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    Lira volta a descartar impeachment: 'Isso não pode ser via de regra'

    O presidente da Câmara, Arthur Lira (foto), voltou a descartar a abertura de um processo de impeachment contra Jair Bolsonaro. O parlamentar argumentou que o país precisa se acostumar a "ter um processo democrático" e declarou que o impedimento de chefes do Planalto "não pode ser via de regra". O deputado comentou o assunto durante...

    Redação Crusoé
    2 minutos de leitura 13.07.2021 16:24 comentários 10
    Arthur Lira
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    O presidente da Câmara, Arthur Lira (foto), voltou a descartar a abertura de um processo de impeachment contra Jair Bolsonaro. O parlamentar argumentou que o país precisa se acostumar a "ter um processo democrático" e declarou que o impedimento de chefes do Planalto "não pode ser via de regra".

    O deputado comentou o assunto durante conversa com a imprensa nesta terça-feira, 13, quando indagado sobre a justificativa para nem se quer analisar os procedimentos -- as gavetas de Lira acumulam 123 pedidos de impeachment.

    Lira lembrou que a avaliação trata-se de uma questão política. "Você, nesse momento, tem que trabalhar mais para por água na fervura do que para botar querosene. Nós estamos trabalhando para manter o ambiente do Brasil estável, previsível", explicou.

    O congressista repetiu que não pode dar continuidade ao impeachment sem o aval de lideranças. "Erra quem pensa que a responsabilidade é só minha. É uma somatória de características que não se configuram. [Isso é] dito por mim, pelo presidente ACM Neto, pelo ministro Gilmar Mendes, para citar alguns", lembrou.

    O deputado argumentou que, em razão das divergências, defende a implementação do semipresidencialismo no Brasil a partir de 2026. Neste sistema, um presidente República, eleito diretamente pelo povo, e um primeiro-ministro, escolhido pelo parlamento, dividem as funções no Poder Executivo.

    "Quando parto para defender eleição, quando se estava contestando eleição, a manchete que vem é: 'Arthur não vai pautar o impeachment'. Isso não pode ser via de regra. Daí a possibilidade que foi, inclusive, muito bem aceita de se votar um sistema de semipresidencialismo para 2026, como uma forma de você estabilizar mais o processo político dentro do Congresso".

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    Comentários (10)

    VIDAL

    2021-07-14 13:14:32

    Mas o que atrapalha o impeachment de Bolsonaro é Lula. Quer porque eleitoralmente a este não interessa, quer porque não se pode trazer de volta um por corrupção (que deixou de existir) e tirar o outro também pela corrupção (ressuscitada). Os anticorpos do sistema entrarão em "pane". Que Deus nos ilumine a todos e um abraço fraterno em agnósticos e ateus! Namastê!


    VIDAL

    2021-07-14 10:26:19

    Ou seja, o problema operacional para o impeachment é que ante a anulação súbita das condenações de Lula pelo STF, dando-lhe o status sui generis de ex-condenado, não poderá o ser por razões de corrupção. Em o sendo Bolsonaro passará à condição de maior perseguido político de todos os tempos. É melhor pedir-lhe para renunciar, como se faz nos países de Sistema Parlamentarista Clássico mais desenvolvidos cultural e politicamente. Namastê!


    VIDAL

    2021-07-14 10:25:06

    O Impeachment- após a decisão súbita e juridicamente sui generis do STF, que anulou as condenações de Lula, dando-lhe o status inusitado de ex-condenado-, não poderá justificar-se por razões de corrupção. Daí sua dificuldade operacional. Quanto ao povo, se vivêssemos em um sistema Parlamentarista Clássico no qual é quem manda, bastaria pedir a renúncia do governante ao invés de obrigá-lo a sair. Isso é coisa do Presidencialismo no qual obedece. Namastê!


    Dalton

    2021-07-14 09:22:03

    Você é um baba ovo e suga o sistema tudo que vem de você, é o espelho do PR, vocês são lixos… agora vem com esse papo de via de regra, não precisaria ser se tivéssemos líderes íntegros.


    Carlos

    2021-07-14 06:32:26

    simplesmente lixo


    Sergio

    2021-07-14 00:38:10

    Braga Neto. General LAMBE BOTAS.


    Fred Ruas

    2021-07-13 23:05:54

    Claro que pode, Sr. Deputado. Vivemos, na prática, num sistema de governo semi- presidencialista, por que os presidentes, desde Fernando Collor, não conseguem formatar maioria parlamentar nos pleitos em que eleitos, tendo que recorrer a diversos partidos políticos para alcançar tal apoio, sem o qual não governam, para o bem ou para o mal. Quando o PR perde apoio popular por envolvimento do governo com corrupção, impõem-se o seu afastamento. Isso será cada mais frequente. O único problema é que


    Lafaiete

    2021-07-13 22:33:55

    "Via de regra" é b#cet#!!!


    Lafaiete

    2021-07-13 22:32:45

    Ô deputado, "via de regra" é B@CET@!!!


    Marci

    2021-07-13 19:26:58

    E os jabutis sancionados por bolsonaro que favorecem Lira???Não são gratuitos!!!Tão pensando que Lira é correto?Claro que não.


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    Comentários (10)

    VIDAL

    2021-07-14 13:14:32

    Mas o que atrapalha o impeachment de Bolsonaro é Lula. Quer porque eleitoralmente a este não interessa, quer porque não se pode trazer de volta um por corrupção (que deixou de existir) e tirar o outro também pela corrupção (ressuscitada). Os anticorpos do sistema entrarão em "pane". Que Deus nos ilumine a todos e um abraço fraterno em agnósticos e ateus! Namastê!


    VIDAL

    2021-07-14 10:26:19

    Ou seja, o problema operacional para o impeachment é que ante a anulação súbita das condenações de Lula pelo STF, dando-lhe o status sui generis de ex-condenado, não poderá o ser por razões de corrupção. Em o sendo Bolsonaro passará à condição de maior perseguido político de todos os tempos. É melhor pedir-lhe para renunciar, como se faz nos países de Sistema Parlamentarista Clássico mais desenvolvidos cultural e politicamente. Namastê!


    VIDAL

    2021-07-14 10:25:06

    O Impeachment- após a decisão súbita e juridicamente sui generis do STF, que anulou as condenações de Lula, dando-lhe o status inusitado de ex-condenado-, não poderá justificar-se por razões de corrupção. Daí sua dificuldade operacional. Quanto ao povo, se vivêssemos em um sistema Parlamentarista Clássico no qual é quem manda, bastaria pedir a renúncia do governante ao invés de obrigá-lo a sair. Isso é coisa do Presidencialismo no qual obedece. Namastê!


    Dalton

    2021-07-14 09:22:03

    Você é um baba ovo e suga o sistema tudo que vem de você, é o espelho do PR, vocês são lixos… agora vem com esse papo de via de regra, não precisaria ser se tivéssemos líderes íntegros.


    Carlos

    2021-07-14 06:32:26

    simplesmente lixo


    Sergio

    2021-07-14 00:38:10

    Braga Neto. General LAMBE BOTAS.


    Fred Ruas

    2021-07-13 23:05:54

    Claro que pode, Sr. Deputado. Vivemos, na prática, num sistema de governo semi- presidencialista, por que os presidentes, desde Fernando Collor, não conseguem formatar maioria parlamentar nos pleitos em que eleitos, tendo que recorrer a diversos partidos políticos para alcançar tal apoio, sem o qual não governam, para o bem ou para o mal. Quando o PR perde apoio popular por envolvimento do governo com corrupção, impõem-se o seu afastamento. Isso será cada mais frequente. O único problema é que


    Lafaiete

    2021-07-13 22:33:55

    "Via de regra" é b#cet#!!!


    Lafaiete

    2021-07-13 22:32:45

    Ô deputado, "via de regra" é B@CET@!!!


    Marci

    2021-07-13 19:26:58

    E os jabutis sancionados por bolsonaro que favorecem Lira???Não são gratuitos!!!Tão pensando que Lira é correto?Claro que não.



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