Flickr/Prefeitura de PelotasVacina evitou milhares de mortes, mas eficácia relativa exige providências adicionais dos governos

O dilema da Coronavac

Procuramos saber qual é o plano das nossas autoridades para evitar que a baixa eficácia da vacina mais aplicada nos brasileiros até agora gere uma nova onda de contágios. A resposta é preocupante
25.06.21

A Coronavac trouxe um ganho inestimável para o combate à Covid no Brasil. Fabricada aqui pelo Instituto Butantan, a vacina do laboratório chinês Sinovac foi a primeira a ser disponibilizada no país, quando outros imunizantes, pela inércia do governo federal, ainda estavam bem longe do braço dos brasileiros. As doses evitaram que milhares de idosos e pessoas com comorbidades fossem internadas e morressem intubadas nas UTIs dos hospitais.

Com a campanha de imunização em seu quinto mês e novos estudos científicos sendo divulgados, porém, um dilema se apresenta às autoridades: a mesma vacina que salvou milhares de vidas não tem se mostrado capaz de reduzir a transmissão e parece ser pouco eficiente entre idosos com mais de 80 anos.

Demonizar a Coronavac ou defendê-la a qualquer custo não trará nenhum benefício. Mas se torna imperiosa a necessidade de desenhar políticas sanitárias que levem em conta a baixa eficácia da vacina. Em vários países do mundo, o tema já vem sendo discutido e medidas já foram ou estão sendo implementadas neste momento – alguns governos que também adotaram a Coronavac já decidiram aplicar uma terceira dose, por exemplo, como forma de reforçar a proteção.

No Brasil, com o debate sobre a pandemia extremamente politizado, nenhum passo foi dado. Não há sequer estudos sendo feitos para descobrir qual é a melhor saída para evitar que as pessoas já vacinadas, ao voltarem à rotina acreditando estarem plenamente protegidas, acabem novamente expostas ao vírus. A seguir, listamos algumas informações essenciais para compreender o dilema.

O caso do Chile 

O Chile é um dos países que mais avançaram na vacinação. Cerca de 63% da população recebeu ao menos uma dose e 51%, a segunda. De todas as doses aplicadas, 71% foram da Coronavac. A situação sanitária no país, contudo, é alarmante. A taxa de novos casos está em 36 por 100 mil habitantes, similar ao pico da pandemia, no final de março deste ano. Das 16 regiões do território chileno, apenas três estão com uma ocupação de UTIs menor que 90%.

As primeiras explicações para o problema culpavam o afrouxamento precoce das medidas de distanciamento social e a chegada de novas variantes. Mas um terceiro fator começou a ganhar força nesta semana, depois que o Chile foi incluído em um grupo de países díspares, ao lado da Mongólia, das Ilhas Seychelles, do Bahrein e da Turquia. Todos eles basearam suas campanhas de vacinação em grande parte nas vacinas chinesas Sinovac e Sinopharm e observaram uma subida dos casos diários recentemente. Nas Ilhas Seychelles, mais de 70% da população tomou uma dose e 60%, duas. De abril para maio, porém, o número de novos casos diários pulou de 50 para 400, para atualmente ficar na faixa de 150.

Uma das hipóteses para explicar esses novos casos é que essas vacinas, embora sejam eficientes para reduzir o número de internações e de mortes, não conseguiram reduzir a transmissão do vírus. Para que isso ocorresse, dizem especialistas, essas nações precisariam ter pelo menos 75% das pessoas imunizadas.

Sem impedir que o vírus siga se disseminando na população, o Chile está acumulando vários outros problemas. “Uma maior circulação do vírus continua produzindo muitos casos graves e óbitos, abarcando também pessoas jovens e com comorbidades”, diz o médico Juan Carlos Said, professor da Universidade do Chile e diretor da Fundação América Transparente. “Além disso, como o vírus continua se multiplicando a uma taxa elevada, a chance de que surja uma nova variante é maior.”

Flickr/Prefeitura de PelotasFlickr/Prefeitura de PelotasPonto de vacinação no Brasil: a taxa de transmissão segue preocupante

O problema brasileiro

O Brasil está bem atrás do Chile em porcentagem da população vacinada. Cerca de 32% dos brasileiros tomaram a primeira dose e 11%, a segunda. “É muito provável que, até atingir 75% de cobertura, o Brasil não consiga uma redução significativa de contágios, já que as medidas sociais para se precaver contra a infecção não estão sendo seguidas com muito rigor”, diz o imunologista Edécio Cunha-Neto, diretor do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergias da USP.

Um ponto que deve ajudar aliviar a situação por aqui é que a porcentagem da população brasileira que tomou a Coronavac é de 47%. Levadas em conta as doses que devem chegar ao longo do ano, a participação da vacina no cômputo geral deverá ser de apenas 19% — como há outras fórmulas sendo administradas na população, portanto, o risco de se repetir aqui o quadro chileno é um pouco menor, o que não elimina o fato de que, se nada for feito, as pessoas que tomaram a Coronavac não estarão plenamente protegidas.

Arte: Rodrigo Freitas

A experiência de Serrana

O Instituto Butantan afirma que, com 75% da população-alvo imunizada, Serrana, a cidade do interior de São Paulo onde houve uma campanha massiva de vacinação com a Coronavac para mapear a eficácia do imunizante, registrou uma queda de 95% nas mortes por Covid, de 86% nas internações e de 80% nos casos sintomáticos.

Mas o boletim epidemiológico municipal indica que o vírus continua se alastrando, mesmo com 95% dos moradores imunizados. O pico de casos novos por mês foi de 706, em janeiro, antes de a vacinação em massa começar. Em maio, o total de novos casos confirmados foi de 333, maior do que o esperado. “Notamos uma pequena mudança no perfil dos casos. Estamos com uma procura maior de crianças (por centros de saúde), com um aumento dos casos positivos”, diz a secretária de Saúde do município, Leila Aparecida Gusmão.

O total de mortos por Covid chegou a 19 em março, a pior marca. No mês passado, ocorreram sete óbitos. 

A eficácia da Coronavac

Segundo um estudo clínico conduzido pelo Instituto Butantan, a eficácia da Coronavac é de 50,7% para casos leves, 83% para casos moderados e 100% para casos graves. No entanto, um estudo feito por pesquisadores do grupo Vebra Covid-19 (sigla para Vaccine Effectiveness in Brazil Against Covid-19), que inclui cientistas de vários países, mostrou uma eficácia média de 42% entre pessoas com mais de 70 anos. Dividindo os voluntários segundo a idade, o quadro fica mais preocupante. Entre os indivíduos de 75 a 79 anos, a eficácia foi de 49%. Para aqueles com mais de 80 anos, ficou em apenas 28%.

FlickrFlickrEm idosos com mais de 80 anos, eficácia da Coronavac é de 28%
Em nota enviada a Crusoé, o Butantan contestou os dados do estudo. “Cabe esclarecer que foram usados dados secundários e de qualidade duvidosa, além de baixo número amostral, sobre o percentual de casos positivos de infecção pelo coronavírus entre idosos com 80 anos ou mais vacinados com as duas doses”, diz o texto. O trabalho feito pelo Vebra Covid-19, porém, foi o maior já feito com pessoas com mais de 70 anos, ao incluir 15,9 mil voluntários desse grupo etário. É uma amostra considerável. No estudo clínico feito pelo próprio Butantan, apenas 1.260 pessoas com mais de 60 anos foram avaliadas.

O mecanismo de ação

Em laboratório, amostras de sangue de pessoas vacinadas com duas doses de Coronavac indicam que a vacina não foi suficiente para fazer o organismo reagir à cepa P1, de Manaus. Isso ocorre porque o mecanismo de ação do imunizante não passa pela produção de anticorpos neutralizantes, mas envolve outros sistemas, que ainda não são bem conhecidos. “As dúvidas sobre qual é o mecanismo também surgem quando se estudam outras vacinas que usam vírus inativados, como a da pólio e da hepatite A. Mesmo assim, essas vacinas provocam uma resposta satisfatória do organismo”, diz Daniel Bargieri, professor e pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da USP e coordenador do Núcleo de Pesquisas em Vacinas.

É possível que o mecanismo de ação da Coronavac tenha relação com a dificuldade em conter o alastramento da pandemia no Chile e em outros países. Vacinas que usam RNA mensageiro, como as da Pfizer e da Moderna, estimulam o organismo a produzir um anticorpo específico contra a proteína Spike, usada pelo coronavírus para entrar nas células. Nas pessoas imunizadas com Coronavac ou com a vacina da Sinopharm, o processo é mais longo e complexo.

A terceira dose

O Instituto Butantan sustenta que nada indica, por ora, a necessidade de uma terceira dose de Coronavac. Contudo, em outros países que apostaram nas vacinas chinesas, com vírus inativado, algumas medidas já foram ou estão em vias de ser adotadas para reforçar a eficácia da vacina. Nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein, a terceira dose é uma realidade. Na Turquia, a dose de reforço deve começar a ser aplicada na população geral em julho. O presidente Recep Erdogan, de 67 anos, ganhou a sua. No Chile, é possível que a a aplicação da terceira dose comece em setembro.

No início de junho, o diretor da Sinovac, Ying Weidong, afirmou que uma terceira dose da vacina poderia multiplicar por dez a resposta de anticorpos no período de uma semana, ou por 20 em duas semanas. O resultado precisaria ser comprovado com mais pesquisas. “Não seria algo surpreendente. Vacinas que usam vírus inativados geralmente são dadas várias vezes. Na da pólio, por exemplo, são necessárias três doses, e ainda são dadas mais duas doses de reforço”, diz Bargieri, da USP.

ReproduçãoReproduçãoO presidente turco Recep Erdogan: terceira dose garantida

A combinação de vacinas

Administrar outra vacina em quem tomou duas doses de Coronavac também é uma hipótese plausível, embora ainda não existam estudos apontando quais imunizantes poderiam ser combinados com a fórmula chinesa. Para o médico infectologista Julio Croda, que integra o grupo Vebra Covid-19, uma combinação de vacinas pode ser vantajosa. “Estudos já mostraram que vacinas diferentes estimulam mecanismos distintos, garantindo maior proteção”, diz Croda.

Pesquisas combinando vacinas têm sido feitas na Espanha e no Reino Unido. Como surgiram casos de trombose com a AstraZeneca, alguns países europeus começaram a aplicar a vacina da Pfizer ou da Moderna em pessoas que tinham tomado  a primeira da AstraZeneca.

Combinar vacinas não é uma ideia nova, pois essa técnica já foi utilizada com outras doenças, como o ebola”, diz Alberto Borobia, diretor da unidade de pesquisas clínicas do Hospital Universitário La Paz, em Madri, que realizou o primeiro estudo combinando as vacinas. Todos os voluntários que receberam as duas doses, de AstraZeneca e Pfizer, exibiram anticorpos neutralizantes duas semanas depois. Eles também tiveram um aumento de quatro vezes na resposta de defesa celular.

Caberá a cada país decidir se é o caso de combinar vacinas, realizando ou não estudos prévios para medir os riscos envolvidos. “Essa é uma decisão de política sanitária. Países europeus fizeram a mistura de vacinas e não notaram problemas relevantes”, diz Antonio Carcas, professor de farmacologia da Universidade Autônoma de Madri, que também participou do estudo espanhol. “Mas acredito que o melhor para o Brasil seria fazer um estudo semelhante ao nosso, para avaliar a resposta imunológica e a segurança da combinação. Isso ajuda na tomada de decisões”, diz.

A solução

Recentemente, circularam rumores de que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, estaria preocupado com a baixa eficácia da Coronavac em idosos e pensava em encerrar os contratos de compra da vacina. Nesta semana, Queiroga negou a informação. “Não há nenhum tipo de mudança de estratégia do Ministério da Saúde em relação a esse imunizante”, disse. “Essa vacina tem sido útil. Essa é a posição oficial do Ministério da Saúde até que exista algum dado científico que faça com que tenhamos uma posição diversa”.

Nos próximos meses, o debate sobre a Coronavac deve ganhar corpo. Entre a população, jovens e adultos que ainda não foram vacinados devem se proteger assim que essa possibilidade for oferecida. Todas as vacinas disponíveis no Brasil se provaram capazes de reduzir o risco de internação e de morte. Mas não basta. Se há meios de reforçar a proteção em faixas da população atendidas com uma vacina que tem sido útil para evitar o pior, mas não freia o contágio, é essencial que essa discussão seja feita de forma séria — e baseadas em estudos que, até o momento, não estão sendo feitos. As autoridades precisam se convencer, urgentemente, de que é preciso avaliar a questão a partir de dados científicos, sem viés político, de modo a ajustar a política sanitária, para o bem de todos.

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  1. Para informação do jornalista que escreveu isto. A vacina mais aplicada, até o momento, no Brasil foi a AstraZeneca. Básico saber isto antes de escrever esta chamada

  2. Tenho 72 anos e tomei as duas doses da Coronavac. Não tive nenhuma reação adversa e estou aqui cumprindo os protocolos para não me infectar. Minha irmã, que é médica, tomou as duas doses da Coronavac, foi infectada, ficou uma semana no hospital e está de volta na ativa. Até hoje não conheço ninguém que tenha tomado as duas doses da Coronavac e que tenha morrido depois dos 14 dias da última dose.

  3. Não entendo o porquê de não se fazer um teste com uma terceira dose em um grupo. O que se perderia com isso? Está parecendo teimosia ou coisa de ego.

  4. Tomarei a terceira dose sem problemas!! Já estou muito agradecida por ter sido privilegiada por tomar as 2 primeiras. Me solidarizo com os 516 mil mortos que não tiveram a mesma oportunidade que eu! Vade retro, Capetão! Volta pra cadeia, Luladrão #nenhumdos2em2022

  5. todas as hipóteses precisam ser investigadas, para o bem de todos. precisamos de menos politica e mais ciência, no trato com as vacinas

  6. Em resumo: Se tomou a vachina, ta fu****, melhor considerar que ta sem vacina e continuar com todos os cuidados, ou fazer como os ricos e ir tomar uma vacina boa nos EUA.

    1. Melhor tomar vacina, usar mascara e praticar distanciamento social porque esta é a nossa responsabilidade. É doença nova. Essa piadinha de "vachina"é desnecessária e nao acrescenta nada.

  7. Com vacina ou sem vacina, me parece que quem tem 80 anos está muito mais propenso a morrer do quem tem 60. Espero que seja natural e não selecionismo da vacina ou dos anticorpos vacinais.

  8. Eu tomei as duas doses de coronavac, tenho 62; 4 semanas depois da 2a dose manifestou-se a forma leve de covid devidamente testada pelo PCR. Coronavac não me tornou imune ao vírus, mas não manifestei a forma grave. Tomei todos os cuidados não farmacológicos.

  9. Tenho percebido que nós idosos com mais de 70 anos e tomamos Coronavac não soube de ninguém que tenha tido de novo Covid-19. Eu me sinto ótima célia

  10. Se não funcionou nas 2 doses, o que indica (cientificamente) que uma terceira da mesma funcionará? E mais, o que indica que estes modelo de vacinação que claramente se vê aplicando no mundo todo e não diminui a taxas de transmissão. Porque mesmo com os números as pessoas continuam a depositar um fé animista em vacinas que foram feitas com poucos dados científicos reais. Sem saber a origem do Virus nao tem vacina que funcione é a lógica. Mas o curandeirismo esta superando, pensem com a logica.

  11. Lamentavelmente a revista também entrou na politização da pandemia ao demonizar o tratamento precoce. Se o tosco do Bolsonaro tivesse dito que o lockdown funciona e fosse contra o tratamento precoce a coisa seria diferente. O idiot tinha que oferecer pra ema e estragar tudo. milhares de médicos tratam no início e salvam vidas, não entram nesse jogo assassino da imprensa.

  12. Não tive covid e tomei as 2 doses da coronavac, porém continuo me protegendo do mesmo jeito de sempre, mesmo se tivesse tomado qualquer outra. A maior vacina é mesmo a prevenção.

    1. Eu tomei a primeira dose da Pfizer,mas não recusaria a coronavac,também continuo com todos os cuidados preventivos de sempre !

  13. Caro Jornalista, essa vacina não imuniza pessoas acima de 60 anos. Tenho 68, tomei as duas doses e não gerou anticorpos, enquanto minha esposa com uma dose gerou IgG de 50. Muitas pessoas de idade que tomaram as duas doses, pegaram Covid e morreram. Tem que vacinar de novo que tomou Coronavac....com Pfizer!!

    1. Exatamente chega de Coronavac! Queremos a 3 dose da Pfizer!

    2. Somente políticos gastando dinheiro do povo para comprar essa Coronavac. E o Instituto Butantan não desenvolveu a vacina, eles apenas "engarrafam" e "diluem" o concentrado que vem da China.

  14. Kkkkkkkk Bolsonaro sempre tem razão! Tome coronavac e se ferre!;e aí seus imbecis da revista e comentários . Repitam comigo bolso.22

    1. Tosco: você sabe ler? Se é idólatra do Espantalho do Mal, com certeza é um jumento.

  15. Ela está com problema na faixa dos 70 - 80, basta administrá-la para outras faixas até que esteja comprovada cientificamente menos eficaz, e vamos aos estudos tudo é novo e recente, temos que administrá-la com outra vacina, aos estudos mas não desqualificá-la totalmente é insano , ela está ajudando

  16. Escrevemos exatamente o mesmo há 10 dias: mvdantas.medium.com/o-perfil-da-vacinação-no-Brasil-e-o-controle-da-pandemia-7-c826b55b7e4. Incluímos exemplos de outros países além do Chile e um comparativo de casos e óbitos nos países que mais vacinaram até agora

  17. Melhor COM coronavac do que SEM coronavac! Não é a vacina que freia o surgimento de novos casos, mas sim, o básico das normas sanitárias: máscara, álcool em gel e distanciamento. O erro está em vacinar massivamente e LIBERAR GERAL! Nenhuma dose chinesa foi aplicada na Inglaterra e os casos crescem diariamente! Alguém dúvida que a Europa, no inverno 21/22 estará em lockdown? Será preciso anos de vacina p/ o coronavírus ser + um vírus de gripe. É isso, só acontecerá após muitas doses de vacina!

  18. Toda matéria que desestimula a vacinação em massa é um tremendo desserviço à sociedade! “É melhor tomar alguma do que não tomar nenhuma”. Esse deveria ser o mote para incentivar o cidadão à comparecer ao posto de saúde!

    1. Creio que você não entendeu a matéria. Ela começa dizendo que ela foi fundamental para a redução de mortes no Brasil. Também não preconiza que se pare de tomar a vacina.

    2. concordo 100,%. Tenho parentes no Chile e falam que lá o relaxamento social é intenso, por isso a recorrência do toque de recolher. Desqualificar uma vacina que é a mais aplicada e com um povo ignorante que já tem restrições por conta de um governo negacionista é de uma irresponsabilidade absurda. Muita gente já está se recusando a tomar a coronavac, a imprensa está a par disso?

    1. Primeiro, leia com atenção, logo procure entender o texto. Se tiver dúvida consulte quem tem mais luzes que você para lhe explicar. Se não sair do brejo. Em 2022, terá uma opção fora das duas que estão pintando. Aguardo com esperança! Abs.Um nativo da Ilha de Crusoé. Daniel

  19. O CORRUPTO CAMUFLADO ESTAVA ATRASANDO AS COMPRAS PARA COMPRAR A INDIANA COVAXIN DE FORMA EMERGENCIAL MAIS CARA E SEM LICITAÇÃO PARA ENTÃO MORDER O SEU BILHAOZINHO RESERVADO. TÁ NA CARA!

    1. Felizmente, tudo desvendado na CPI da COVID, pela coragem e determinação de um servidor público concursado e ESTÁVEL. Parabéns aos irmãos Miranda e abaixo a reforma administrativa desse governo desleal, negacionista e corrupto!

  20. Parabéns pelo artigo. Bastante esclarecedor. Os responsáveis devem começar imediatamente com os estudos e fazerem o que for melhor para a população.

  21. Vamos lá, o Bolsonaro fez e faz um monte de merda, mas ele foi um defensor ferrenho de não utilização dessa vacina. Agora eu acho que era a hora de perguntar ao Doria o que fazer, já que ele se denominou o dono dessa vacina.

    1. Nao só fez, como está fazendo um monte de merda! não fosse a coronavac, qual o percentual de brasileiros teriam tomado a vacina? 1, 2%???? O restante tomando cloroquina e morrendo por falta de oxigênio! O gado não aprende mesmo, ainda sobem que o rebanho está diminuino a cada dia....ufa!

  22. Lembrem que o Bozó mandou engavetar a proposta de 76 milhões de doses da Pzier para entrega a partir de dez/20 e falou que transformava as pessoas em jacarés. A Coronavac foi a tábua de salvação que nos restou. O assunto tem que ser sim analisado e resolvido cientificamente.

  23. Muito esclarecedora a matéria . Felizmente, parece que tomar a terceira dose é a solução. Vamos ajustando as dificuldades e torcer pra pandemia acabar .

  24. Há vários estudos que mostram a baixa imunidade em pessoas com idade acima dos 80 anos! Fato comum em vacinas com vírus mortos! Já era esperado!!!

  25. Quem diria. Crusoé, fazendo o jogo do Bolsonero. Colocando em dúvida, sem nenhum estudo ou inquérito, apenas baseado em suposições, que a vacina do Butantã, é fraca. Responsabilidade Senhores....

  26. Os únicos que tem a verdadeira vacina, são os porcos comunistas chineses, criaram o vírus, e vendem uma merda de vacina. Vão dominar o mundo. Por bem menos que isso o Japão levou 2 bombas atômicas. I O que estão esperando as potências nucleares

  27. depois de termos tomado a 2a dose da coronavac eu e minha mulher fizemos o teste para imunizante, no hospital da Unimed, o resultado foi 71% de eficácia. Eu tenho laudo, posso provar.

  28. Ótima a matéria a conscientização dos fatos sempre é bem vinda, precisamos de mais vacinas e se preciso for mais 3 doses rezemos para que o governo compre e disponibilize à todos.

  29. Viés político já tem. O Doria apostou na coronavac e se lascou. Agora acreditar que o ministério da saúde, fará estudos pra descobrir uma solução, já é muito otimismo. O negócio é aproveitar o resultado dos outros paises e aplicarem a dose de reforço para as pessoas que foram imunizadas com a coronavac.

    1. Não se lascou! Se não fosse a coronavac em que situação estaríamos? Vacina + maturidade para seguir normas sanitárias protege e salva vidas! Vejam a Inglaterra: nenhuma dose chinesa, medidas afrouxadas e novos casos diários!

  30. Que implicância com a Coronavac! Aliás, o Antagonista tb não perde chance de detonar essa vacina, o butantan e o Dimas Covas. Desserviço!

    1. Infelizmente, o inútil que ocupa o cargo de ministro não vai tomar qualquer atitude concreta.

  31. Eficazes são todas as vacinas aprovadas pela Anvisa… não percam o senso ético, nem a noção de conveniência e oportunidade, que a situação pela qual todos passamos exige. Repensando minha assinatura, mais uma gotinha nesse sentido, com todo o respeito pela liberdade de opinião.

  32. Péssimo feeling de vocês fazerem uma matéria dessas num momento em que o país enfrente o mais novo problema, os someliers de vacina, gente se recusando a ser vacinado por essa ou aquela vacina em que duvidam da eficácia e tal.

  33. Se a vacina chinesa não fosse o "trunfo" do idiota do Dória para a candidatura à presidência, haveria alguma chance de providências.

  34. Somos um povinho nardega, q gosta de tomar nas nardegas, q tem saudades de tomar nas nardegas - é o mais pior é q isso no muda com nardegas mais novas

  35. Duda Teixeira, excelente matéria e no tom certo. Este é um assunto que a imprensa precisará tratar com responsabilidade e maturidade.

    1. Isso aí, Duda Teixeira, só assuntos internacionais sérios. Traz mais notícias internacionais que a grande mídia não divulga. Assim como tratamento precoce, tratado como tabu.... Vejo muitos artigos internacionais, e aqui no Brasil, se divulgar, sempre atrasado e de forma irrelevante. Lamentável. Avante @Duda!

  36. A coronavac, desenvolvida na China e não em São Paulo, tem deficiências reconhecidas em todo o mundo. Quem a utilizou tentando imunização está proibido de entrar na Europa e EUA. O primeiro mundo sabe bem a razão…

  37. tudo é novo...doença nova, tratamento novo, vacinas novas, muitas incerteza s mas com enorme trabalho p se vencer. No momento não se pode discutir q as melhores em proteção e segurança, q tem q andar juntos, são Pfizer, Astra, Moderna . Imagine agora como tem muitos politiqueiros querendo a Sputnik já, vacina com várias situações não resolvidas como segurança na fabricação , e muitos requisitos não preenchidos p aceitação pela ANVISA. Cautela.

    1. Somos um povinho nardega, q gosta de tomar nas nardegas, q sente saudade de tomar nas nardegas- está sendo servido

  38. Com terceira dose ou a utilização de combinação com outra vacina a Coronavac alcançará a eficiência que os brasileiros desejam! Desde o início fiquei preocupado com a eficiência desta vacina.

    1. Joatan é justa o resto é nois. Bugios guinchando no bananal. Aquele paraguaio da Argentina tem razão - povinho do Mato q vota cas nardegas

    1. E placebo de baixa qualidade; tal como a qualidade do voto q o povinho co segue produzir cas nardegas

  39. Segundo o texto milhares de idosos deixaram de ser internados ou morrerem. Ok, essa é a esperança. Mas a afirmação é com base em qual estudo????

  40. No municipio de Maricá, RJ, cujo governo petista optou pela coronavac, só eu conheço 4 pessoas vacinadas que contraíram a doença, foram entubadas e acabaram morrendo.

    1. Eu conheço mais duas; mas essas morreu por q não benzeu; as q benzeu, viveu

    2. Em nenhum lugar o governo local escolhe qual vacina será aplicada. A Coronavac do Doria é do PT ou do PSDB?

    1. Quando forem se tratar de covid no sus- o estado apresentar lhes a a conta - são imbecis q querem mandar o preço da imbecilidade para os outros. Espero q Deus os mate a todos, sem exceção

    2. José e a velha malandragem bolsonarista. Os bolsoanristas criaram demanda para a super oferta no mercado de medicamentos ineficazes. Ganharam muito dinheiro em cima dos trouxas. Agora tem que ficar esperando às vacinas Covaxin, pois senão elas ficaram encalhadas. O mecanismo de ação é o mesmo da Coronavac, porém a Covaxin foi muito mais cara para os pagadores de impostos, beneficiando os pagadores de propinas para os políticos corruptos.

  41. Comentarei novamente:Concordo em vários níveis e como já dito, fica difícil crer numa america latina imunizada com tanta desconfiança na vacina. Especialmente quando presidente do país faz o que faz. Ele esquece que somos referencia regional. Assim a culpa daqui ocorre acolá. No mais, a Astra também apresenta problemas. É muito recente e muito rápido o desenvolvimento. Quanto a 3a dose, ok, vamos em frente. O que ninguem quer dizer e que este virus será endêmico. Por que?

  42. Esta é a vacina do Doriana que se locupletava de ter a vacina do Brasil !!! A matéria diz que a vacina foi desenvolvida pelo Butantã.....erro grosseiro de informação!!!! No mundo todo há um grande questionamento quanto a eficácia de todas vacinas desenvolvidas pelos chineses !!! Pra finalizar só agora que os EUA e Europeus já vacinaram a gde maioria da população é estão aparecendo as doses das vacinas por eles utilizados....inclusive estes benfeitores estão até doando doses !!!! ..É a realidade!

    1. Olha, até concordo com sua visão, mas se não fosse o governo paulista nosso cenário seria bem pior. O "presidente" desta nação é reativo e reacionário, então não teríamos nada até que alguém fizesse alarde.

  43. Perfeita análise sem viés político, mas principal divulgar, em especial para os idosos esta baixa eficácia. Porque vejo os idosos voltarem a viver como se não houvesse amanhã. Indo em bingos, bares, missas, etc.

  44. Depois de algum tempo, a Crusoé volta a fazer uma reportagem que trata de assunto de interesse público, de uma maneira equilibrada e isenta, sem o viés político e sem características de folhetim de fofocas palacianas, legislativas e judiciárias.....

  45. agora se coloca reportagem sobre o q fazer adiante...... enquanto sempre se soube da eficácia reduzida. Claro, tínhamos q tomar qualquer vacina c proteção acima de 50 %. Sejamos racionais , sem jogar p o lado político ....como até agora muitos tem feito

  46. salvou a vida de muita gente e não seria demérito nenhum aplicar a terceira dose, seja com a própria ou outra disponível, o que ocorrerá até dezembro

    1. Verdade! Nem Doria nem Bolsonaro. Mas, como nesse artigo, ninguém comenta o uso da Ivermectina e Hidrocloroquina no Bahrein, India, Chile, etc. com a explosão de coronavirus após a vacinação em massa. Parece tabu falar desses remédios. Só dizem: não tem eficácia comprovada cientificamente.... lamentável.

  47. Já passou da hora deste complicado sistema de saúde brasileiro admitir que a coronavac, antes a campeã e única alternativa oferecida pelo governo, é insuficiente na missão de imunizar os milhões de patrícios que foram obrigados a aceita-la, compulsoriamente. Haverá de partir já pra 3ª dose da dita cuja ou revacinar a população com uma nova vacina. É o que vai acontecer, cedo ou tarde.

  48. Esta matéria é informação ou desserviço? Muita gente não se vacinando , à espera "da vacina" que a seu ver seria melhor. A população é sugestionavel e, em grande medida, ainda não entendeu que não se trata de uma ação individual, mas coletiva . Some-se a isso o medo das reações pós vacina; as motivações politicas e o desestímulo daquele que se diz Presidente. Bom seria reforçar que as medidas sanitárias ainda são a única proteção. Melhor uma Coronavac do que nada, com 3a dose possível.

    1. Comentário perfeito, Élide. Essa matéria, no momento, é desserviço, sim, diante de um contexto tão crítico e tão perigoso de tão precário! Ao Ministério da Saúde caberia, por responsabilidade, competência e obrigação, redimir dúvidas sobre qq vacina, o quanto antes, e investir em pesquisa séria, trazendo respostas concretas e, sem politicadas, oferecer, ENFIM!, todas as ferramentas oportunas e seguras a TODA a população. Recursos NÃO FALTAM!!

    2. Concordo com sua tese...Não é hora de desestimular a população, afinal tem mostrado que se não resolve, ajuda. Bom reforçar q vacina é proteção coletiva não individual.

  49. Impossível um estudo a fundo de combinação das vacinas ou uma terceira dose da CoronaVac, sem politizar os assuntos, e além do mais, temos um presidente irresponsável que não colabora de jeito nenhum. Aí fica difícil mesmo!

  50. Assunto sério e delicado que precisa ser tratado com o devido cuidado, e providências a serem tomadas que se faça com a devida rapidez.

  51. O plano poderia ser a Crusoe esclarecer a população que desde os testes de 53% o João Doria estava mentindo e agora vamos conviver com isso até que o Bolsonaro consiga vacinar a população com outras vacinas também.

    1. Não vem com malandragem aqui. VOU GRITAR BEM ALTO PARA UM BOST* COMO VC OUVIR. BOLSONARO TINHA COMO ÚNICA ESTRATÉGIA PARA A PANDEMIA, A CONTAMINAÇÃO EM MASSA DA POPULAÇÃO E O USO DE MEDICAMENTOS INEFICAZES. Bozo foi forçado a comprar a Coronavac e a Pfizer. Pelo que veio à tona, esperou por uma vacina q proporcionaria à corrupção, caso da Covaxin. E qual é o mecanismo de ação da Covaxin? O mesmo da Coronavac, com certamente a mesma eficácia, q ainda não se sabe, pois essa vacina ñ foi aprovada.

