Crusoé
10.06.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

Os quatro cenários possíveis para Boris Johnson

Mesmo após mais de 38 funcionários de alto escalão pedirem demissão por acharem que o governo tem sido leniente com um caso de assédio sexual, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson (foto), prometeu ficar no cargo. "O trabalho de um primeiro-ministro em circunstâncias difíceis, quando lhe foi entregue um mandato colossal, é continuar. É isso que...

Crusoe
Redação Crusoé
4 minutos de leitura 06.07.2022 18:31 comentários 2
Os quatro cenários possíveis para Boris Johnson
Boris Johnson
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

Mesmo após mais de 38 funcionários de alto escalão pedirem demissão por acharem que o governo tem sido leniente com um caso de assédio sexual, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson (foto), prometeu ficar no cargo.

"O trabalho de um primeiro-ministro em circunstâncias difíceis, quando lhe foi entregue um mandato colossal, é continuar. É isso que vou fazer", disse Johnson. O caso em questão é o de Chris Pincher, acusado de, em uma noite de bebedeira, ter apalpado outros homens. Pincher foi nomeado como o responsável pela disciplina parlamentar. Quando o escândalo explodiu, Boris Johnson disse que não sabia das acusações contra Pincher quando o promoveu. Depois, admitiu o erro.

Com a teimosia de Johnson em se manter no cargo, há quatro cenários possíveis.

O primeiro é que ele consiga aplacar o descontentamento entre seus partidários e mantenha-se no cargo. É uma possibilidade baixa, uma vez que 62% dos britânicos acham que ele deveria ceder a liderança do Partido Conservador para outra pessoa. Com uma aprovação tão baixa na população em geral, em torno de 24%, os colegas de partido tendem a querer trocar de chefe.

O segundo cenário é aquele em que Boris Johnson seria forçado a renunciar à liderança do Partido Conservador, pela incapacidade em montar uma equipe de governo. Em 2019, a conservadora Theresa May renunciou depois que 36 colaboradores a abandonaram. Boris Johnson já passou essa marca, ao elencar 38 desafetos. Nesta quarta, 6, grupos de assessores tentavam convencê-lo a se despedir, enquanto outros juravam fidelidade. Caso ele escolha sair, outro conservador assumiria a liderança do partido e o governo, o que beneficiaria seus colegas.

O terceiro cenário possível é aquele em que o Partido Conservador enxotaria Johnson da liderança e do cargo de primeiro-ministro, o que não poderia ocorrer de imediato. No dia 6 de junho, membros do Partido Conservador realizaram uma votação interna para tentar tirar Boris Johnson de sua liderança. A queixa era que ele tinha realizado festas na residência oficial de Downing Street em meio à pandemia. Mas Johnson resistiu, com 59% dos votos. Pelas regras dos conservadores, um novo voto de não confiança só pode ocorrer depois de um ano.

Nada impede que o comitê que estabelece as normas do partido se reúna e mude as regras, permitindo uma nova eleição interna antes desse prazo. O atual comitê já afirmou que não fará isso. Mas uma nova eleição para escolher os membros desse comitê, marcada para a semana que vem, poderá mudar a sua configuração e permitir uma alteração das regras.

A quarta possibilidade seria a convocação de uma eleição, antecipando o calendário de 2024. Ao falar no Parlamento, Johnson aventou essa hipótese ao responder a uma pergunta, sem concluir o raciocínio. "Você está perguntando sobre algo que não vai acontecer a menos que todo mundo seja tão louco a ponto de tentar e você sabe, você tem um novo...", disse o primeiro-ministro.

Se Johnson convocasse uma nova eleição, jogaria uma bomba no Partido Conservador. Isso porque o Partido Trabalhista, de oposição, é quem aparece melhor nas pesquisas para conseguir a maioria no Parlamento e, assim, governar o país. Os trabalhistas têm 40% das intenções de voto e os conservadores, 33%. O líder do Partido Trabalhista, Keir Starmer, obviamente é a favor dessa possibilidade. Mais adiante, Johnson descartou a ideia. “A data mais próxima que posso ver para uma eleição geral é daqui a dois anos ou 2024", disse.

