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Daniel Ortega volta a se reunir com iraniano acusado de atentado na Argentina

13.01.22 19:47

Alheio à indignação desatada no resto do mundo, o ditador da Nicarágua, Daniel Ortega (foto), voltou a se encontrar nesta quinta, 13, com o iraniano Mohsen Rezai, acusado de ser o autor intelectual do atentado à Associação Mutual Israelita Argentina, Amia, que deixou 85 mortos em 1994.

Uma notícia do site oficial da Nicarágua, o E19 Digital, afirma que o ditador, sua esposa e vice-presidente Rosario Murillo e o iraniano Rezai tiveram um segundo encontro.

Rezai esteve com os ditadores Nicolás Maduro, da Venezuela, e Miguel Díaz-Canel, de Cuba, na cerimônia de posse de Ortega nesta terça, 11.

O Ministério de Relações Exteriores da Argentina condenou a presença de Rezai, enquanto argentinos criticaram suas autoridades por não terem solicitado a prisão de Rezai, cuja captura foi solicitada à Interpol.

Nesta quinta, 13, Fernando Lottenberg, comissário para o monitoramento e combate ao antissemitismo na Organização dos Estados Americanos, OEA, divulgou uma mensagem de repúdio nas redes sociais: “Mohsen Rezai está sob alerta vermelho da Interpol. A Nicarágua, como membro da Interpol, deveria cumprir prontamente essa ordem. Como já mencionou o secretário-geral da OEA, Luis Almagro, em oportunidades anteriores, Teerã continua sendo uma ameaça para a paz e segurança no Hemisfério Ocidental, apoiando grupos terroristas e suas fontes de financiamento do narcotráfico que desestabilizam a região e nossas democracias“.

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  1. Isso aí, estão certos, tem que esfregar na cara de todo o Ocidente a verdade de que eles podem qualquer coisa, se quiserem jogar mísseis em território internacional, ninguém fará absolutamente nada.

  2. Se esse lixo iraniano pisar no Brasil, o PR mandará prende-lo imediatamente, .... mas aí, ... o Lulu, ex-advogado que soltou o Battisti, irá libertá-lo alegando que esse terrorista é vítima da sociedade argentina.

    1. Mortes causadas pelo terrorista Battistiti foram quatro. Ele pegou a bem merecida prisao perpétua. Mortes causadas pelo dono do Nyco Penyco foram 600 mil. Qual deve ser a pena do genocida?

    2. Só para lembrar, o terrorista Battisti recebeu asilo aqui no Brasil, concedido pelo PTralha Tarso Genro e em seguida, o ex-detento cachaceiro negou a extradição do terrorista 'inocente' para a Itália. Felizmente no governo Temer a casa dele caiu, fugiu para a Bolívia mas, em Santa Cruz de la Sierra ele foi pego defekando, graças ao serviço secreto do Brasil, a polícia boliviana e ao serviço secreto italiano. Hoje o 'inocente' cumpre pena de prisão perpétua em Oristano, na Sardenha.

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