  52. Nas terras tupiniquim, infelizmente faz politização com a vida de pessoas, a CPI é prova cabal disso, no final todos comem a pizza dos políticos ineptos e oportunistas, pois a ocasião faz o ladrão, até quando o brasileiro pagador de impostos suportará tantos desmandos.

  53. Prezados: sou leitor assíduo da Crusoé e de O Antagonista.Gostaria de manter confiança em vocês. Minha observação não é exatamente sobre a matéria publicada nesta coluna, mas no imbróglio da CPI. Minha (crucial) dúvida: A Crusoé e O Antagonista fizerem alguma manifestação sobre os depoimentos na CPI dos infectologistas Ricardo A. Zimermam e Francisco E. Cardoso, 18/06/2021. Se não fizeram, quais razões motivaram vocês para esta decisão?

  54. Brasil está fazendo certo, embora mui tardiamente, ao comprar imunizantes de laboratórios diferentes. Não vejo motivo para encerrar o contrato da coronavac, mas acho importante pensarem em não aplicar mais ela nos idosos, visto que a resposta imune se mostrou muito baixa. O que falta no MS é estratégia e planejamento de fato, pois essa ideologização burra que o Bozo tenta enfiar goela abaixo dos brasileiros é o maior motivo de termos uma população q não respeita as medidas de prevenção.

    1. Todos politizaram a pandemia, palhaço, inclusive você(s).

  55. Parece que temos razões de sobra para questionar e aprofundar investigações do que de real está por traz desta pandemia e o papel da China em tudo isto. A verdade tem que aparecer!!!

    1. Nelma, É isso mesmo! A reportagem ficou bem descrita, como qualquer vacina recém criada tem pesquisas mostrando que precisa de uma nova estratégia. Uma terceira dose, simples assim. PESSOA INTELIGENTE NÃO ESCOLHE VACINA.

  56. Trabalhando com vacinas e estudando-as há mais de 40 anos, boas e péssimas, desde o começo reclamo da Coronavac, inclusive já fui refutada por badalada cientista. Infelizmente estava certíssima e não posso escolher a que considero melhor, como faço, com sucesso comprovado, em meus pacientes. Mas aqui, veterinários são profissionais inferiores e pessoalmente tenho que ficar, eu própria, a depender de incompetentes.

    1. Vc escolheria dentre vacinas que não estavam disponíveis no Brasil, no início do PNI? 40 anos trabalhando com vacinas, e escreve uma bobagem dessa. Talvez precise de mais 40 anos, para aprender alguma coisa de fato. A matéria destacou que 3 variáveis acenderam a luz amarela. Eficácia da Coronavac, percentual de uso dela no PNI e velocidade da vacinação. Isso tem q ser analisado e equacionado. Porém estávamos na luz vermelha de mortes e a Coronavac foi uma luz verde de esperança.

  57. Tenho 73 anos e tomei as duas doses de CoronaVac há 70 dias. Resolvi fazer o teste anticorpos replicantes, porque minha amada neta vai fazer a primeira comunhão e gostaria de estar presente nesta cerimônia tão especial. O resultado é melancólico, 48%. Torci e torço tanto pela vacinação em geral mas, estou receosa. Assim que todas as faixas etárias forem vacinadas, gostaria de tomar uma terceira dose.

    1. Tambem tomamos a coronavac, duas doses. Eu tive resultado de 44% de anticorpos; meu marido, apenas 22%! ou seja, não estamos imunizados. Temos 69 anos. Tentamos ir ao posto com esse resultado para obter uma terceira dose de qq vacina; nos foi negado pois, consta no sus que já tomamos as duas doses a que tínhamos direito. Agora, sei de pessoas com 48/49/50 anos que estão tomando a Pfizer. antes tivéssemos esperado essa vacina chegar.

    2. Que venha a terceira dose. Em quanto isso vamos usar máscara. Assim você pode participar do evento da sua neta.

  58. Tenho 57 anos, ainda vou me vacinar, mas não com a Coronavac. Estou aguardando o resultado da efíciência das demais vacinas.

    1. IGNORÂNCIA. MAS RESPEITO SUA OPINIÃO.

    1. Qual o problema ?? Tomar ou não é terceira dose de qualquer uma das vacinas e questão de tempo . Começaremos com as pessoas que tomaram a coronavac . Da outras pelas informações obtidas TAM bem vão precisar de uma terceira dose de uma quarta assimptótico diante . Será como as outras que tomam-nos todos os anos .

    1. Ser informada à população sobre vacina. É de execelente utilidade. Porém precisamos de informações do Butantan. Ele é o órgão adequado para isso. A credibilidade desse laboratório é altíssima.

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