Diego Peres/Secom do Governo do Amazonas

A resposta do governo do Amazonas às declarações de Eduardo Pazuello

20.05.21 17:47

O governo Wilson Lima (foto) e o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello apresentam versões conflitantes sobre a atuação para debelar a crise no sistema de saúde de Manaus, provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus em janeiro deste ano.

Em depoimento à CPI da Covid, o general afirmou nesta quinta-feira, 20, que o governo Jair Bolsonaro chegou a discutir a intervenção federal no estado, mas descartou a ideia após Wilson Lima argumentar, de forma convincente, que teria condições de reverter o cenário de colapso. O debate, disse Pazuello, ocorreu numa reunião com a presença do presidente da República.

Essa decisão não era minha. Ela foi levada ao conselho de ministros. O governador se apresentou ao conselho de ministros e se justificou. E foi decidido, nesse conselho, que não haveria [a intervenção]“, relatou. “Foi levado à reunião de ministros com o presidente. E o governador, presente, se explicou, apresentou suas observações. E foi decidido pela não intervenção. Foi dessa forma que aconteceu”, completou.

Crusoé questionou o governo do Amazonas sobre as declarações. Em resposta, a gestão Wilson Lima rebateu Pazuello e alegou que “nunca houve recusa do estado para qualquer tipo de ajuda relacionada às ações de enfrentamento à Covid-19“.

Além disso, o governo do Amazonas sempre pediu a colaboração federal para auxiliar no combate à pandemia. Esse apoio foi ampliado com a instalação do Comitê de Resposta Rápida, formado por representantes do governo do estado, governo federal e Prefeitura de Manaus, para enfrentar a crise que se agravou no Amazonas no início de janeiro de 2021“, emendou. 

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  1. Quantos comentários idiotas! De vocês surgiram em !? Parentes do Lula, da Dilma! Por favor vão dormir e nunca mais acorde seus energúmenos! Aaaa tenha paciencia

    1. O povo brasileiro estava com tanta vontade de tirar Lula que foi na conversa de Bolsonaro e não viu que estava botando num despreparado igual ou pior que Lula

    2. Ricardo é tão idiota útil que é incapaz de perceber que é um defensor de bandido corrupto. Fala mal do Lula mas defende o poste dele que está presidindo o país atualmente. Sim, bolsonaro é o verdadeiro poste lulista. Fez tudo o q o Haddad disse que faria e ainda fez um pouco mais. Bozista é irmão gêmeo do mortadela petista. Paga pau de bandido.

  2. Uma reunião ministerial deste porte é coisa que DEVE ser gravada e anotada em agenda própria. Junte tudo, vídeos, testemunhos de Ministros q participaram da reunião, e a Ata. Se isto não servir de prova do que foi debatido, então jogo a toalha. Agora, fica um bando se "patsos" querendo insinuar disparates dos mais esdrúxulos? Me façam uma garapa com limão balão!

  3. Rapaz onde tiram a ideia que lá o povo foi usado de cobaia? Quanto heresia, bicho. Um diz que ofereceu ajuda, e o outro diz que aceitou Vc pode dizer que faltou competência pra manejar a crise sanitária… mas dizer que o povo foi usado de cobaia é um ultraje…. Que asneira bicho… que merda esse cara fala

    1. O melhor do depoimento foi o general idiota acreditar na pegadinha da candidatura ao governo do estado do Amazonas. Um completo capacho sem noção. Será condenado e preso.

    2. 1.2 - Foi a primeira vez que tivemos o caso de um local, com aceleração rápida nos casos de covid. E a primeira vez num cenário de alta demanda de doentes, em que os medicamentos foram usados em larga escala. Sendo a primeira vez, ninguém sabia o resultado. Mediante isso que classifico como um experimento, que acabou sendo macabro. Essa é a minha linha de raciocínio.

    3. 1.1 - Carlos vc tem a sua posição, e eu tenho a minha. O governo do Amazonas pediu ajuda. Correto. O general Pazzuelo e a sua equipe foram para Manaus analisar a situação. E então como medida, enviaram medicamentos COMPROVADAMENTE INEFICAZES e implementaram o aplicativo TrateCov. O general Pazzuelo não conseguiu equacionar a falta de oxigênio para os hospitais e a falta de leitos. Então nisso não foi muito útil num primeiro momento.

  4. 1.1 - Para mim, o que ocorreu no Amazonas, mais especificamente em Manaus, foi um experimento macabro. Os bolsonaristas através das redes sociais, motivaram às pessoas a desrespeitarem às regras de distanciamento imposta pelo governador, com um propósito específico. Verificar na prática através de uma amostragem, o q acontece se às pessoas forem expostas ao vírus, se contaminarem em larga escala e tomarem cloroquina e outros medicamentos, como uma forma de tratamento, também em larga escal

    1. 1.3 - E o q me deixa estarrecido, é constatar q o Bolsonaro e os seus asseclas, ainda ñ aceitam os fatos, e que provavelmente, pessoas ainda são ludibriadas e podem perder a vida, qdo por exemplo, ouve um velho cretino, como é o caso do senador Bosta Heinze. Um merda de engenheiro agrônomo que apresenta estudos superados e continua, juntamente com o Bolsonaro, como promotorinhas de venda, promovendo a cloroquina. Em um país civilizado, isso é inadmissível. Ainda não somos bárbaros.

    2. 1.2 - Por isso o envio de medicamentos e a implementação do aplicativo TrateCov. Este negócio q o aplicativo foi hackeado, na minha análise, é conversa para boi dormir. Como bem apontou o presidente da CPI, senador Azis, o hacker tbém hackeou a divulgação do aplicativo? Agora, o fato é, que o experimento causou a morte de dezenas de pessoas por falta de oxigênio. Que muitos doentes tiveram que ser transferidos para outros estados. Alguém tem que responder por esse experimento macabro.

    1. Jogo de narrativas, vai virar nada. Tem outro detalhe, mijar na onça depois de morta todo mundo quer.

    2. Faltou verba? O que houve, o dinheiro não chegou? Segue o dinheiro e acharás a verdade.

    3. Jose, dias atrás era um tecendo elogios ao outro. Agora como vc bem frisou, vai ser um querendo botar na bunda do outro. Por enquanto o general Pazzuelo blindou o Bolsonaro, colocando tudo da alçada do presidente no seu rabo. Como não coube tudo na sua bunda gorda, colocou parte no rabo do governador, do prefeito, do secretário, e da secretária da Saúde do seu ministério. Agora é aguardar.

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