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Brasileiro terá que desembolsar R$ 359,8 mil por licença para dirigir: entenda o que está por trás da taxa

Por Milena Armando
09/01/2026
Em Geral
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Brasileiro terá que desembolsar R$ 359,8 mil por licença para dirigir: entenda o que está por trás da taxa

Foto: Pexels

A Fórmula 1, a principal categoria do automobilismo mundial, é conhecida por seu glamour e pelos desafios financeiros que impõe às equipes e pilotos. 

O custo relacionado à superlicença gerou grande interesse, pois este documento essencial autoriza os pilotos a competirem nos circuitos internacionais. 

Mas quanto custa essa licença e por que os preços variam tanto?

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Licença necessária para competir na Fórmula 1

A superlicença é um requisito estabelecido pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Seu custo base é de 11.842 euros, cerca de R$ 74 mil. 

Cada ponto conquistado na temporada anterior adiciona 2.390 euros ao custo. Esse sistema faz com que pilotos de melhor desempenho paguem valores significativamente mais elevados.

Pilotos de alto desempenho e custos elevados

O campeão Lando Norris, da McLaren, acumulou 423 pontos, resultando em um custo de superlicença de 1,02 milhão de euros, ou cerca de R$ 6,43 milhões. Este valor é custeado pela equipe, não pelo piloto individualmente. 

Max Verstappen, vice-campeão, também teve um custo elevado: 421 pontos resultaram em uma taxa de R$ 6,3  milhões para a Red Bull. 

Situação dos pilotos novatos e com menos pontos

Para pilotos que não somaram muitos pontos, o custo limita-se à taxa base. Franco Colapinto, por exemplo, pagará R$ 74.340, já que não pontuou. 

Já o brasileiro Gabriel Bortoleto, custará à Audi cerca de R$ 359,8 mil. Com 19 pontos conquistados pela Sauber no último campeonato, o jovem de 21 anos encerrou a temporada na 19ª colocação.

Gabriel Bortoleto/Divulgação

Desafios financeiros e planejamento das equipes

Os altos valores das superlicenças impulsionaram discussões sobre a equidade no esporte. Equipes com menos recursos enfrentam dificuldades para arcar com os custos de pilotos que atingem alto desempenho. 

Este vínculo entre performance e despesa pode influenciar estratégias de seleção de pilotos e até mesmo barrar talentos emergentes.

O modelo de renovação de licenças exige que as equipes planejem suas finanças cuidadosamente. Ao conectar desempenho a custos, a FIA intensifica a atenção sobre o planejamento econômico das equipes.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Tags: fórmula 1gabriel bortoletosuperlicença
Milena Armando

Milena Armando

Jornalista, redatora e revisora.

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