A menos de um ano para o início da Copa do Mundo Feminina de 2027, o Brasil já vive uma onda de expectativa. A organização do torneio confirmou nesta semana que cerca de 750 mil pessoas manifestaram interesse na compra de ingressos, número que supera as projeções iniciais e sinaliza para um possível recorde de público na história da competição.
O anúncio foi feito por Thiago Jannuzzi, diretor de Operações da FIFA para o evento, durante painel realizado no Rio de Janeiro. Segundo ele, metade dos interessados é composta por brasileiros, enquanto a outra metade vem do exterior, com destaque para torcedores do México, dos Estados Unidos, da Argentina e da Colômbia.
Além dos torcedores, mais de 100 mil voluntários já se inscreveram para atuar durante o mundial.
Meta de superar 2 milhões de espectadores
A expectativa da FIFA é movimentar mais de 2 milhões de torcedores nos estádios entre 24 de junho e 25 de julho de 2027. O objetivo é ultrapassar a marca da edição anterior, realizada em 2023 na Austrália e na Nova Zelândia, que recebeu 1,97 milhão de espectadores.
“A gente quer engajar as comunidades, engajar a população que vive ao redor desses estádios, nas cidades onde vão receber os jogos, para que a gente encha os estádios”, declarou Jannuzzi.
A estratégia se baseia na alta capacidade dos estádios brasileiros, que devem oferecer uma média de 57 mil lugares por jogo, muito acima da média de 33 mil registrada na última edição.
O torneio será disputado em oito cidades brasileiras, aproveitando a infraestrutura deixada pela Copa do Mundo Masculina de 2014. O Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, foi confirmado como palco da partida de abertura e da final.
As demais cidades-sede são:
- Arena Itaquera, em São Paulo
- Estádio Mineirão, em Belo Horizonte
- Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília
- Arena Castelão, em Fortaleza
- Arena Fonte Nova, em Salvador
- Arena de Pernambuco, em Recife
- Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre








