Sóstenes tenta se explicar sobre abraço em Messias
Segundo o líder do PL na Câmara, o cumprimento foi um "princípio de educação"
Líder do PL na Câmara, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (RJ, foto) publicou um vídeo no Instagram para explicar o abraço dado em Jorge Messias durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
Segundo o parlamentar bolsonarista, o cumprimento foi um "princípio de educação".
"Ser educado não pode ser confundido com posicionamento político. O PL no Senado já fechou questão e todos os nossos senadores votarão contra a indicação de Jorge Messias para o STF. Hoje, ao cumprimentá-lo, foi um princípio de educação. Na convivência política, a gente se conhece. Já fui recebido pelo AGU algumas vezes para tratar de assuntos de interesses do meu estado, de interesses da bancada do PL. E o cumprimento é um princípio de educação. Mas fiquem tranquilos. Toda a bancada do PL votará contra a indicação de Jorge Messias para o STF."
O abraço
Sóstenes Cavalcante foi à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado dar um longo abraço no advogado-geral da União, Jorge Messias, que está sendo sabatinado pelo colegiado.
Messias foi indicado pelo presidente Lula (PT) para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barros no Supremo Tribunal Federal.
Além do abraço, Sóstenes e Messias conversaram por pelo menos 20 segundos.
Sóstenes e a indicação de Messias
Evangélico, Sóstenes criticou duramente a indicação de Messias antes de Lula concretizá-la.
“Evangélico de esquerda representa 5% dos evangélicos. Caso Lula o indique, estará escolhendo um esquerdista evangélico. Evangélicos esquerdistas não chegam a 5% do total”, disse.
Em entrevista, ele afirmou: “Antes de ser evangélico, ele é um petista; para mim, são duas coisas que não se comungam”.
Após a indicação, Sóstenes disse: “Com a indicação do Jorge Messias para o STF, caso ele seja aprovado pelo Senado, ele tem 45 anos, serão mais 30 anos de um esquerdista petista julgando e atrasando o Brasil com seus valores de esquerda!”
O PL e o Novo fecharam questão na terça-feira, 14, contra a indicação de Messias ao STF.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)