Crusoé
16.02.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
    • Entrevistas
    • O Caminho do Dinheiro
    • Ilha de Cultura
    • Leitura de Jogo
    • Crônica
    • Colunistas
    • Assine já
      • Princípios editoriais
      • Central de ajuda ao assinante
      • Política de privacidade
      • Termos de uso
      • Política de Cookies
      • Código de conduta
      • Política de compliance
      • Baixe o APP Crusoé
    E siga a Crusoé nas redes
    Facebook Twitter Instagram

    Barros nega 'relação pessoal' com dono da Precisa e favorecimento à empresa

    O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (foto), declarou nesta quinta-feira, 12, que não tem uma "relação pessoal" com o dono da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano. A empresa atuou como intermediária do laboratório indiano Bharat Biotech na negociação com o Ministério da Saúde pelo fornecimento de 20 milhões de doses da Covaxin. Aliado do...

    Redação Crusoé
    3 minutos de leitura 12.08.2021 13:26 comentários 2
    Ricardo Barros depõe à CPI da Covid: ele terá que voltar, agora como investigado
    • Whastapp
    • Facebook
    • Twitter
    • COMPARTILHAR

    O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (foto), declarou nesta quinta-feira, 12, que não tem uma "relação pessoal" com o dono da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano. A empresa atuou como intermediária do laboratório indiano Bharat Biotech na negociação com o Ministério da Saúde pelo fornecimento de 20 milhões de doses da Covaxin.

    Aliado do Planalto, Barros presta depoimento ao colegiado depois de ter sido implicado no escândalo da vacina indiana pelo deputado Luis Miranda, que afirmou à comissão que, ao reportar indícios de corrupção no contrato da Covaxin a Jair Bolsonaro, o presidente da República alegou que o esquema era "coisa" do líder do governo na Câmara.

    A Precisa Medicamentos tem, em seu quadro societário, a Global Saúde, que, durante a gestão de Ricardo Barros no Ministério da Saúde, aplicou um golpe no governo federal -- a empresa recebeu 20 milhões de reais, mas não entregou a leva de medicamentos de alto custo voltados a pessoas com doenças raras prevista em contrato.

    "Eu não tenho relação pessoal com o senhor Maximiano. O recebi no gabinete como ministro, com a nossa equipe de compras. E está registrado que a última vez que nos encontramos foi quando eu era ministro. Nunca tratei de Covaxin, em nenhum momento tratei de qualquer assunto relativo à venda da Covaxin", disse.

    O deputado ainda alegou que jamais atuou em favor da empresa no processo de negociação com o governo Jair Bolsonaro. Barros disse, inclusive, que não detém indicados no Ministério da Saúde. "As pessoas que eu trouxe para Brasília -- cinco apenas --, quando fui ministro, todas elas foram para o governo do Paraná", assegurou.

    "Em nenhum momento, ninguém ligado a esta empresa ou a este laboratório Covaxin me procurou nesse período. Não tive nenhum contato com nenhuma das pessoas envolvidas nisso. Nunca me procuraram para auxiliar na venda de vacinas para o Brasil, que é um objetivo de todos nós, mas, nesse caso, nunca fui procurado, e os senhores já sabem disso porque todas as pessoas que tramitaram pelas mãos de quem tramitou o processo já afirmaram isso aqui nesta CPI", emendou.

    Autor da emenda que abriu espaço para a importação da Covaxin, Barros alegou que não o fez para favorecer a empresa. O deputado fez uma modificação em uma medida provisória que dava autorização para a importação e distribuição de quaisquer vacinas e medicamentos não registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, contanto que fossem aprovados por autoridades sanitárias de outros países. A modificação por ele sugerida incluiu a Central Drugs Standard Control Organization, da Índia, na lista de agências habilitadas.

    "Eu nem sabia que a Precisa representava a Covaxin ao momento da apresentação da emenda. Era um fato totalmente desconhecido da minha parte", sustentou. "A Índia é o maior fabricante de vacinas do mundo. Então, era absolutamente natural que ela tivesse a possibilidade de que os estudos feitos lá fossem aproveitados pela Anvisa e pelo governo federal."

    Diários

    Crusoé nº 407: O problema Toffoli

    Redação Crusoé Visualizar

    Baixou a Sexta-feira 13 de Carnaval no STF

    Duda Teixeira Visualizar

    Toffoli gravou reunião reservada no STF?