A ameaça de convocar uma eleição antecipada é muito mais uma forma de assustar os demais conservadores e fazer com que eles parem de se rebelar do que propriamente uma possibilidade. O risco é pequeno, mas existe, principalmente porque Johnson, um populista, nunca foi um quadro muito comportado do seu partido. Vale acompanhar.

Diários

47% veem influência de Flávio na decisão de Trump sobre PCC e CV, aponta Quaest

Redação Crusoé Visualizar

65% acham que Flávio errou ao pedir ajuda de Vorcaro para 'Dark Horse', indica Quaest

Redação Crusoé Visualizar

Janja explica por que Lula não vai à missa

Duda Teixeira Visualizar

"Estamos de volta", diz Witzel

Redação Crusoé Visualizar

"Preferimos a linguagem da diplomacia, mas falamos outras línguas com mais fluência"

Redação Crusoé Visualizar

Quando a dor dos outros vira entretenimento

Maristela Basso Visualizar

Mais Lidas

A jogada errática de Lula ao indicar – de novo – Messias ao STF

A jogada errática de Lula ao indicar – de novo – Messias ao STF

Visualizar notícia
As menções a Toffoli no relatório que embasa pedido de tarifa

As menções a Toffoli no relatório que embasa pedido de tarifa

Visualizar notícia
Campanha artificial

Campanha artificial

Visualizar notícia
Censura de Nunes Marques é Direito Xandônico com sinal trocado

Censura de Nunes Marques é Direito Xandônico com sinal trocado

Visualizar notícia
Contagem no Peru anda rápido e devagar

Contagem no Peru anda rápido e devagar

Visualizar notícia
"Estamos de volta", diz Witzel

"Estamos de volta", diz Witzel

Visualizar notícia
Flávio e a diferença entre herdar uma base e conquistar um país

Flávio e a diferença entre herdar uma base e conquistar um país

Visualizar notícia
Janja explica por que Lula não vai à missa

Janja explica por que Lula não vai à missa

Visualizar notícia
Mais um fiasco para Datena?

Mais um fiasco para Datena?

Visualizar notícia
O doping comercial chinês

O doping comercial chinês

Visualizar notícia

Tags relacionadas

assédio sexual

Boris Johnson

Chris Pincher

Keir Starmer

Partido Conservador

Partido Trabalhista

populismo

Reino Unido

Renúncia

Theresa May

< Notícia Anterior

PGR arquiva investigação sobre offshore de Guedes

06.07.2022 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Rodrigo Pacheco autoriza instalação da CPI do MEC

06.07.2022 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (2)

Ricardo

2022-07-07 17:57:06

China e Rússia vibraram com a renúncia


Eduardo

2022-07-06 18:55:22

A não ser a pec da vergonha quais as alternativas tem Bolsonaro a ir, mesmo desesperadamente, para o segundo turno com o único candidato possível dele vencer no turno 2 (ou dar um golpe, seu sonho dourado) junto com o partido dos generais?


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (2)

Ricardo

2022-07-07 17:57:06

China e Rússia vibraram com a renúncia


Eduardo

2022-07-06 18:55:22

A não ser a pec da vergonha quais as alternativas tem Bolsonaro a ir, mesmo desesperadamente, para o segundo turno com o único candidato possível dele vencer no turno 2 (ou dar um golpe, seu sonho dourado) junto com o partido dos generais?



Notícias relacionadas

47% veem influência de Flávio na decisão de Trump sobre PCC e CV, aponta Quaest

47% veem influência de Flávio na decisão de Trump sobre PCC e CV, aponta Quaest

Redação Crusoé
10.06.2026 10:03 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
65% acham que Flávio errou ao pedir ajuda de Vorcaro para 'Dark Horse', indica Quaest

65% acham que Flávio errou ao pedir ajuda de Vorcaro para 'Dark Horse', indica Quaest

Redação Crusoé
10.06.2026 08:57 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Janja explica por que Lula não vai à missa

Janja explica por que Lula não vai à missa

Duda Teixeira
09.06.2026 16:39 4 minutos de leitura
Visualizar notícia
"Estamos de volta", diz Witzel

"Estamos de volta", diz Witzel

Redação Crusoé
09.06.2026 16:06 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso