A Globo apresentou a anunciantes, nesta semana, um projeto comercial voltado à Copa do Mundo Feminina de 2027; está é a primeira edição do torneio a ser realizada no Brasil e a emissora está vendendo cotas de patrocínio para sua própria cobertura do evento, não os direitos da competição em si, que continuam sendo de propriedade exclusiva da Fifa.
Cobertura começa antes do sorteio dos grupos
Segundo a Globo, a cobertura multiplataforma vai começar já com o sorteio dos grupos, marcado para dezembro deste ano, e vai se estender até a transmissão completa dos 64 jogos do torneio, sem limite de cotas para os patrocinadores interessados.
O pacote inclui conteúdos de jornalismo, dramaturgia e entretenimento ao redor da competição, não apenas a transmissão das partidas.
Número de patrocinadores já cresceu bastante desde 2019
O interesse comercial pelo futebol feminino vem crescendo de forma consistente nos últimos anos, segundo a própria emissora. O número de patrocinadores da Copa do Mundo Feminina na Globo saltou de dois, em 2019, para onze, em 2023.
Além disso, todas as cotas comerciais do Brasileirão Feminino já foram vendidas em 2026, o que reforça, segundo a emissora, o potencial de negócios da modalidade no país.
Entre 2021 e 2026, o volume de partidas de futebol feminino transmitidas pela Globo mais que dobrou, passando de 82 para 200 jogos, com mais de 92 milhões de pessoas acompanhando o conteúdo em suas plataformas só em 2025.
Brasil sediará torneio inédito na América do Sul
A Copa do Mundo Feminina de 2027 será a primeira edição do torneio disputada na América do Sul, entre 24 de junho e 25 de julho daquele ano.
O Brasil venceu a disputa pela sede em 2024, superando a candidatura conjunta de Alemanha, Bélgica e Holanda, e deve usar dez estádios já utilizados na Copa do Mundo masculina de 2014, incluindo o Maracanã, cotado para sediar a abertura e a final do torneio.