    Redação Crusoé Visualizar

    Deputado questiona Haddad sobre calote de R$ 3,6 bi registrado em balanço do BB

    Guilherme Resck Visualizar

    O que esperar de André Mendonça no caso Master

    Duda Teixeira Visualizar

    Ex-ministro de Bolsonaro deixa PL reclamando

    Redação Crusoé Visualizar

    Mais Lidas

    A ideologia do atraso

    A ideologia do atraso

    Visualizar notícia
    A nova cadeirada de Datena

    A nova cadeirada de Datena

    Visualizar notícia
    Baixou a Sexta-feira 13 de Carnaval no STF

    Baixou a Sexta-feira 13 de Carnaval no STF

    Visualizar notícia
    Carnaval sem saidinha

    Carnaval sem saidinha

    Visualizar notícia
    Crusoé nº 407: O problema Toffoli

    Crusoé nº 407: O problema Toffoli

    Visualizar notícia
    Deputado questiona Haddad sobre calote de R$ 3,6 bi registrado em balanço do BB

    Deputado questiona Haddad sobre calote de R$ 3,6 bi registrado em balanço do BB

    Visualizar notícia
    Está surgindo o “kassabismo”?

    Está surgindo o “kassabismo”?

    Visualizar notícia
    O intervalo que não foi só show

    O intervalo que não foi só show

    Visualizar notícia
    O problema Toffoli

    O problema Toffoli

    Visualizar notícia
    O que esperar de André Mendonça no caso Master

    O que esperar de André Mendonça no caso Master

    Visualizar notícia

    Tags relacionadas

    Covaxin

    Francisco Maximiano

    Precisa Medicamentos

    Ricardo Barros

    < Notícia Anterior

    Barroso anuncia medidas para ampliar 'ainda mais' transparência das urnas

    12.08.2021 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    Próxima notícia >

    Sessão da CPI é suspensa após bate-boca entre Barros e senadores

    12.08.2021 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar

    Redação Crusoé

    Suas redes

    Twitter Instagram Facebook

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (2)

    MARCOS

    2021-08-12 14:53:05

    A velhinha de Taubaté acreditou.


    PAULO

    2021-08-12 14:06:12

    O silêncio do Bolsonaro comprova que ele apontou o seu líder na Câmara Ricardo Barros, como o líder na negociata da Covaxin. Todos os fatos que tomamos conhecimento, demonstram que RB é um cretino insensível. Fez negócio com a Global do Max, causando mortes, e buscou expor os brasileiros como cobaias na Covaxin.


    Torne-se um assinante para comentar

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (2)

    MARCOS

    2021-08-12 14:53:05

    A velhinha de Taubaté acreditou.


    PAULO

    2021-08-12 14:06:12

    O silêncio do Bolsonaro comprova que ele apontou o seu líder na Câmara Ricardo Barros, como o líder na negociata da Covaxin. Todos os fatos que tomamos conhecimento, demonstram que RB é um cretino insensível. Fez negócio com a Global do Max, causando mortes, e buscou expor os brasileiros como cobaias na Covaxin.



    Notícias relacionadas

    Crusoé nº 407: O problema Toffoli

    Crusoé nº 407: O problema Toffoli

    Redação Crusoé
    14.02.2026 07:46 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Baixou a Sexta-feira 13 de Carnaval no STF

    Baixou a Sexta-feira 13 de Carnaval no STF

    Duda Teixeira
    13.02.2026 17:14 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Toffoli gravou reunião reservada no STF?

    Toffoli gravou reunião reservada no STF?

    Redação Crusoé
    13.02.2026 15:46 2 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Deputado questiona Haddad sobre calote de R$ 3,6 bi registrado em balanço do BB

    Deputado questiona Haddad sobre calote de R$ 3,6 bi registrado em balanço do BB

    Guilherme Resck
    13.02.2026 14:18 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Crusoé
    o antagonista
    Facebook Twitter Instagram

    Acervo Edição diária Edição Semanal

    Redação SP

    Av Paulista, 777 4º andar cj 41
    Bela Vista, São Paulo-SP
    CEP: 01311-914

    Acervo Edição diária

    Edição Semanal

    Facebook Twitter Instagram

    Assine nossa newsletter

    Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

    Crusoé, 2026,
    Todos os direitos reservados
    Com inteligência e tecnologia:
    Object1ve - Marketing Solution
    Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso