Crusoé
28.02.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Crônica
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

Das redes aos embargos auriculares, a ofensiva da frente evangélica contra a tese do 'abuso de poder religioso'

Com a retomada das atividades no Tribunal Superior Eleitoral, deputados e senadores da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso planejam dar fôlego à ofensiva contra a tese de inclusão da figura do “abuso de poder religioso” na lista de hipóteses que podem levar à cassação de mandatos.  O julgamento da proposta levantada por Edson Fachin em...

Crusoe
Redação Crusoé
3 minutos de leitura 03.08.2020 08:05 comentários 7
Das redes aos embargos auriculares, a ofensiva da frente evangélica contra a tese do 'abuso de poder religioso'
Silas Câmara
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

Com a retomada das atividades no Tribunal Superior Eleitoral, deputados e senadores da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso planejam dar fôlego à ofensiva contra a tese de inclusão da figura do “abuso de poder religioso” na lista de hipóteses que podem levar à cassação de mandatos. 

O julgamento da proposta levantada por Edson Fachin em junho, interrompido por um pedido de vista, deve resultar em uma das mais polêmicas decisões da corte no segundo semestre, independentemente do placar final. O tribunal, como mostrou Crusoé, está dividido.

Líder da frente parlamentar, o deputado e pastor da Igreja Assembleia de Deus Silas Câmara, do Republicanos, pediu audiências com os sete ministros efetivos do tribunal e aguarda a confirmação das agendas ainda neste mês, seja de forma remota, seja presencial.

Aos magistrados, o parlamentar vai entregar um "memorial" com todas as leis e regras que regem a atuação de líderes religiosos nas eleições. A lista inclui a proibição da doação de igrejas a candidatos e a vedação da propaganda política dentro dos templos.

"A quantidade de regras que existem sobre esse tema na legislação eleitoral do país é suficiente. Não há outra leitura senão a de que a criação de uma nova norma só pode ser uma discriminação", disse o deputado a Crusoé. "Seria um abuso do Poder Judiciário. Nós, evangélicos, somos, no Brasil, segundo o IBGE, cerca de 40% da população. É um absurdo que se tente, de alguma forma, criminalizar a representatividade deste segmento", completou.

Para encorpar o movimento contra a proposta, a frente evangélica pediu o apoio dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre. A Associação Nacional de Juristas Evangélicos também participa da articulação. Mas o processo de "convencimento técnico" não será a única forma de reação.

Entre deputados e senadores, a expectativa é de que pastores conhecidos, como Silas Malafaia, vocalizem a posição contrária à tese nas redes sociais. Espera-se que o religioso, que tem 1,4 milhão de seguidores no Twitter e 2,6 milhões no Instagram, realize a mobilização online, por meio de publicações e lives.

Hoje, o TSE entende que apenas os abusos de poder político e econômico podem resultar em perda do mandato. O julgamento sobre a inclusão do "religioso" na lista está em 1 a 1. A discussão ocorre no âmbito de um recurso especial eleitoral que discute a cassação da vereadora Valdirene Tavares dos Santos, do Republicanos, partido ligado à Universal, eleita em 2016 no município goiano de Luziânia.

Relator do processo, Fachin votou pela revogação da condenação sob o entendimento de que o Ministério Público Eleitoral não apresentou provas suficientes. Contudo, sugeriu que a figura autônoma do abuso de poder de autoridade religiosa passe a integrar o rol de condutas que podem ser contestadas em ações de investigação judicial eleitoral a partir das eleições municipais deste ano.

Alexandre de Moraes abriu a divergência, votando contra a tese de Fachin. Para o ministro, que vai presidir o TSE durante as eleições de 2022, não é possível alargar a regra sem que haja previsão em lei para a punição.

Diários

Ex-reféns israelenses e a informação filtrada no cativeiro

João Pedro Farah Visualizar

Gilmar, Toffoli e o Supremo que perdeu o pudor

Wilson Lima Visualizar

Moro: "Blindagem todo mundo sabe que se escreve com G"

Redação Crusoé Visualizar

Por que a PF não indiciou o desembargador que relatava o caso TH Joias

Redação Crusoé Visualizar

O que já se sabe sobre Lulinha e os desvios do INSS

Duda Teixeira Visualizar

Flávio marca data para definir chapa em SP

Redação Crusoé Visualizar

Mais Lidas

A "guerra aberta" entre Afeganistão e Paquistão

A "guerra aberta" entre Afeganistão e Paquistão

Visualizar notícia
A mãe de todas as reformas

A mãe de todas as reformas

Visualizar notícia
Alcolumbre vai matar no peito e anular a quebra de sigilo bancário de Lulinha?

Alcolumbre vai matar no peito e anular a quebra de sigilo bancário de Lulinha?

