Eduardo Anizelli/FolhapressBolsonaro: 69,9% dos votos válidos no estado mais rico do Brasil, segundo pesquisa divulgada hoje

A nova direita brasileira mostra a cara

O mesmo fenômeno que levou à votação de Jair Bolsonaro no 1º turno da corrida presidencial provoca uma reconfiguração na cena política nacional e impõe um desafio à nova força: será preciso mostrar resultados logo
12.10.18

Cada uma das cinco eleições presidenciais brasileiras realizadas após a redemocratização carrega uma marca. É o que as define e as leva para as páginas da história como uma leitura do espírito do seu tempo. Em 1989, foi a eleição da democracia, a primeira após um intervalo de 29 anos. Em 1994, foi a do Plano Real, lançado três meses antes do pleito e suficiente para eleger em primeiro turno o então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso. Em 1998, foi a primeira com a possibilidade de reeleição. Em 2002, a da vitória do PT após seguidas tentativas frustradas de chegar ao poder. Em 2006, foi a eleição do Bolsa Família. Em 2010, a primeira em que uma mulher, Dilma Rousseff, chegou ao Planalto. Em 2014, foi a do aberto estelionato eleitoral. A deste ano caminha para ser a eleição em que chega ao poder uma nova direita brasileira – uma direita diferente daquela que se convencionou chamar de direita ao longo de décadas no Brasil, e que alcança a ribalta na esteira do sucesso eleitoral do presidenciável Jair Bolsonaro, a face mais conhecida do zeitgeist destas eleições de 2018.

Bolsonaro teve mais de 49 milhões de votos no primeiro turno. Seu partido, o PSL, conquistou o maior número de votos para a Câmara (quase 11 milhões e meio) e terá a segunda maior bancada, passando de nove para 52 deputados, 47 deles novatos. Pelo menos 22 parlamentares de origem militar foram eleitos. No Senado, grande parte da renovação, igualmente histórica, se deu à direita. Nomes como o do jornalista conservador Carlos Viana, do PHS de Minas, e de Major Olímpio, do PSL de São Paulo, além do próprio filho de Bolsonaro, Flavio, superaram políticos tradicionais e devem liderar uma nova frente na casa. Nos estados, o Novo, alinhado a uma agenda ultraliberal, pode eleger o empresário Romeu Zema como governador do segundo maior colégio eleitoral do país, Minas Gerais. Um aliado de Bolsonaro, Wilson Witzel, do conservador PSC, é favorito no Rio. Uma onda direitista, enfim, varreu o país. O que a gerou? E quais são as suas consequências práticas?

A resposta mais simples está no crescimento do antipetismo, na reação de parte significativa dos brasileiros à sucessão de escândalos políticos cujo apogeu veio com a Operação Lava Jato, e na crise econômica, que naturalmente leva os eleitores a buscarem alguma mudança. Mas há mais. O que as urnas trouxeram é resultado de um movimento cujo embrião está no primeiro mandato de Lula. Àquela altura, com o escândalo do mensalão, grupos de direita antes restritos a sites acanhados na ainda incipiente internet começaram a ocupar também outros espaços. Em paralelo, no ritmo da crescente rejeição ao PT, falar em direita foi deixando de ser um pecado mortal no país – por muito tempo, esse espectro da política esteve intrinsecamente ligado à imagem de presidentes do regime militar e de coronéis nordestinos. O ideário de direita foi, então, ganhando voz. Inclusive em foros mais sofisticados, como institutos liberais que, instalados nas grandes capitais do país, passaram a reverberar a reação ao crescimento da esquerda.

Em 2010, com a eleição de Dilma Rousseff, Jair Bolsonaro percebe esse movimento e cria uma conta no Twitter que virou, digamos, a plataforma de lançamento de sua estratégia para chegar ao Planalto. Aos poucos, ele foi modulando o discurso para esse público. Até então mais focado em segurança pública e na defesa de militares, passou a adotar com maior força a defesa de valores. Bandeiras como o combate ao aborto e ao chamado kit-gay viraram prioridade. A crise econômica causada pelo governo Dilma e a Lava Jato coroaram esse processo, além da descoberta dos sucessivos desvios dos dois partidos dominantes até então da política brasileira, o PT e o PSDB. “O PSDB tenta captar esse movimento da nova direita. Questiona a reeleição de Dilma, apoia o impeachment e integra o governo Temer. Mas o envolvimento de Aécio Neves na Lava Jato esfacela o partido, que passou a ser identificado com os males do sistema político. O PT cometeu uma série de erros de ordem moral e estratégia, gerou o antipetismo que é hoje uma força que joga água no moinho de Bolsonaro e da direita”, diz a cientista política Camila Rocha, que neste ano conclui um doutorado na USP sobre a nova direita brasileira.

Quanto ao que virá pela frente, a resposta depende de uma série de fatores. A começar pela forma como atuarão os novos protagonistas da cena, especialmente os eleitos para o Congresso Nacional, onde já é certo que ela estará bem representada. Os especialistas observam que, na realidade, a direita brasileira não é uniforme e homogênea nos seus métodos e agendas, tampouco suas bases eleitorais têm o mesmo perfil. “Há vários tons da direita, cada um com características próprias”, avalia o professor de Ciências Políticas da Universidade Federal do Paraná Alexandre Codato. Até há pouco, eram dois os grupos que se destacavam nesse espectro político. Um deles é a direita “tradicional”, representada por políticos como Ronaldo Caiado, eleito domingo governador de Goiás em primeiro turno. Outro é a direita “neoliberal”, que até aqui representava os interesses do mercado ao mesmo tempo em que buscava progresso social. O PSDB, a despeito de sua origem social-democrata, a liderava de certa forma.

Dilma Rousseff deixa o Planalto após o impeachment: os escândalos do PT abriram caminho para Bolsonaro e seus seguidores
O que o Brasil viu surgir das urnas no último domingo consolida a força de três novas tendências. A primeira é a direita “popular”, formada por religiosos com forte ligação com as camadas mais carentes da população. São, em sua maioria, neopentecostais (o segmento religioso que mais cresce no Brasil) e costumam integrar partidos pequenos e médios, caso do PSC e do PRB. Seu principal objetivo é barrar alterações na legislação de costumes, como aborto e casamento gay. Esse grupo tem no deputado reeleito Marco Feliciano, do PR, um de seus baluartes. Já a direita “libertária”, da qual o Partido Novo é o melhor representante, é pró-mercado e contra o Estado demasiadamente social. Defende o liberalismo e a liberdade de escolha individual como um direito absoluto. Por fim, há a direita “nacionalista”, que em valores e costumes se aproxima da direita popular, mas se diferencia pela predominância em seus quadros de militares e seu ideário de defesa da mão forte do Estado.

O sucesso de Bolsonaro nesta campanha em muito se explica por ele ter conseguido assimilar em seu discurso, se não a totalidade, ao menos parte das bandeiras de cada uma dessas correntes. Se vencer a disputa contra Fernando Haddad, porém, o sucesso de seu governo dependerá da maneira como irá conciliar os interesses dos diferentes grupos a partir do Palácio do Planalto. “Somos diferentes da velha direita. Não somos patrimonialistas, não somos donos de jornais. Viemos para quebrar essas lógicas”, diz Kim Kataguiri, 22 anos, uma das caras da nova direita “libertária” no Congresso Nacional. Quarto deputado federal mais votado em São Paulo, pelo DEM, com 458 mil votos, o jovem já declarou apoio a Bolsonaro no segundo turno e chegou a lançar sua candidatura à presidência da Câmara, embora tenha na idade um empecilho (pela Constituição, é preciso ter no mínimo 35 anos). Ele quer manter a campanha mesmo assim. A estratégia? Tentar unir a direita. “Quero agregar os ideológicos de direita e mostrar que há alinhamento com Paulo Guedes. Unidade absoluta é muito difícil, mas é possível, sim, levar adiante um programa de reformas estruturantes.”

Além de Kataguiri, outra leva de novos deputados pretende defender o liberalismo em seus mandatos. Um deles é o paulista Vinícius Poit, 32 anos, do Novo. Formado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas, ele teve mais de 200 mil votos. É filho do empresário Wilson Poit, secretário municipal de Desestatização e Parcerias da Prefeitura de São Paulo e que foi dono da Poit Energia, empresa de locação de geradores e transformadores. Vinícius Poit vem com a defesa de uma agenda de desburocratização e empreendedorismo. Outra cara é a de Marcel van Hatten, da mesma idade e partido. Foi o mais votado no Rio Grande do Sul, com 349 mil votos. Defende o combate de privilégios e reforma do estado. O príncipe Luiz Philippe Bragança, descendente da família real brasileira, teve 116 mil votos. Suas propostas estão centradas na defesa de um estado eficiente.

Em comum, todos eles têm uma presença forte na internet e a ligação com institutos liberais, os chamados “think tanks”, que se proliferaram nos últimos anos nem uma espécie de reação, por fora da política, ao petismo. Um dos maiores é o Millenium, do qual Paulo Guedes, o guru de Bolsonaro, foi fundador. Em seu último artigo no site do instituto, em junho, Guedes escreveu: “É tempo de experimentar a liberal-democracia. Uma aliança de centro-direita na política em torno de um programa liberal na economia”.

Lançado em 2006, ano da primeira reeleição de Lula, o objetivo do Millenium sempre foi disseminar os ideais liberais. No começo, a partir de indicações de textos pela internet. Com o passar do tempo, passou a produzir conteúdo próprio  por meio de mais de 100 colaboradores, dentre os quais alguns dos principais economistas brasileiros, como Armínio Fraga, Fernando Schuller, Gustavo Franco e Samuel Pessoa. O impeachment de Dilma Rousseff em razão das pedaladas fiscais foi o auge do instituto. “Ali percebemos que havia falta de informação, crime fiscal, privilégios para setores, gastos públicos. Vimos que era a possibilidade de discutir isso”, diz Priscila Pinto, CEO do Millenium. Para ela, o governo Bolsonaro é uma oportunidade de levar essa agenda liberal à prática. “O pensamento liberal vai ter uma chance agora. Haverá um espaço para essa pauta, com pessoas no governo que veem benefícios em uma economia competitiva e aberta”, conclui.

Rogério Castro/Estadão ConteúdoRogério Castro/Estadão ConteúdoPaulo Guedes, o guru de Bolsonaro: ele ajudou a fundar os institutos liberais que guiam muitos dos políticos da nova direita
Outro instituto é o Mises, fundado em 2007, um ano após a criação do Millenium. Ele defende um modelo econômico liberal mais radicalizado, intitulado “libertário”, pelo qual a participação do estado na economia é quase nenhuma. A proposta é decorrente da chamada “escola austríaca”, de onde vem o ideólogo que o batiza, Ludwig von Mises. O instituto produz um artigo econômico denso por dia que mais parece um capítulo de livros de economia, e o distribui a uma rede de jovens estudantes de economia, direito e ciências sociais. Tem mais de 70 títulos publicados. “O Brasil por dez anos foi na direção errada, principalmente depois da crise mundial com 2008. Veio mais regulação e controle do estado. Esse vetor se já não virou com o governo Temer, pelo menos diminuiu seu ímpeto. Mas agora o vetor mudou de lado”, defende o economista Hélio Beltrão, presidente do Mises. Ele avalia haver uma nova geração de parlamentares que levarão esse ideário para o Congresso. “E as caras velhas irão acompanhar essa tendência”, acredita.

Tanto o Millenium quanto o Mises integram a Rede Liberdade, por onde mais de 30 institutos liberais do país se comunicam. Ali estão outros como o Instituto Liberal, do Rio; o Instituto de Formação de Líderes, de Belo Horizonte; e o Instituto de Estudos Empresariais, do Rio Grande do Sul. Em comum, uma incessante busca de relacionamento com as universidades, a partir da avaliação de que há muita restrição ao pensamento liberal na academia. Segundo eles, a esquerda barra o pensamento liberal já na universidade. Outro ponto em comum é que os líderes desses institutos atuam principalmente nos setores financeiro e produtivo. E, agora, terão seus braços no Congresso e na Esplanada. Kim e Marcel van Hatten acompanham o Instituto Mises Brasil desde a fundação praticamente. O príncipe é fundador do Acorda Brasil. Vinícius Poit é do Instituto de Formação de Líderes, focado no empreendedorismo.

A questão é que essa direita mais alinhada à agenda econômica liberal integrará, se Bolsonaro vencer, a mesma base aliada com setores para quem a prioridade é a defesa de uma agenda mais focada em costumes, como a proibição do aborto, do casamento gay, e a liberação das armas. Para não falar dos nacionalistas do mesmo campo ideológico. Solucionar essa equação será um dos primeiros desafios do capitão, se derrotar o petista Fernando Haddad no dia 28. A saída é a negociação que passe pela defesa da agenda de costumes em troca da aprovação de medidas para o ajuste fiscal que agradem todos os lados. “Essa nova direita vai precisar discutir a convergência sobre temas econômicos, principalmente sobre privatizações. Mas acredito que seja o único ponto que pode causar divergência. Há certa uniformidade da nova direita quanto aos costumes”, diz o deputado reeleito Sóstenes Cavalcanti, do DEM, um dos líderes da bancada evangélica.

Há outro ponto: a reforma da Previdência, rejeitada pelo Congresso no governo Temer, inclusive por parlamentares de direita. Para unir sua possível base, a ideia de Bolsonaro é votá-la apenas no segundo semestre. Até lá, ele pretende fazer uma auditoria das contas, mostrar que há cobrança dos grandes devedores, prestar contas periodicamente à população, a fim de preparar o terreno de modo que tanto ela quanto os parlamentares a aprovem. O PSL, o partido de Bolsonaro, que elegeu a segunda maior bancada, terá um papel crucial. Primeiro por seu tamanho. Segundo, porque é o retrato mais bem acabado da nova direita brasileira. Há ali representantes dos mais diversos setores: militares, policiais, profissionais liberais, servidores públicos e empresários. A bandeira que os une sem maiores diferenças é o antipetismo – o que ainda é pouco para um partido que está prestes a ser a principal força congressual de um presidente da República.

Aos 81 anos, um dos maiores símbolos vivos da direita brasileira, o ex-ministro e ex-senador Jorge Bornhausen, que apoiou Geraldo Alckmin nas eleições presidenciais deste ano, constata com satisfação que há um movimento favorável à direita pela primeira vez em muitos anos no Brasil. Mas acha que é muito cedo para fazer projeções. “A sociedade está com um olhar mais receptivo às ideias liberais, o que permitiu esse avanço, mas é difícil saber se vai perdurar”, diz ele. Bornhausen afirma que a direita só poderá se consolidar no poder se conseguir obter resultados positivos advindos de uma melhora expressiva da economia. E, diante do atual quadro de devastação, isso tem de ocorrer rapidamente. Transformar o discurso em ação efetiva é um desafio monumental, como também sabia por experiência própria Roberto Campos, a maior inteligência da história do liberalismo brasileiro. Para  tanto, a nova direita terá de por a cara para bater.

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  1. Com todo o respeito à opinião do jornalista, não compreendi o destaque do conservadorismo nos costumes com os neopentecostais. A população brasileira, em sua história, sempre foi conservadora e tradicionalista; perfil este que muito se deve à histórica influência da Igreja Católica na nossa sociedade. Talvez esta sociedade tenha praticado certa abstenção à agenda progressista mais "tênue" surgida após a redemocratização. Mas a intensidade desta agenda dos últimos exigiu manifestação!!

  2. Acho esta formado o cenário perfeito para que Bolsonaro, caso eleito, coloque em prática sua agenda conservadora nos costumes , e ao mesmo tempo, faça avançar reformas políticas, econômicas e fiscais, que tanto precisamos. O tempo dirá.

  3. Excelente artigo como a maioria. Eh preciso formar o jovem brasileiro para que possa entender o que eh a “ boa “ direita e como diferencia-la da atracao ideologica de ideias de esquerda que enganam e nao levam a uma evolucao da sociedade.

    1. Ótimo artigo. Vamos mudar a chave e recuperar o tempo perdido. Vai ser uma missão árdua, pois encontrarão uma terra arrasada

  4. Oportunismo, fanfarronice, populismo é a cara do que Crusoé chama de "nova direita"? Cuidado com este proselitismo, Crusoé vai se tornar a "nova Veja".

  5. Artigo muito bem escrito. Parabéns! Só não concordo com um ponto destacado. A respeito do PSDB representar a direita e de ser neoliberal. Pode sim, existir neoliberais no PSDB, mas o seu grupo é composto em sua maioria por keynesianos, ou seja, esquerda. Outro ponto é a respeito do neoliberalismo ser um viés de direita. Não é direita.

    1. Concordo totalmente com você. Essa história de PSDB ser direita não convence mais ninguém. E posso estar errado, mas a sigla tem tudo para se tornar um partido nanico se não começarem a correr atrás do prejuízo.

  6. A principal diferença da Ditadura para a dita " Democracia " é que , na ditadura a Corrupção não é divulgada , as vezes é punida , na Democracia é divulgada e nem sempre punidas , onde está agora os que lutaram pela democracia ? , estão investigados ou presos mais a maioria em suas mansões e Impunes .

  7. Excelente artigo! Espero que Bolsonaro possa ( já no início do seu mandato) colocar em prática o que se pretende, senão, aqueles que defendem a esquerda irão se manifestar defendendo que os projetos apenas ficaram no papel, e que por isso, não haveria jamais condições de se tornarem realidade. Boa sorte, Brasil. E que venha um País melhor para todos nós.

  8. Pois é ... Quem pedia uma intervenção militar de certa forma a obteve. Bolsonaro representa uma intervenção 2.0 na qual as FFAA entraram pela porta da frente no cenário político brasileiro.

  9. O ideal seria aprovar reformas que necessitem de maioria absoluta logo de saída,aproveitando o grande capital político de um presidente eleito,deixando as medidas que necessitem de maioria simples pra sequência.

  10. Ótimo artigo! É o primeiro que vejo que realmente mostra compreensão do que levou ao resultado que vimos nessa eleição. Acredito, sim, que o liberalismo persistirá. Junto com a onda anti-petista, veio a percepção de que quanto maior o Estado, maiores são as oportunidades para a má gestão e a corrupção. A uma parcela da população também veio a consciência de que o Estado invade excessivamente a vida privada.

  11. Parabéns! Um artigo que é uma verdadeira aula sobre o destino e o futuro do Brasil! Esta equipe de jovens,comprometidos com novas idéias! Não tem preço! Do alto de meus 77 anos e economista, criei esperanças! Governem com, os jovens! Aih, está o futuro. Amei!

  12. A esquerda tomou o poder desde da constituição Cidadã, a qual deve ter este apelido devido ao cidadão trabalhador ter que sustentar a Corte no Poder... Não existam partidos de direita apenas esquerda moderada (PSDB), radical (Foro de São Paulo) e o restante fisiologista. E todos eles compartilhando o dinheiro retirado do bolso de quem trabalha e paga os impostos. Criando programas sociais que da com uma mão e tira com duas. Bem, a direta reapareceu, vamos ver como vai ficar a esquerda.

  13. Muito boa essa explanação sobre direita e sua fundamentação teórica. Mostra a ideologia e os diferentes segmentos ! Cada qual se integra no seu ! Democracia sem ranço de esquerdopata !!

  14. Adorei o artigo . Estou até mais tranquila para votar no Bolsonaro no segundo turno. Muito didático e um alento saber de lideranças jovens na Câmara.

  15. Caio Junqueira pode nos dizer, se existe por parte da Crusoé, uma instrução para não falar sobre o importante e longo trabalho de educação feito pelo professor Olavo de Carvalho.

    1. Concordo, faltou uma referência longa e elogiosa ao Prof. Olavo de Carvalho, pioneiro no questionamento à hegemonia esquerdista na cena cultural e política brasileira. Quando ele falava e escrevia sobre o Foro de São Paulo era ridicularizado, como se estivesse divulgando estórias da carochinha. Hoje o que ele antecipou já é um consenso entre os bem pensantes. Longa vida ao Prof. Olavo de Carvalho!

    1. Não irão calar este senhor que foi o grande divisor de águas nesse atual momento político, sem dúvidas ele sempre será lembrado enquanto tivermos esperanças pela conquista direitista brasileira.

  16. Excelente matéria. A direita tem uma oportunidade ímpar para celar de vez o desenvolvimento econômico e social do Brasil que foi esfacelado nestes 14 anos de governo PT.

    1. O Lula fala certo, né? Um psicopata bebaço que detesta pobre, mas adora dinheiro. Só n vê quem não quer.

    2. Celar? Esse é o conhecimento da seu idioma, cara pálida? Correndo da cultura burra . É SELAR, zero à esquerda

  17. Só considero uma falta a esta matéria! A peça fundamental que uniu essas certemtes e formou muitas delas! O Professor Olavo de Carvalho, que tem sido uma "meca" para onde todas as vertentes de direita hoje têm se virado"

  18. Muito boa essa matéria do Junqueira! Deu pra resumir bem a história e os desafio que a Nova Direita tem! Vamos torcer pelo sucesso da bancada Liberal!

    1. O clima de está favorável , estamos na torcida pelo êxito da bancada !

  19. Excelente matéria! Estamos otimistas para ver boas propostas e uma rápida recuperação. Não atrapalhando, como faz o PT, já é mais de meio caminho andado.

    1. Verdade meu amigo. Estão subestimando sua inteligência, sua capacidade de liderança e a capacidade de executar os projetos propostos.

  20. Muito bem. Caio é isso, acho que o povo quer se libertar. Existe muita criatividade e inteligência disperdiçada , que a esquerda está destruindo, para da saciar a psicopatia alcoólatra e vingativa de poucos. A vaidade não pode superar a necessidade de alfabetizar e educar de verdade, não com idéias.Chega de escravidão.

  21. Boa matéria, que bom que ganhamos cadeiras no Congresso, mas é preocupante a incompetência técnica e política do líder (17) dessa turma! Isso deve atrasar muito os bons resultados na economia...

    1. Competente na conversa e no ilusionismo. Completamente incompetente no que o país precisava!

    2. Lula foi tão paparicado pela direita e esquerda,fica a pergunta: era competente?

  22. Sensacional! Matéria imprescindível para compreendermos a atual conjuntura econômica e para onde estamos indo. Sigamos em frente Crusoé! !!

  23. Caio Junqueira traz jornalismo com qualidade na Crusoé. A revista chegou na hora certa formando um oásis de informação política e destoante da grande imprensa com viés socialista. Parabéns pelo ótimo trabalho!

    1. Todosdo Antagonistas e Crusoé são maravilhosos. A prisao do Lula devemos ao Diogo lindo e ao Sérgio Moro, igualmente lindooooo

  24. Muito boa a reportagem que nos dá uma visão do liberalismo, apontando nomes para que possamos acompanhar sua participação.

  25. 5 eleições? Estão considerando a reeleição de FHC em 1998 como continuidade da anterior, e o mesmo para a de Lula em 2006? Ficou estranho, pessoal...

  26. VIVA...!!! \o/ \o/ \o/ - Já posso ser JORNALISTA...!!! – Nada sei de Matemática/Aritimética, sei contar de um até dez. “Cada uma das cinco eleições... (...)após a redemocratização...” (período mais TORPE da política brasileira amado p/ MÍDIA COMUNA). Depois o texto elenca as eleições desde 1989 até 2014. Minha ojeriza a números encontrou sete eleições. (?) Por quê tanto elogio à “A Nova Direita...” que não cita OLAVO de CARVALHO, fala do "guri" KIM KATAGUIRI e esquece das 2 mulheres +votadas.??

    1. Qual o motivo de tanta suspeita sobre os eleitos do PSL Por quê esta reportagem omite Olavo de Carvalho e a Joice e e Janaína sendo as mais votadas do PSL ?

  27. A direita brasileira vai voltar a governar e vai ser um sucesso como está sendo no EUA com Trump.E esquerda vai se beneficiar com a nossa escolha só não sei se irão nos agradecer,e esperar pra ver!

  28. Diria que resultados como empregos e etc no primeiro semestre ou mesmo no primeiro ano, não vão aparecer muito. Mas a ideia de uma auditoria me parece um ótimo começo!

  29. É difícil compreender um cientista político que foi formatado no gramscismo. Os brasileiros conviveram com uma guerra-fria tampouco uma guerra civil espanhola. Ideologia não é bem sua praia são poucos ou qn que conhece o porquê do mensalão o que é fascismo. Direita no Brasil não existe o fato é que as escolas superiores preparam pros'lito do comunismo que está em curso há mais de 30 anos. Um cientista político e uma vidente para mim faz o mesmo sentido.

  30. Não há como apresentar resultados imediatos após 30 anos de aparelhamento do estado brasileiro. Temos que desmontar esta organização criminosa, infiltrada em todos os setores da estrutura brasileira, no âmbito federal, estadual e municipal. Seja nas universidades, todas de esquerda, ensino primário, secundário, nas mãos de sindicatos de esquerda, e centenas de outros órgãos. Não vai ser tarefa fácil. Demandará tempo.

    1. Fico imaginando o trabalho hercúleo a ser demandado para retirar os esquerdistas entranhados em todas esferas da máquina pública, todos trabalhando sub répticiamente contra Bolsonaro e as propostas suas e de sua bancada. Como será?

  31. Bela análise. Então é melhor falar em centro-direita. Direita como nos EUA jamais vai existir no Brasil. A sua base rural sempre foi de centro-direita, principalmente em São Paulo. O interior todo de São Paulo sempre foi centro-direita. Sou desse interior e me coloco com centro-direita, na qual entra o lado bom da esquerda. A Revolução de 32 foi nada mais, nada menos, do que centro-direita. Essa mistura vem desde a escravidão, que foi minimizada pela religião católica, que criou as bases do país

  32. Um governo liberal de centro-direita focado em estruturar de fato e tecnicamente as bases do crescimento é o que o Brasil precisa agora. A cara para bater nao é problema. O problema é o brasileiro nesta eleição colocar de novo a carteira para baterem, como foram os ultimos 16 ultimos anos de corrupção de quem governou.

  33. Matéria rica em conteúdo e muito esclarecedora. Fico feliz por ter assinado a Crusoé e receber materiais de alto padrão. Parabéns pelo trabalho!

  34. Estou feliz em poder contribuir, mesmo que modestamente, com a Crusoé. Desejo que continuem a investigar e denunciar os maufeitos deste nosso Brasil. Parabéns pela matéria. Muito esclarecedora.

  35. Excelente. O Brasil tem que deixar de ser uma grande ONG e virar uma empresa que produza riqueza a todos. O Brasil tem tudo pra dar certo.

  36. Ótima matéria, estou bastante satisfeito com a assinatura da Cruzoé. Em especial essa edição é nota 10. Parabéns e sucesso sempre!

  37. A direita brasileira renasceu das cinzas, o DEM quase destruído por ordem da esquerda Brasileira também renasce com bons nomes no quadro bem como o Novo que surge para dar mais força a esta guinada. Não acredito que pare por aqui até mesmo porque o Brasil e o Brasileiro tem um espírito neste mesmo sentido. Para as questões que guardem os valores históricos todos se juntam a mesma bandeira, ou seja uma Bandeira nacional. Não há espaço para o vermelho ....

  38. Parabéns pela matéria, excelente, só esqueceu de incluir no comentário as duas mulheres mais votadas no estado de São Paulo, Joice Halssemam e Janaína Paschoal.

  39. Esta na hora de termos um jornalismo de direita também !! Pois todas , absolutamente todas , as mídias são de esquerda , com pouquíssimos jornalistas com pensamento de direita !!

  40. Não gosto desse 8 ou 80... Esquerda ou direita... Apoio Estado mínimo, reforma politica, trabalhista, tributaria, previdenciaria, penal etc. Além de privatizações de tudo que não for essencial (inclusive da petrobras), liberaçao do porte de arma, maconha, mais autonomia para as policias, regulamentaçao do aborto, menos intromissao do estado na nossa vida, tipo, liberaçao de casamento gay, como também que esses casais possam adotar crianças. Contra cotas raciais, mas a favor de cotas sociais.

  41. Muito boa a análise da nova direita. É bastante esclarecedora e com informações históricas pouco conhecidas do grande público.

  42. Fala sobre a direita e não citar o professor Olavo de Carvalho é no mínimo imperdoável e demonstra pouco conhecimento sobre o momento.

  43. Junto com a nova direita o Brasil ganha um novo jornalismo. A edição da CRUSOÉ deve ser lida e guardada para consultas. Espero que o Bolsonaro leia a reportagem, pois tão importante como a vitória na eleição é assegurar a governabilidade e produzir resultados positivos na economia que sejam imediatos mas duradouros ao longo dos próximos 4 anos. Só assim, depois de duas décadas, desaparecerão do Brasil os “cadáveres insepultos do comunismo”.

  44. De todos tons de direita apresentados, aqueles com os quais não coaduno são, unicamente: a direita religiosa, renhida, que em economia se transforma em liberal por ocasião da barganha para sua agenda de costumes; e a direita militar, muito próxima da religiosa, com sua visão nacional desenvolvimentista flertando com a estatizante. Dito isso, sempre me vi como libertário nos costumes e liberal-democrata no campo político-econômico.

  45. É preciso que duas ou três medidas de grande impacto econômico sejam tomadas em 60 dias, e principalmente, a função fundamental do Paulo Guedes será domar o lado retrógrado pseudo nacionalista do Bolsonaro, a fim de que tudo não seja posto a perder, rapidamente!

  46. Transformar a agenda liberal em benefícios visíveis para a sociedade,sair da teoria para a prática sem impor mais sacrifícios aos brasileiros,honestidade administrativa ,saúde,educação para todos,Segurança,será o grande desafio

  47. Muito bom poder ter uma visão panorâmica do cenário assim como uma projeção do que podemos esperar de um eventual governo Bolsonaro.

  48. Olavo de Carvalho teve sorte do advogado passar atas do Foro de São Paulo. Foi comunista assumido, apenas lê livros e passa sua visão para aqueles que tem preguiça de ler. Não fosse isso não seria nada. Tem outras pessoas que falam dos absurdos do PT muito antes do Olavo.

  49. Olavo de Carvalho sempre foi um comunista. A sorte dele foi o advogado antes de morrer entregar em suas mãos os documentos sobre o Foro de São Paulo. Lê livros e passa sua visão para as pessoas que tem preguiça de lê-los. Nunca estudou e muito menos fez pesquisas. Ele é sim um astrólogo, a astrologia traça raio x da personalidade das pessoas sem igual, é maravilhosa e fascinante quando bem estudada. Gosto do Olavo, mas as vezes fala bobagens a ponto de deixar pessoas enfurecidas a troco de nada.

  50. Roberto Campos tinha razão. O Brasil perdeu oportunidades contradizendo seus ideais liberalidade. Já não há Roberto Campos, conseguiremos ressuscitar suas idéias? Veremos. O fracasso será combustível para a esquerda burra.

  51. Prezado Caio, boa matéria. Mas além da questão dos COSTUMES e da ECONÔMICA, faltou uma análise da questão CULTURAL. Aguardando uma matéria sobre o papel crucial do OLAVO DE CARVALHO “no tocante a” quebra da HEGEMONIA esquerdista, desmascarando e expondo todas as estratégias e prestidigitações. O homem fez o trabalho de demolir essa turma praticamente sozinho, formando alunos altamente qualificados que agora fazem um trabalho brilhante de desmistificar e esclarecer a população.

    1. Concordo que faltou ressaltar o papel importantíssimo do Olavo de Carvalho nessa virada

    2. Concordó plenamente. Tenho plena convicção que o Olavo teve papel importante.

  52. Excelente matéria, fazendo um retrato desse fenômeno da afirmação da direita no cenário político. O único pecado foi omitir o Prof. Olavo de Carvalho, ideólogo dessa retomada dos espaços que vinham sendo ocupados pela esquerda.

  53. Artigo de uma lucidez ímpar. Há muito não via uma análise tão profunda da evolução de todos nós, como cidadãos e, como sociedade. Uma único senão no artigo: crase no singular, antes de substantivo no plural dói um pouco: 'a sites... Melhor contratar um revisor....

  54. Assinei a Crusoé e na primeira materia que leio, tive a imensa satisfação de confirmar que isso sim é um jornalismo com isenção. Parabéns a revista.

  55. Assinei a Crusoé e na primeira materia que leio, tive a imensa satisfação de confirmar que isso sim é um jornalismo com isenção. Parabéns a revista.

  56. Melhor artigo lido até hoje na Crusoé. Tinha conhecimento de partes do descrito, mas não consolidado como está na reportagem. Parabéns.

  57. Eu não entendo porque não podemos ter liberalismo econômico e respeito à opinião dos outros. Um casamento gay, por exemplo, não destrói o conceito familiar, mas sim o fortalece.

    1. Há quem acredite, eu sou um deles, que casamento é um compromisso muito especial que um homem e uma mulher fazem e que resulta na formação da família. O resto deveria ter outro nome e os direitos preservados de uma união.

    2. Também ficava dividida sobre o aborto, mas refleti sobre dois pontos: 1- ninguém é obrigado a fazer, ao contrário da proibição; 2- melhor um feto abortado que uma criança mal amada e maltratada.

    3. Concordo! Espero que achem um meio termo! De qualquer forma, acredito que não haverá retrocesso.

    4. Concordo. O casamento gay nada mais é que um contrato legal de união estável. Sou totalmente a favor da liberdade individual. Cada um sabe onde o calo aperta, é ninguém deveria ter nada a ver com isso. Talvez por essa razão eu não consiga me posicionar com relação ao aborto. Afinal, o aborto envolve dois indivíduos, a mãe e o feto. A mãe deveria ter a sua liberdade de escolha. Mas, e o feto? Não consigo me posicionar.

  58. É verdade, um bom resumo. Mas me pareceu preconceito não mencionar a importantíssima(e determinante) presença do professor Olavo de Carvalho em toda essa narrativa histórica, uma importância tão grande como a do O Antagonista. Um pequeno deslize antidemocrático da Crusoé e do Caio Junqueira por que não se trata de opinião, são fatos.

  59. A falha da direita é que apesar de melhor visão precisa aprender a fazer oposição quando necessário. Oposição da verdade, contra a oposição mentirosa da esquerda.

  60. A Direita está reagindo em todo o Mundo Civilizado , não seria diferente no Brasil onde a antiga Direita atacada pelo populista " lula " ameaçando de varrer do mapa político , está renascendo graças a Corrupção das Esquerdas , dos Centristas e da velha Direita .

  61. Excelente matéria escancarando a nova oportunidade para o Brasil começar a crescer...faltou mencionar a "nossa principal"... referência Olavo de Carvalho!!

  62. Dá um certo alento mesmo saber que tantos institutos, com agenda voltada para a direita estão em movimento. O Brasil não quer mais viver sob cabresto. Chega! Conservador nos costumes, sim. Liberal na economia. Isso é ser um país que olha para frente, mantendo tradições e costumes e respeito à família e à vida.

  63. Ei, como deixaram Olavo de Carvalho de fora desse artigo...está incompleto e insuficiente sem citá-lo...justiça seja feita a ele!!!!

    1. É verdade. Olavo de Carvalho vem contribuindo há muito tempo contra a doutrinação esquerdista. Temos que lembrar também do Rodrigo Constantino que já propaga os ideias liberais há anos.

  64. A prática e a efetividade da competência, mérito, transparência, do Estado servindo a TODOS e NÃO SE SERVINDO DE TODOS, justiça isonômica , honestidade e a liberdade serão imediatamente percebidas e reflitas na melhor qualidade/condição de vida de TODOS . Consequência: Sucesso!!!!! E a aprovação da imensa maioria👍

  65. A direita brasileira mostra à que veio, pela ótima coluna de Caio Junqueira. Nosso caminho "A nova direita brasileira" esta repleta de nomes importantes e com um preparo para ajudar o crescimento do País.

  66. apenas uma bala, para matar um tigre que morre com duas...Tem que saber onde atirar...A esquerda estará à espreita para atrapalhar e criticar...

  67. a ser eleito, é que tem que esperar...Bolsonaro ajudou muita gente...não há contra partida pra ninguém, foram avisados...

  68. Excelente!!!! Parabéns. Desejo muito que Bolsonaro cometa poucos erros e leve o país para o caminho do sucesso. A responsabilidade dele é oceânica e não terá espaço para grandes erros capaz de levar este projeto de direita para o buraco.

    1. A Crusoé arrebentando a boca do balão com esta edição, não consigo parar de ler toda a revista.

  69. Fiz jornalismo na UFRJ e lá havia uma forte doutrinação de esquerda. O diretório acadêmico interrompia as aulas e nos chamava para passeatas. Eu nunca fui de esquerda, mas, isso era tabu. Hoje, trabalho em uma empresa grande e vejo intelectuais "inteligentinhos" dizerem "ele não" como politicamente correto. Fui revelar meu voto no almoço e uma amiga de trabalho gritou comigo "Diz que ele não é homofóbico, diz, diz!". Eu disse que não queria discutir ali. Sou 17! Sou direita com orgulho isso sim!

    1. Parabéns! Ótima postura... Sei bem o que é isso!

  70. Artigo excelente. Nos meus 65 anos de vida os últimos 30 fora Brasil, finalmente parece que u raio de esperança surge no horizonte.

  71. Excelente artigo. Finalmente podemos dizer em alto som: "sou de direita". Finalmente todas as mazelas da esquerda que sempre conhecemos estão expostas. Finalmente temos a chance de sair do atoleiro do socialismo.

  72. Excelente matéria. Eu sempre sonhei com um levante deste e agora estou muito animado. Acredito firmemente na vitória do capitão, e torço para que a agenda defendida por ele dê certo e que traga como resultado o crescimento desse movimento. Torço muito também pelo sucesso desses novos parlamentares, e que eles sejam um diferencial no nosso Parlamento. Cabe dizer também que o sucesso da Crusoé está ligado ao crescimento desse movimento. Sucesso a todos.

    1. Ele é um Príncipe, por hereditariedade, independentemente do sistema de governo atual.

  73. Abílio Uma das melhores reportagens que já li numa revista brasileira. E olhem que, aos 84 anos, sou macaco velho na questão. Certamente,a Revista deve ter suas razões para não liberar o compartilhamento. Mas que tal incluir, ao final de cada matéria, um texto resumido para compartilhar?

    1. Compartilhe a informação. Você, estando bem informado, pode fazer seu amigo se interessar também por jornalismo de qualidade. Precisamos que mais pessoas assinem a Crusoé.

    2. Concordo. Tenho desejo de compartilhar com amigos e não consigo.

  74. Senti falta de comentário sobre a deputada federal mais votada no Brasil de todos os tempos, a Jornalista Joice Hasellman, quem vem fazendo um trabalho de esclarecimento a população, fazendo de peito aberto denúncias, que mostram a verdadeira cara dessa mídia que vem fazendo o povo brasileiro de massa d3 manobra.

  75. Excelente análise. Mas uma reflexão é necessária: Na redemocratização os apoiadores foram rotulados de Esquerda , mas o desejo era de liberdade. Agora são rotulados de Direita, mas o que querem é eficiência governamental. A Esquerda se apropriou , no passado, do desejo de liberdade para chegar ao poder e implantar ideologia e eternizar-se. Deu no que deu. A Direita no poder precisa entender bem seus eleitores para não cair. Liberalismo , honestidade, eficiência, resultados e menos ideologia.

  76. Crusoé, a revista Piauí liberou as reportagens sobre os "Presidenciáveis" na semana passada, inclusive uma excelente sobre o Paulo Guedes. A liberação para compartilhar esse texto me parece uma excelente estratégia para captação de novos leitores. Pensem!!!

  77. Excelente matéria, um retrato fiel dos novos tempos que, para o bem do Brasil, vêm pela frente. O país precisa experimentar esta nova onda liberal e se soltar das amarras que estagnaram seu desenvolvimento nas últimas décadas. Estamos esperançosos com o novo governo Bolsonaro !

    1. Olavo é um bruxo ocultista que usa a política para ganhar alunos para seus cursos de esoterismo. Não é uma pessoa séria.

    2. Acredito que até a Crusoé vai levar algum tempo para reconhecer Olavo de Carvalho. Por mais independentes que sejam seus editores e articulistas não podemos esquecer que passaram bom tempo da sua vida profissional na mídia tradicional. Vão precisar perder o verniz.

    3. Exatamente isso. O despertar produzido pelo Olavo, nos fez refletir a atual conjuntura política e econômica do país.

  78. Apoiadíssimo! Análise clara, sucinta, ajudaria a esclarecer a cabeça de muitos eleitores mergulhados em um tsunamis de informações contraditórias via redes sociais levando ou à indiferença , o « m’en foutisme » irresponsável ou a uma decisão cujas consequências serão catastróficas para as atuais mas principalmente para as gerações futuras. Abram esse conteúdo para os não assinantes ainda! Com certeza mais do que dobrarão o número de leitores.

    1. concordo com vc Lígia, estas informações são esclarecedoras e confortáveis diante de tantas críticas nas mídias . Bolsonaro tem um discurso muito simples , precisa melhora-lo para criar a sensação de q a escolha é realmente a melhor não só o fato do antipetismo.

  79. CRUSOÉ liberem o compartilhamento dessa reportagem aos vai assinantes!! Está feira aqui uma análise tão clara, adoraria poder enviar para algumas pessoas se esclarecerem!

    1. Apoiado, será de muita utilidade a divulgação deste texto. Por falar em agenda Liberal, Libera aí Crusoé.

    2. também! com certeza trará mais assinantes para a revista!

  80. Texto claro, relato fiel, longo e razoavelmente honesto. Poderia ser sintetizado da seguinte forma: no Brasil, este negócio de esquerda, direita, centro, etc, etc é mero blá-blá-blá. O povão não aguenta mais é tanto ladrão junto e no embalo tanta preguiça e malandragem (típico nosso) nadando em drogas e impunidade.

    1. Em tempo: na esteira, uma multidão de zumbis nóiados fazendo de tudo para tentar acabar com valores caros para os brasileiros de origem tais como a nossa religiosidade seja ela de qual matiz fôr, a família os costumes e etc.

  81. Está raiando a liberdade empreendedora efetiva no horizonte do Brasil, fora das amarras retrógradas da velha política e dos políticos corruptos! Estúpido será o povo, caso aceite as bravatas e mentiras petistas, que resultariam em mais uma grande fraude eleitoral. Qual a ofensa à democracia que BOLSONARO e esse horizonte representam? Francamente...! FORA CLEPTOCRACIA !!!

    1. Senti falta, como disse o Guilherme, a menção a Olavo de Carvalho. Queira ou não, seu papel como voz ativa foi importante, sim! Contribuí para o trabalho do Brasil paralelo e assino a Crusoé. Precisamos ter alternativas! Fim da Espiral do silêncio.

    2. Observação muito oportuna! O professor Olavo de Carvalho há muito que vem batendo nessa tecla. Eu o encaro como o patrono de toda uma geração de descontentes com o rumo da "democracia" pós-regime militar (Luiz Carlos Galvão)

    3. Ótimo este artigo que põe às claras o nosso momento político. Só mesmo a Crusoé dá este espaço sem ranços.

    1. Sou a favor que venda 100% das estatais. O estado tem que ter agilidade, flexibilidade e leveza. Focar na educação, saúde e segurança o resta a iniciativa privada faz.

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