo do Legislativo de relação com o Executivo é sempre de desconfiança, porque esse governo no início gerou uma desconfiança. Mas acho que isso vai caminhar para o leito normal do rio e a gente vai construir, daqui para frente, uma relação mais harmônica entre os poderes”, afirmou o presidente da Câmara na noite de terça-feira, minutos antes de entrar no plenário e finalmente abrir o processo de discussão e votação da reforma. Após idas e vindas na negociação, o processo de votação foi iniciado na quarta-feira e concluído no mesmo dia, com a aprovação do texto-base por um placar de 379 votos a favor e 131 contra. O resultado surpreendeu até os governistas mais otimistas, que esperavam ter, no máximo, 367 votos. Na noite desta quinta-feira, 11, ainda faltava votar os destaques e as emendas. Havia expectativa de concluir a votação do texto em segundo turno antes do fim de semana. Deixar para depois, na avaliação dos articuladores, seria arriscado pela possibilidade de os deputados, de volta às suas bases, serem pressionados pelos eleitores e acabarem mudando o voto no segundo turno.

O sucesso na primeira rodada de votação no plenário trouxe consigo, nos bastidores, uma disputa silenciosa, típica desses momentos em que o Congresso aprova medidas de impacto: quem, afinal, ficará com os louros e será reconhecido como grande artífice de uma reforma que o país tentava fazer há anos, sem sucesso? Rodrigo Maia, o presidente da Câmara, não tem dúvidas de que merece o reconhecimento. Mas há outros personagens querendo ver sua parcela de contribuição reconhecida. Paulo Guedes, o ministro da Economia, é um deles. Responsável por estruturar a proposta original levada pelo governo ao Congresso, ele acabou vendo seu papel no processo de aprovação do texto esmaecer à medida que os próprios parlamentares, Maia à frente, foram impondo suas próprias marcas à proposta. O presidente da Câmara aproveitou o vácuo na articulação política deixada pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo próprio ministro da Economia e, aos poucos, tentou se firmar como o principal fiador da reforma. As negociações passaram a ser feitas com o secretário especial da Previdência, Rogério Marinho, e com Onyx, que acabou virando uma espécie de garantidor do acordo para a liberação de emendas parlamentares para os deputados que votassem a favor da proposta – o governo, em uma espécie de negação da realidade, jura que isso nada tem a ver com o histórico toma lá dá cá condenado por Bolsonaro.

Adriano Machado/CrusoéAdriano Machado/CrusoéPaulo Guedes: rusgas com o presidente da Câmara, de quem era muito próximo até recentemente
Paulo Guedes era informado à distância. O chefe da Economia, que assumidamente não gosta da negociação política, se afastou ainda mais do processo depois que os deputados modificaram o texto original da reforma ao longo da tramitação na comissão especial. A irritação maior dele foi com a retirada do sistema de capitalização, pelo qual cada trabalhador poupa, individualmente, para a própria aposentadoria – atualmente o sistema é solidário, ou seja, quem está na ativa banca o benefício dos aposentados. As críticas de Guedes levaram a uma troca pública de farpas entre o ministro e Maia, antes aliados de primeira hora. Os dois acabaram se afastando. Para Maia, foi um bom negócio. Guardar uma certa distância do ministro era algo importante em sua estratégia de tentar se consolidar como o pai da reforma.

As rusgas se tornariam explícitas no discurso que o presidente da Câmara fez em plenário minutos antes de anunciar o resultado da votação do texto-base. Maia deixou a cadeira de presidente e subiu à tribuna para falar sobre as dificuldades enfrentadas até ali no processo de tramitação da reforma. Não citou Guedes, e ainda deu estocadas no governo, exaltando o papel do Parlamento (e dele próprio). “Nosso papel é recuperar a força do Congresso Nacional, porque estamos fortalecendo a nossa democracia. Não haverá investimento privado se nós não tivermos uma democracia forte. Investidor de longo prazo não investe em país que ataca as instituições”, disse. Foi homenageado pelos colegas — entre eles, o deputado Delegado Waldir, líder do PSL, partido de Bolsonaro. O próprio presidente, por sinal, havia reconhecido seu empenho. Horas antes, chegou a dizer que Maia era o “general” da reforma.

Adriano Machado/CrusoéAdriano Machado/CrusoéBolsonaro não faz questão de faturar a decisão do Congresso, mas pode ser o maior beneficiário político da reforma
No tal discurso em que ignorou Guedes e Bolsonaro, Maia também fez um desagravo ao Centrão — “essa coisa que ninguém sabe o que é, mas é do mal”, disse, ironizando as críticas recorrentes que se faz ao ajuntamento de partidos sabidamente movidos a altas doses de fisiologismo. Fez questão de lembrar que, se não fosse o grupo, o fiel da balança nas votações no Congresso diante da tímida base de apoio ao governo e da falta de votos suficientes da oposição, a reforma não teria saído. Ainda defendeu uma reforma do serviço público. O discurso e a tentativa de se tornar o pai da reforma foram vistos por aliados de Maia e pelo entorno do presidente Jair Bolsonaro como uma tentativa do deputado de se cacifar como possível candidato à Presidência da República em 2022, ou até como vice de uma chapa encabeçada pelo governador de São Paulo, João Doria, do PSDB, ou pelo apresentador Luciano Huck, a quem costuma rasgar elogios. “Com a aprovação da reforma, ele consolida uma imagem de liderança e ocupa um espaço de estadista e de responsabilidade com o país”, diz o líder da maioria na Câmara, Aguinaldo Ribeiro, do PP, um dos principais aliados do deputado do DEM do Rio. Ribeiro, aliás, foi escolhido por Maia para relatar a proposta de reforma tributária, a nova prioridade do presidente da Câmara.

Embora Maia tente puxar só para si os louros da reforma, que pode ser impopular mas o cacifa junto ao mercado e aos eleitores mais esclarecidos, ele sabe que o governo e o próprio Bolsonaro poderão ser os maiores beneficiários, na prática. Especialmente pelos resultados econômicos. Ao final da votação, com todas as alterações previstas, a reforma deve gerar uma economia de 744 bilhões de reais em 10 anos, segundo cálculos de um grupo de analistas a serviço do Senado. O montante é menor do que o mágico 1 trilhão de reais projetado inicialmente pela equipe econômica, mas pode ser suficiente para destravar as finanças do governo – e dar fôlego para investimentos capazes de gerar ganhos políticos para o presidente. Depois de concluída a tramitação na Câmara, a reforma ainda precisará passar pelo Senado. O presidente da casa, Davi Alcolumbre, calcula que a tramitação, por lá, vá levar 45 dias. É tempo suficiente para que ele próprio também entre para o disputado consórcio de pais da reforma.

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  1. A morosidade na tramitação da PEC DA PREVIDÊNCIA será debitada na conta política do Rodrigo Maia, cuja ganância de poder leva-o a sacrificar o tempo de desenvolvimento do país sem qualquer escrúpulo de, para isso, usar inescrupulosamente a instituição que preside. Um tolinho.

  2. Os congressistas tem que entender que os tempos mudaram, e que, IMPOPULAR esta sendo a velha postura hipocrita que adotam de querer para si a paternidade daquilo que no inicio rejeitaram, como dizem no pantanal, DEPOIS DA ONÇA MORTA QUALQUER COVARDE QUER TIRAR FOTO DE ESPINGARDA NA MÃO! VOCES NÃO FIZERAM MAIS QUE VOSSAS OBRIGAÇÕES E AINDA FIZERAM PELA METADE, ESTAMOS DE OLHO EM VOCES!!!

  3. A reforma da previdência já é aprovada pela maioria da população portanto, não é impopular. Só por isso e pelo fato de o povo ter pressionado o Congresso nas ruas e nas redes sociais é que Maia e Centrão cumpriram minimamente com suas obrigações nesta votação. O povo identificou Maia, Centrão e o Congresso como inimigos de uma agenda importante ao País, e só por isso a reforma avançou. Se o povo culpasse o Governo o Congresso nada faria, e seguiria surfando na miséria do povo como sempre fez.

  4. O Maia é a mãe.Está parindo a reforma.O Centrão é a parteira que só aceitou fazer o parto depois de vários "acertos".O PT e a esquerda radical são os abortistas-infanticidas.O Pai é o Guedes.E o Bolsonaro o padrinho.Paulinho da Força é o Tio estéril que tem ciúmes do Padrinho.