Visualizar notícia
Amizade por conveniência

Amizade por conveniência

Visualizar notícia
Casal presidencial

Casal presidencial

Visualizar notícia
Meu Mounjaro; minha vida. Versão partido Missão

Meu Mounjaro; minha vida. Versão partido Missão

Visualizar notícia
Moro: "Blindagem todo mundo sabe que se escreve com G"

Moro: "Blindagem todo mundo sabe que se escreve com G"

Visualizar notícia
O antilula

O antilula

Visualizar notícia
O Judiciário e as razões que a razão jurídica desconhece

O Judiciário e as razões que a razão jurídica desconhece

Visualizar notícia
O que já se sabe sobre Lulinha e os desvios do INSS

O que já se sabe sobre Lulinha e os desvios do INSS

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Abuso de poder religioso

Edson Fachin

Silas Câmara

TSE

< Notícia Anterior

Apesar da grande expectativa, escolha da vice de Biden não deve ter impacto eleitoral significativo

02.08.2020 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Com fim do recesso e do plantão de Toffoli, ministros do STF voltam ao trabalho

03.08.2020 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (7)

Stefano

2020-08-04 06:24:36

Escrito está: “Não se pode servir a Deus e ao dinheiro”. Agora, os espertinhos querem se servir usando os ignorantes. #wakeupdeadman


Diana

2020-08-03 23:45:53

Esses deputados naõ representa os evangélicos, só representa a universal e seus interesses, e eles pertencem aõ centraõ.


Raimundo

2020-08-03 22:28:37

Edir Macedo e à frente Evangélica são demoníacos. Nós Cristãos estamos fora desse balaio de Babilônia.


Raimundo

2020-08-03 22:27:02

O maior erro de Dr. Roberto Marinho foi não ter criado uma Igreja Global. Edir Macedo foi certeiro: igreja e partido.


Cris

2020-08-03 21:39:55

Lamentavelmente alguns políticos ligados a algumas igrejas evangélicas não são os melhores exemplos. Da mesma forma há políticos médicos, advogados, policiais, professores, etc, q tb não são bons exemplos. Usar a fé para se promover é errado. No entanto, é legítimo, e necessário à democracia, q linhas de pensamentos sejam representadas no Congresso. Os Cristãos têm excelentes valores éticos, morais, sociais, etc, e não podem deixar de estar presentes onde as leis são discutidas e promulgadas.


Volf MS

2020-08-03 09:06:05

Esse é o voto de cabresto que provavelmente ganha de todos os outros. Depois reclamam das teocracias. Por ex. recente a confusão que teve na Irlanda por causa de religião, política só já causa estrago agora misturada com religião, fica do jeito que o coisa-ruim gosta.


José

2020-08-03 08:43:07

Melhor melhorar seus controles: está sendo debitada hoje, conforme comandado por vocês


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (7)

Stefano

2020-08-04 06:24:36

Escrito está: “Não se pode servir a Deus e ao dinheiro”. Agora, os espertinhos querem se servir usando os ignorantes. #wakeupdeadman


Diana

2020-08-03 23:45:53

Esses deputados naõ representa os evangélicos, só representa a universal e seus interesses, e eles pertencem aõ centraõ.


Raimundo

2020-08-03 22:28:37

Edir Macedo e à frente Evangélica são demoníacos. Nós Cristãos estamos fora desse balaio de Babilônia.


Raimundo

2020-08-03 22:27:02

O maior erro de Dr. Roberto Marinho foi não ter criado uma Igreja Global. Edir Macedo foi certeiro: igreja e partido.


Cris

2020-08-03 21:39:55

Lamentavelmente alguns políticos ligados a algumas igrejas evangélicas não são os melhores exemplos. Da mesma forma há políticos médicos, advogados, policiais, professores, etc, q tb não são bons exemplos. Usar a fé para se promover é errado. No entanto, é legítimo, e necessário à democracia, q linhas de pensamentos sejam representadas no Congresso. Os Cristãos têm excelentes valores éticos, morais, sociais, etc, e não podem deixar de estar presentes onde as leis são discutidas e promulgadas.


Volf MS

2020-08-03 09:06:05

Esse é o voto de cabresto que provavelmente ganha de todos os outros. Depois reclamam das teocracias. Por ex. recente a confusão que teve na Irlanda por causa de religião, política só já causa estrago agora misturada com religião, fica do jeito que o coisa-ruim gosta.


José

2020-08-03 08:43:07

Melhor melhorar seus controles: está sendo debitada hoje, conforme comandado por vocês



Notícias relacionadas

Ex-reféns israelenses e a informação filtrada no cativeiro

Ex-reféns israelenses e a informação filtrada no cativeiro

João Pedro Farah
28.02.2026 01:17 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Gilmar, Toffoli e o Supremo que perdeu o pudor

Gilmar, Toffoli e o Supremo que perdeu o pudor

Wilson Lima
27.02.2026 17:45 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Moro: "Blindagem todo mundo sabe que se escreve com G"

Moro: "Blindagem todo mundo sabe que se escreve com G"

Redação Crusoé
27.02.2026 16:56 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Por que a PF não indiciou o desembargador que relatava o caso TH Joias

Por que a PF não indiciou o desembargador que relatava o caso TH Joias

Redação Crusoé
27.02.2026 15:51 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso