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Edição 063

Os pais da reforma

A aprovação da reforma da Previdência representa um passo gigantesco para colocar em ordem as contas do país, mas nos bastidores deixa rusgas entre os artífices da proposta: quem, afinal, ficará com os louros?

Crusoe
Redação Crusoé
9 minutos de leitura 12.07.2019 00:30 comentários 10
Os pais da reforma
O plenário da Câmara na quarta: votos bem além do necessário
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Em 30 de junho, a residência oficial do presidente da Câmara, em Brasília, teve movimento atípico para um domingo. Ao longo do dia, Rodrigo Maia recebeu líderes partidários, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e representantes da equipe econômica para definir o futuro da reforma da Previdência, a principal pauta do governo -- e do próprio Maia. A proposta havia sido aprovada na comissão especial na quinta-feira anterior. Passados cinco meses desde o início da tramitação, parlamentares ainda resistiam a votar as mudanças nas regras de aposentadoria em plenário. Fiel da balança, o afamado Centrão não confiava muito na promessa do governo de que cumpriria os “compromissos” firmados, especialmente a liberação de emendas e recursos extra orçamentários para suas bases eleitorais. Foi aí que o presidente da Câmara levou a  Onyx uma espécie de ultimato: ou o governo começava a atender os pedidos dos deputados ou a reforma simplesmente não seria votada.

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Comentários (10)

Cleidi

2019-07-18 19:50:55

muita água pra pouca farinha.


Joséf

2019-07-16 10:14:57

Bota uma emenda no bolso do Maia que os votos estão garantidos.


Maria Helena Frota

2019-07-16 05:56:10

A morosidade na tramitação da PEC DA PREVIDÊNCIA será debitada na conta política do Rodrigo Maia, cuja ganância de poder leva-o a sacrificar o tempo de desenvolvimento do país sem qualquer escrúpulo de, para isso, usar inescrupulosamente a instituição que preside. Um tolinho.


Aderbal

2019-07-16 04:14:51

Nhonho é o famoso infiel da balança....


Jose Eduardo

2019-07-15 23:12:36

Os congressistas tem que entender que os tempos mudaram, e que, IMPOPULAR esta sendo a velha postura hipocrita que adotam de querer para si a paternidade daquilo que no inicio rejeitaram, como dizem no pantanal, DEPOIS DA ONÇA MORTA QUALQUER COVARDE QUER TIRAR FOTO DE ESPINGARDA NA MÃO! VOCES NÃO FIZERAM MAIS QUE VOSSAS OBRIGAÇÕES E AINDA FIZERAM PELA METADE, ESTAMOS DE OLHO EM VOCES!!!


KEDMA

2019-07-15 22:06:44

Botafogo realmente é um bom ator. Fez tudo para ficar bem com os coleguinhas e ainda sonhar com 2022.


Moisés

2019-07-15 14:56:35

A reforma da previdência já é aprovada pela maioria da população portanto, não é impopular. Só por isso e pelo fato de o povo ter pressionado o Congresso nas ruas e nas redes sociais é que Maia e Centrão cumpriram minimamente com suas obrigações nesta votação. O povo identificou Maia, Centrão e o Congresso como inimigos de uma agenda importante ao País, e só por isso a reforma avançou. Se o povo culpasse o Governo o Congresso nada faria, e seguiria surfando na miséria do povo como sempre fez.


José

2019-07-15 14:17:37

O Maia é a mãe.Está parindo a reforma.O Centrão é a parteira que só aceitou fazer o parto depois de vários "acertos".O PT e a esquerda radical são os abortistas-infanticidas.O Pai é o Guedes.E o Bolsonaro o padrinho.Paulinho da Força é o Tio estéril que tem ciúmes do Padrinho.


Flavio

2019-07-15 13:55:10

Definitivamente o congresso não é composto por patriotas. Lamentável...


Leandro

2019-07-15 12:28:23

Ficar discurindo quem foi o pai ou a mae do primeiro tempo da reforma, e' otimo pra oposicao. Nao gostamos desse congresso e nem dos presidentes da casa, mas e' com eles q temos q trabalhar, foi com eles q vencemos o primeiro tempo. A PEC caminhou com as dificuldades q sabiamos q teriamos. Discutir a paternidade nao ajuda em nada e pode dividir os q votaram a favor e comprometer o resultado final.


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Comentários (10)

Cleidi

2019-07-18 19:50:55

muita água pra pouca farinha.


Joséf

2019-07-16 10:14:57

Bota uma emenda no bolso do Maia que os votos estão garantidos.


Maria Helena Frota

2019-07-16 05:56:10

A morosidade na tramitação da PEC DA PREVIDÊNCIA será debitada na conta política do Rodrigo Maia, cuja ganância de poder leva-o a sacrificar o tempo de desenvolvimento do país sem qualquer escrúpulo de, para isso, usar inescrupulosamente a instituição que preside. Um tolinho.


Aderbal

2019-07-16 04:14:51

Nhonho é o famoso infiel da balança....


Jose Eduardo

2019-07-15 23:12:36

Os congressistas tem que entender que os tempos mudaram, e que, IMPOPULAR esta sendo a velha postura hipocrita que adotam de querer para si a paternidade daquilo que no inicio rejeitaram, como dizem no pantanal, DEPOIS DA ONÇA MORTA QUALQUER COVARDE QUER TIRAR FOTO DE ESPINGARDA NA MÃO! VOCES NÃO FIZERAM MAIS QUE VOSSAS OBRIGAÇÕES E AINDA FIZERAM PELA METADE, ESTAMOS DE OLHO EM VOCES!!!


KEDMA

2019-07-15 22:06:44

Botafogo realmente é um bom ator. Fez tudo para ficar bem com os coleguinhas e ainda sonhar com 2022.


Moisés

2019-07-15 14:56:35

A reforma da previdência já é aprovada pela maioria da população portanto, não é impopular. Só por isso e pelo fato de o povo ter pressionado o Congresso nas ruas e nas redes sociais é que Maia e Centrão cumpriram minimamente com suas obrigações nesta votação. O povo identificou Maia, Centrão e o Congresso como inimigos de uma agenda importante ao País, e só por isso a reforma avançou. Se o povo culpasse o Governo o Congresso nada faria, e seguiria surfando na miséria do povo como sempre fez.


José

2019-07-15 14:17:37

O Maia é a mãe.Está parindo a reforma.O Centrão é a parteira que só aceitou fazer o parto depois de vários "acertos".O PT e a esquerda radical são os abortistas-infanticidas.O Pai é o Guedes.E o Bolsonaro o padrinho.Paulinho da Força é o Tio estéril que tem ciúmes do Padrinho.


Flavio

2019-07-15 13:55:10

Definitivamente o congresso não é composto por patriotas. Lamentável...


Leandro

2019-07-15 12:28:23

Ficar discurindo quem foi o pai ou a mae do primeiro tempo da reforma, e' otimo pra oposicao. Nao gostamos desse congresso e nem dos presidentes da casa, mas e' com eles q temos q trabalhar, foi com eles q vencemos o primeiro tempo. A PEC caminhou com as dificuldades q sabiamos q teriamos. Discutir a paternidade nao ajuda em nada e pode dividir os q votaram a favor e comprometer o resultado final.



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