Operação Acolhida

Após sequestro de inimigo de Maduro, Exército reforça patrulha na fronteira

30.11.20 15:42

O Exército intensificou, na última semana, o patrulhamento na fronteira do Brasil com a Venezuela, em Pacaraima. O movimento das tropas foi registrado pela população local após o sequestro do empresário venezuelano Andrés Antonio Fernandez Soto, conhecido como Toñito, acusado de diversos crimes pela ditadura de Nicolás Maduro.

Há duas semanas, o dissidente, radicado em Roraima, foi raptado por agentes leais ao chavismo e levado para o lado venezuelano da fronteira, onde era aguardado por militares. Populares e indígenas da etnia pemon, entretanto, o resgataram, como mostrou Crusoé.

“As tropas da 1ª Brigada de Infantaria de Selva intensificaram as ações de
patrulhamento com a finalidade de coibir crimes transfronteiriços e ambientais na região de Pacaraima. As ações ocorrem em coordenação com Órgãos de Segurança Pública do Estado de Roraima, a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública”, diz o Comando Militar da Amazônia, em nota. “Além da área urbana de Pacaraima, comunidades indígenas no município, limítrofes com a fronteira, receberão as tropas em ações de patrulhamento”, acrescenta o informativo.

Fontes militares em Roraima atestam que Pacaraima recebeu o Exército com a intenção de reforçar a segurança na cidade, com movimentação de efetivos de Boa Vista, capital do estado, em direção à faixa de fronteira.

Já é assinante?

Continue sua leitura!

E aproveite o melhor do jornalismo investigativo.

Só R$ 1,90* no primeiro mês

Edição nova toda Sexta-Feira. Leia com Exclusividade!

Assine a Crusoé

*depois, 11 x R$ 14,90

Deixar para mais tarde

Os comentários não representam a opinião do site. A responsabilidade é do autor da mensagem. Em respeito a todos os leitores, não são publicados comentários que contenham palavras ou conteúdos ofensivos.

500
  1. Existem pessoas altamente frustradas, dando aula de diplomacia em questões onde a diplomacia não cabe. Entrar em território alheio, mesmo que seja sua residência, não é com diplomacia que se resolve. Chô invasor vai embora sou um diplomata.

  2. Já vi um filme parecido, mas com outros atores. Em 1978 militares do Uruguai atravessaram tranquilamente a fronteira do Brasil, com uma mãozinha de militares brasileiros, e sequestraram Lilian Celiberti e Universindo Diaz, em Porto Alegre. Desta vez nossos militares parece não concordarem. Parece que viraram sérios.

    1. Os chavistas já abateram vários pilotos brasileiros que entraram por engano no espaço aéreo venezuelano. Sabem o que o governo brasileiro fez? Deixou tudo para lá!

    2. Qualquer pessoa séria e com um mínimo de senso de direito, que parece não ser o caso de voces dois, deve saber que existem leis que disciplinam a retirada de estrangeiros do Brasil, a pedido do outro país (extradição) ou por iniciativa própria (expulsão, por exemplo). Se eram terroristas deveriam ser presos, por nossa Justiça. Enfim, é graças a acéfalos que acreditam que os militares podem tudo que o capitão cloroquina foi eleito. Rebanho servil.

    3. Tô contigo, as circunstâncias são outras, tinha que tirar o lixo do Brasil

    4. Se os sequestrados em 1978 estavam envolvidos em movimento terrorista no Brasil, então devia mesmo era dar apoio logísticos aos caras. Quanto menos terroristas, melhor.

Mais notícias
Assine
TOPO