Décimo sexto lugar. Foi essa a posição que o Brasil ocupou no ranking mais recente das 48 seleções da Copa do Mundo de 2026, elaborado pelo The Athletic, site de esportes do jornal americano The New York Times, atualizado após a definição das quartas de final do torneio.
A lista avalia o desempenho de cada seleção ao longo da competição e coloca a equipe de Carlo Ancelotti atrás de países já eliminados antes das quartas de final: como Canadá (14º) e Cabo Verde (15º), além de Paraguai (9º), México (10º), Colômbia (11º), Estados Unidos (12º) e Egito (13º).
Por que Cabo Verde ficou à frente
O The Athletic destacou especialmente a campanha histórica de Cabo Verde, país que disputava sua primeira Copa do Mundo.
A seleção segurou um empate com a Espanha, eliminou o Uruguai ainda na fase de grupos e só deixou o torneio depois de vender caro a derrota para a Argentina, nas oitavas de final.
O Brasil na avaliação
Para o veículo americano, a campanha brasileira ficou abaixo das expectativas, mesmo sob comando de um técnico do currículo de Ancelotti.
A eliminação aconteceu nas oitavas de final, em derrota por 2 a 1 para a Noruega, resultado que ampliou o jejum de títulos mundiais do Brasil, que chegará a 28 anos na próxima edição da Copa.
O texto também citou o retrospecto negativo diante dos noruegueses, com quem o Brasil nunca venceu em cinco confrontos, e a entrada de Neymar apenas na reta final da partida, quando converteu um pênalti nos acréscimos e se envolveu em discussão com o goleiro Ørjan Nyland.
Quem lidera o ranking
No topo da lista aparecem as oito seleções já classificadas para as quartas de final: França, Espanha, Argentina, Inglaterra, Marrocos, Noruega, Bélgica e Suíça, nessa ordem.
Segundo o jornal, os franceses seguem como principais favoritos ao título, graças ao poder ofensivo liderado por Kylian Mbappé e Michael Olise.
Considerando apenas a posição final entre as seleções eliminadas na mesma fase, sem o critério de avaliação de desempenho usado pelo The Athletic, o Brasil encerrou a Copa do Mundo de 2026 na 11ª colocação geral, uma posição melhor do que no ranking do jornal americano, mas ainda assim igualando a segunda pior campanha da história do país no torneio.