    1. Perfeito! Infelizmente ninguém do centrão tem sentimento republicano de brasilidade. É só $ e poder.

    2. E' isso ai. Parabens pra todos. So lembrando q estamos no primeiro tempo, nao tem nada ganho ainda.

    1. Verdaaaaddee, Flávio. O patriotismo deles é e sempre foi R$ das "Verbas Obrigatórias"! Ou o governo liberava agora, ou NÃO HAVERIA REFORMA ALGUMA! A VERBA PARLAMENTAR PARA AS SUAS "BASES ELEITORAIS" (O próprio bolso! o povo agora sabe tudo!KKKKK) NÃO TEM DATA CERTA PARA SEREM LIBERADAS, MAS SÃO OBRIGATÓRIAS, ASSIM ELES FIZERAM A LEI! JÁ QUE O GOVERNO TEM QUE LIBERAR, LIBEROU AGORA! OU ELES NÃO VOTARIAM! PIOR: NINGUÉM PODE FAZER NADA! O POVO ESTÁ NAD MÃOS DOS "PATRIOTAS"!!!💪💪🏼💪💪💪💪💪💪💪💪

  5. Ficar discurindo quem foi o pai ou a mae do primeiro tempo da reforma, e' otimo pra oposicao. Nao gostamos desse congresso e nem dos presidentes da casa, mas e' com eles q temos q trabalhar, foi com eles q vencemos o primeiro tempo. A PEC caminhou com as dificuldades q sabiamos q teriamos. Discutir a paternidade nao ajuda em nada e pode dividir os q votaram a favor e comprometer o resultado final.

  6. Bolsonaro é muito peitudo e inteligente,mas sabe que a grande mídia oper segue .Quem demonstra claramente é o grande jornalista J.R.Guzzo.defendendo o seu governo .

  7. Esse Maia e grande parte do congresso, são um bando de sanguessugas e carrapatos malditos que se alimentam da vaca que está no brejo. Sem saída foram obrigados a aprovar a reforma, ainda que desidratada, agora querem toda a glória pelo feito. A tua batata está assando Sr. Maia.

    1. É ISTO MESMO!!💪🏼💪🏼💪🏼💪🏼 CANALHAS!!!

    1. 10 anos? Ainda bem que serão combatidas as fraudes na Previdência, o que pode levar a uma economia de 200 bilhões em 10 anos.

  8. O povo,principalmente a "Classe Média(espinha dorsal de qualquer país democrático),não é idiota e está de olho.O Sr Maia que se cuide pois se essa reforma demorar e for ainda mais "mutilada" ele,assim como está sendo louvado agora,será execrado e alijado da vida pública.Mesmo com os currais eleitorais.A medida que as redes sociais forem populadas por mais gente externo a classe média,os "currais eleitorais" serão esvaziados.A mudança é mais radical do que aparenta.Quem viver verá!

    1. NÃO HÁ NENHUM LOUVOR A ESSE CARA! A REFORMA É DO BOLSONARO! ELE "ARTICULA"! COM DINHEIRO NA CONTA BANCÁRIA É FÁCIL! AINDA QUE SEJA OBRIGATÓRIO!!!💪💪💪💪💪

  9. A vaca está atolada no brejo. Os políticos e juízes ao invés de ajudar a vaca, empurrando-a para local seguro, montam nas suas costas achando que ela sairá sozinha da lama. No final, todos perderão. Mas quem liga?

  10. o Pai da reforma, foi o valor das emendas parlamentares! Como é sabido por todos. simplesmente um balcão de negócios! prova disso q o governo publicou de madrugada no diário oficial liberando 450 milhões em emendas!

    1. Não entendi qual é a dinâmica desde texto. Mas parece até os comentaristas da Globonews. Como quem não quer nada, joga o papo das emendas, que qualquer brasileiro bem informado já devia estar sabendo que são verbas obrigatórias do governo para com os parlamentares e suas bases. Não teve nsda de balcão de ofertas como tentam passar. Agora, para mim ficou bem claro o papel do Rodrigo Maia e alguns do chamado centrão querendo para si os louros. Desidrataram a Reforma, isso sim. É uma pena!

  11. Interessante! Esses caroneiros de hoje, Maia e "companheiros" do mal fadado centrão, não tiveram essa disposição toda no governo petista. Ah, entendo, tinha a "articulação" do do governo através do D.O.U.

  12. Ninho de víboras, o Brasil é só um detalhe. Interesses pessoais é mais importante do que os interesses da Nação e do povo brasileiro. Lamentável! Maia e Alcolumbre, farinha do mesmo saco.

  13. O presidente , está preocupado em tirar o Brasil do lamaçal em que foi colocado pelo pt . Acredito que não está se incomodando se o RM receber os louros . O importante é o Brasil deslanchar rumo ao sucesso !!

  14. A reforma da previdência, tão almejada há um longo tempo, agora está a um passo de ser implementada. E isso dar-se-á no Governo Bolsonaro. Logo, será do próprio Presidente Bolsonaro e seu Ministro da Economia os louros da vitória. Ao Congresso, pois, os aplausos por ter cumprido com êxito seu trabalho.

  15. Os eleitores mais esclarecidos com certeza lembrarão que o NHONHO foi delatado pela Odebrecht! Não será eleito nem pra síndico!

  16. Pra filho feio não aparece pai. Bolsonaro inteligentemente, botou a capa dourada nos ombros do Maia. Ele até chorou à bessa. Acredito no pragmatismo do presidente. Seus objetivos são os fins, não os meios.

  17. No meu ponto de vista o grande mentor da reforma foi PAULO GUEDES, foi ele que teve que aturar o bombardeio dos petralhas na câmara, Bolsonaro lavou as mãos desde cedo, Maia só conseguiu o apoio do centrao depois da liberação de verbas do orçamento, parabéns ministro.

  18. A reforma passou porque o governo abriu as burras! Nada mais do que a boa e velha realidade do Congresso Nacional. A Casa Legislativa ainda goza de baixíssimo prestígio entre os cidadãos brasileiros. E Rodrigo Maia? Não ganha nem pra prefeito do Rio...

  19. Essa discussão é para desviar o foco. Algumas arestas da reforma estarão mais visíveis daqui a algum tempo e o governo deverá recauchutar o sistema.

  20. Quem convenceu o país sobre a necessidade da reforma e de que ela deveria ser de um trilhao? Qual o nome exaltado nas ruas em relação às reformas? Quem o brasileiro demonstrou que confiava para conduzi-la? Foi Rodrigo Maia por acaso? ...é uma piada? Graças ao grande ministro PAULO GUEDES, e ao grande apoio popular a sua reforma de um trilhao, que a agenda da reforma está passando no congresso! Nós estamos vivendo a história!!

    1. Parabéns ao Bolsonaro e seus Ministros, todos escolhidos por sua competência técnica, e não política , como era feita na era Pt e PSDB .👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

  21. Quem convenceu o país sobre a necessidade da reforma e de que ela deveria ser de um trilhao? Qual o nome exaltado nas ruas em relação às reformas? Quem o brasileiro demonstrou que confiava para conduzi-la? Foi Rodrigo Maia por acaso? ...é uma piada? Graças ao grande ministro PAULO GUEDES, e ao grande apoio popular a sua reforma de um trilhao, que a agenda da reforma está passando no congresso! Nós estamos vivendo a história!!

  22. ele se esquece que nós, é que elegeremos os proximos candidatos. Maia candicato a presidente!!! Piada.....Vice do Doria, pode ser, mas quem vai votar no Doria? nem os paulistas.

  23. O Congresso perdeu o protagonismo quando deixou de indicar ministros, presidentes, diretores de estatais. Tenta reassumir o controle praticando estelionato de projetos alheios (Paulo Guedes, Sergio Moro e outros), sem pudor. Eles deviam estar cuidando da reforma política, essa indecência de siglas de aluguel, redução do numero de senadores e deputados, cortar na carne a farra de gastos das duas casas que envergonham o cidadão. Maia e Alcolumbre, sejam protagonistas, assumam essa reforma!

    1. Esse tipo de reforma tá longe de ser colocada em pauta, não há interesse de ninguém, somente do povo. Nem mesmo o governo vai ser besta de colocar a mão nesse vespeiro.

  24. Infelizmente, a ideologia comunista ainda é sistêmica não só no congresso mas no país. Resultado dos 30 anos da esquerda de Marx no poder. Um despropósito... 1TRI para aproximadamente 800BI, é realmente um despropósito com o futuro.

  25. São tantos egos inflados que dá ojeriza,Maia se sair numa chapa pra vice,vai prejudicar o Presidente candidato,com certeza.Até pra deputado deve se cuidar,no Rio o mar não está pra peixe pro Botafogo.

    1. Você tem fé Santeiro. Botafogo orientado pelo pai corrupto, finalmente achou a unica saída pra buscar uma reeleição. Acossado que está pela população nas ruas e praças, tem que fazer sim andar nossas pautas, e até se desinibir lançando em sequência tantas outras e, em breve, o q o MORO nos prometeu, a reforma anti crime. E que os louros se frutifiquem p o Maia e o parlamento. Ao final acontecerá como agora. Se vangloriarao p feitos, se reelegerao e estaremos felizes.

  26. Tudo o que está sendo feito é trocentas vezes melhor que a escuridão pos a democracia Militar. Precisava sim das forças armadas- COM O APOIO SISTEMÁTICO DO POVO BRASILEIRO - retomar as rédeas deste querido Brasil.

  27. A mídia diz que Rodrigo Maia foi o articulador da reforma e que foi o Centrão que aprovou a reforma , mas os deputados só votaram a favor porque foram liberadas emendas orçamentárias pelo governo .

  28. muita cara de pau e deselegância desse maia ignorar os verdadeiros reformadores, Guedes e o governo Bolsonaro, o povo sabe e não adianta fazer discurso desonesto nem chorar,

  29. Uma reportagem bem escrita, de fácil entendimento e mostra como os fatos ocorreram. Torço muito para que o País saia dessa gangorra de economia emperrada.

  30. Nem ai pra quem vai ficar com os "louros". A rigor JAMAIS re-elejo ninguém. Só fazem m.... E a obrigação dessa corja é fazer as reformas necessárias. Nada mais que a obrigação. Contudo, as raposas sempre levam alguma vantagem...

  31. Rodrigo Maia teve sem dúvida, papel importante. Porém foi deselegante em não ditar Paulo Guedes que trabalhou duro para extruturar, esclarecer e divulgar a importância desta reforma. Além do mais, desmerecer e ignorar Bolsonaro também não foi de bom tom. Mas nós brasileiros sabemos da importância de todos os envolvidos.

    1. Rodrigo Maia, se apoderou do projeto do Guedes para virar os holofotes para ele, Mas está colocando uma reforma ineficaz, Fez de tudo para deixar Estados e Municípios fora o que será um desastre. Ele pensa que não será responsabilizado. Só que não, vamos cobrar dele

  32. O grande negociador da reforma foi o Rodrigo Maia se fosse por Bolsonaro esta reforma não passaria ele um presidente sindicalista de militares e policiais e ainda queria boicotar a reforma para atender aos seus parcas(polícias) atrasou a reforma que era para está pronta hoje eu posso falar votei nele mais não voto mais não só eu muita gente.

    1. Nunca fui de esquerda,e não voto em PT, só voto se for Moro candidato,este merece voto.

    2. Só JAMAIS VOTE na esquerda petisra safada e ladra! O voto Bolsonaro foi pra TIRAR a corja do poder. NUNCA MAIS PT E AFINS... Bolsonaro.... ainda tem muita água pra rolar. Até o momento só faz "trapalhadas" (parças policiais e filhos problemáticos+ nepotismo). Tb não vai prestar

  33. Então a Reforma ficou do tamanho que queria o Paulinho da Força. Aplausos!!! Ou melhor, do tamanho do rombo do BNDES. A princípio...

  34. Agora alguns querem ser o pai da criança, porém os únicos pais da reforma são presidente Bolsonaro e ministro Guedes. E não adianta fazerem discursos demagógicos, apelando para lágrimas e palavras de ordem como o Congresso e o STF merecem respeito;nada disso vai diminuir a resistência da população em relação ao comportamento insidioso dos congressistas. E demais a mais, não fizeram mais nada do que suas obrigações.

  35. O governo negociou bem. Teve senso de oportunidade ao liberar as emendas, que são impositivas , na hora certa. Sem empenho das emendas Maia nada conseguiria, no entanto ele atuou bem. Fez -se negociações políticas lícitas. Não esquecemos da população que apoiou o Paulo Guedes, Moro e Bolsonaro , mas jamais apoiou os parlamentares. Os lúcidos do Brasil são os pais da reforma.

  36. Política é assim mesmo. Mas ninguém dirá daqui a 10 anos “ na legislatura Rodrigo Maia o Brasil fez as reformas que permitiram um salto econômico” kkkkk sinto muito a quem torce contra o governo.

  37. Não sei onde ver méritos em Rodrigo Maia, que junto com o centrão e a oposição ficou travando o processo e ainda por cima obrigou o governo a fazer emendas, ié despesas extras q só aumentam o deficit atual, e ainda desidratou a reforma, pela economia menor e a retirada da opção pelo regime de capitalização, que eliminaria de vez a propagação do problema atual para o futuro. Previ publ nos moldes atuais poderia ser obrigatória somente até o limte de 2 sal mim, no max , c opção capital adicional.

  38. Foi uma vitória da sociedade brasileira que foi às ruas num domingo pedindo a aprovação da reforma. Então, os louros são da sociedade brasileira, e agora, o buchudinho Maia, mequetrefe, esta tentando surfar na onda dessa aprovação, mas esse corrupto só engana idiotas e imbecis.

  39. Primeiro é preciso diminuir a importância do Rodrigo Maia, claramente jogando para a mídia e recebendo o respaldo para isso. Segundo, eu falo porque me lasquei na reforma, é preciso q

  40. Claro que Bolsonaro, se souber jogar, será o maior beneficiário. A reforma foi alterada pelos políticos, isso deveria ser deixado claro, especialmente que houve pesadas tentativas de corporativismo. Maia está meramente expondo sua vaidade e ambições políticas, mas considerando seu teto de vidro..., não é tão difícil enquadrá-lo. Só não entendi o esforço de alguns canais, BAND inclusa, pra encher a bola dele. Estão apostando no quê?

  41. Precisamos votar com mais responsabilidade nas eleições municipais. Temos que renovar os políticos até acabarmos com o tal Centrão, um bando de picaretas mercenários.

  42. Isso e bla, bla, bla. O que aconteceu de extraordinario foi a liberação de verbas parlamentares. Num minuto tudo mudou. E assim tudo indica o esquema vai continuar. Ficou institucionalizada a Rainha da Inglaterra no Brasil, inclusive com boa dose de nepotismo.

  43. Reforma meia-boca, sabotada pelo próprio Bolsonaro. Vergonhoso. Jovens, emigrem enquanto jovens. Depois de velhos é bem mais difícil.

  44. O certo é que Maia pavimenta sua caminhada para a Presidência e o Centrão só está interessado em encher os próprios cofres. Reforma com data para ser "reformada" com consequente mordida aos cofres públicos?

  45. Reforma meia-boca. O próprio Bolsonaro, venal político da velha estirpe, sabota seu ministro Guedes. Brasil, país sem futuro. Jovens, emigrem enquanto jovens. Depois de velhos é bem mais difícil.

  46. Sem desmerecer o papel de destaque do Maia nas articulações para passar a nova previdência, mas é que denominá-lo como ‘estadista’ acabou diminuindo a credibilidade de sua importância. Pesou demais no elogio e acabou perdendo o efeito desejado de alguma verdade nisso tudo.

  47. Tudo que ocorre no congresso nacional é um jogo de cena. O grande capitão da aprovação da reforma não foi o Presidente nem Rodrigo Maia, muito menos o interesse público. O que determinou a aprovação foi o "toma lá dá cá". Rodrigo Maia cria as dificuldades e em seguida as resolve desde que Bolsonaro libere verbas. O mesmo recurso usado por Temer para se livrar de dois processos. Bolsonaro, assim como Temer diz que há previsão legal e Maia homenageia o patriotismos dos deputados. É ridículo.

  48. Não há um só vencedor nessa batalha. Todos são protagonistas, uns com maior importância e responsabilidade, outros menos. Vejo como ator principal o povo, participando como nunca. Viva o Brasil!!

  49. Passou, mas tem muito pela frente ainda... Para os incautos que falam em Doria, Huck e asseclas faltam cérebro para entender que estamos ainda no pé da montanha. O cume está ainda longe... uns dez anos, porem é um bom coneço !!!

    1. Homem que chora e mulher que jura ninguém atira. Essa do Maia chorar é de dar risada. Não fez que a sua obrigação como presidente do Congresso encaminhar a reforma proposta pelo Bolsonaro e Paulo Guedes. Na moita passou o projeto de abuso de autoridade como ele queria.

  50. Para os mais esclarecidos, a postura do Rodrigo Maia é ridícula! Querer os louros da aprovação da Reforma da Previdência sem reconhecer quem realmente a propôs, criou e convenceu a população da sua necessidade, que foi o Ministro Paulo Guedes. Rodrigo Maia não nega sua origem na politicalha que ainda infesta o Congresso.

    1. Concordo! A Reforma é de Guedes, não fosse ele ir ao Congresso expor suas ideias e usar os veículos de comunicação para popularizar aspectos da Reforma, ela não teria a votação maciça que obteve. Maia se empenhou porque foi convencido por Guedes da absoluta necessidade da Reforma. Mas a Reforma - embora um pouco desidratada - ainda é de Guedes.

  51. O Botafogo, os brasileiros ainda são bu.r.ros mas começaram a não mais acreditar na manipulação dos políticos pregadores como os da tua estirpe. Se acalme que em 2022 o sr globalista Luciano Huck terá que aguentar as verdades que jogaremos na fuça dele. O sr Doria é o mais esperto de todos é só vai desgrudar do popular Bolsonaro aos 47 do segundo tempo.

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