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Ghosn diz que foi forçado a confessar e acusa conluio entre promotores e Nissan

O ex-presidente da Renault-Nissan, Carlos Ghosn (foto), disse em uma coletiva de imprensa no Líbano nesta quarta, 8, que os promotores japoneses tentaram forçá-lo a confessar crimes em Tóquio. "Apenas confesse e tudo estará acabado. Não apenas vamos atrás de você, como nós vamos atrás de sua família", teriam dito os promotores, segundo Ghosn. Na...

Crusoe
Redação Crusoé
1 minuto de leitura 08.01.2020 10:42 comentários 9
Ghosn diz que foi forçado a confessar e acusa conluio entre promotores e Nissan
Carlos Ghosn Renault Nissan
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O ex-presidente da Renault-Nissan, Carlos Ghosn (foto), disse em uma coletiva de imprensa no Líbano nesta quarta, 8, que os promotores japoneses tentaram forçá-lo a confessar crimes em Tóquio.

"Apenas confesse e tudo estará acabado. Não apenas vamos atrás de você, como nós vamos atrás de sua família", teriam dito os promotores, segundo Ghosn.

Na coletiva, Ghosn disse que o processo judicial contra ele é uma tentativa de os japoneses ganharem mais autonomia na montadora Renault-Nissan. "Eles pensaram que a única maneira de reduzir a influência da Renault (francesa) na Nissan era se livrando de mim", disse Ghosn. "O conluio entre a Nissan e os promotores está em todo lugar. Isso é totalmente ilegal."

Ghosn, que tem nacionalidade brasileira, francesa e libanesa, fugiu de sua mansão em Tóquio, onde estava em prisão domiciliar, e está vivendo em Beirute com a família.

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Comentários (9)

ANTONIO

2020-01-10 06:14:20

A matéria sobre a entrevista é só isso???


Aguia

2020-01-08 16:02:29

Tadinho, perseguido tipo o lulinha...


ALEXANDRE

2020-01-08 15:50:25

Brasileiro, acha que tem um STF, Maia e Acolumbre no Japão para livrar a cara dele kkkk


ROGERIO

2020-01-08 15:34:22

Um caso como esse deveria ser julgado por uma corte criminal multinacional. O Japão inteiro foi colocado sob suspeita de parcialidade. Sua honra está em jogo, mais do que a eficiência de seu sistema judicial.


Paulo

2020-01-08 13:37:29

Os Libaneses no Brasil são muitos, muitos trabalhadores e empresários, mas não esqueçamos que tem uns Maluf, Kasab, Skaf e ai vai...então, antes de criticar Japas, pergunte o que transgrediu nas leis do País...não é só fusões e poder sobre empresas não...


Raul

2020-01-08 11:17:47

Continuo concedendo a Carlos Ghosn o benefício da dúvida. Quando ele era aclamado e admirado no Japão e no mundo por ter salvado a Nissan nossa imprensa simplesmente o ignorava. Agora noticiam como se fosse só mais um bandido brasileiro se dando mal em países desenvolvidos. Quem conhece um pouco sabe que cultura empresarial e governamental japonesa não admite interferências estrangeiras. Não tenho delegação do Carlos Ghosn, para creio que é preciso cautela, evitando complexo de vira-lata.


Cretino

2020-01-08 11:09:10

Pode ser plausível esse versão. A Nissan foi salva pela entrada da Renault e pela brilhante atuação de Ghosn como gestor principal. O grupo passou a ser um conglomerado importante e de sucesso. Os ganhos elevados de Ghosn foram a justificativa para tentar implodí-lo e afastá-lo, além de reduzir a presença da Renault. Dá para desconfiar de um complô japonês, sim.


Paulo Renato

2020-01-08 11:00:36

Essa conversa desse libanês está é muito estranha...Não sei como funciona a justiça japonesa, mas mesmo assim... sei não. Promotores tentarem força-lo a confessar crimes? O que é isso? Gestapo, NKVD ? O que tudo isso tem a ver com fusão de empresas? Que tal formar um tribunal num país com uma justiça considerada fora de qualquer suspeita? Sugiro o Brasil... STF, o que vocês acham?


Sandro

2020-01-08 10:53:30

História mal contada demais... tem caroço nesse angu.


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ANTONIO

2020-01-10 06:14:20

A matéria sobre a entrevista é só isso???


Aguia

2020-01-08 16:02:29

Tadinho, perseguido tipo o lulinha...


ALEXANDRE

2020-01-08 15:50:25

Brasileiro, acha que tem um STF, Maia e Acolumbre no Japão para livrar a cara dele kkkk


ROGERIO

2020-01-08 15:34:22

Um caso como esse deveria ser julgado por uma corte criminal multinacional. O Japão inteiro foi colocado sob suspeita de parcialidade. Sua honra está em jogo, mais do que a eficiência de seu sistema judicial.


Paulo

2020-01-08 13:37:29

Os Libaneses no Brasil são muitos, muitos trabalhadores e empresários, mas não esqueçamos que tem uns Maluf, Kasab, Skaf e ai vai...então, antes de criticar Japas, pergunte o que transgrediu nas leis do País...não é só fusões e poder sobre empresas não...


Raul

2020-01-08 11:17:47

Continuo concedendo a Carlos Ghosn o benefício da dúvida. Quando ele era aclamado e admirado no Japão e no mundo por ter salvado a Nissan nossa imprensa simplesmente o ignorava. Agora noticiam como se fosse só mais um bandido brasileiro se dando mal em países desenvolvidos. Quem conhece um pouco sabe que cultura empresarial e governamental japonesa não admite interferências estrangeiras. Não tenho delegação do Carlos Ghosn, para creio que é preciso cautela, evitando complexo de vira-lata.


Cretino

2020-01-08 11:09:10

Pode ser plausível esse versão. A Nissan foi salva pela entrada da Renault e pela brilhante atuação de Ghosn como gestor principal. O grupo passou a ser um conglomerado importante e de sucesso. Os ganhos elevados de Ghosn foram a justificativa para tentar implodí-lo e afastá-lo, além de reduzir a presença da Renault. Dá para desconfiar de um complô japonês, sim.


Paulo Renato

2020-01-08 11:00:36

Essa conversa desse libanês está é muito estranha...Não sei como funciona a justiça japonesa, mas mesmo assim... sei não. Promotores tentarem força-lo a confessar crimes? O que é isso? Gestapo, NKVD ? O que tudo isso tem a ver com fusão de empresas? Que tal formar um tribunal num país com uma justiça considerada fora de qualquer suspeita? Sugiro o Brasil... STF, o que vocês acham?


Sandro

2020-01-08 10:53:30

História mal contada demais... tem caroço nesse angu.



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