Crusoé
30.04.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

Por que a Alemanha não quer ficar perto demais dos EUA nem longe da China

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu uma reaproximação com os países europeus durante a campanha eleitoral. Após sua vitória eleitoral em novembro, governantes da União Europeia foram efusivos em parabenizá-lo. Seu secretário de estado, Antony Blinken, que assumiu o posto nesta quarta, 27, viveu sua juventude na França e é considerado um "europeísta"....

Crusoe
Redação Crusoé
3 minutos de leitura 28.01.2021 07:22 comentários 6
Por que a Alemanha não quer ficar perto demais dos EUA nem longe da China
Angela Merkel Xi Jinping China Europa Alemanha
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu uma reaproximação com os países europeus durante a campanha eleitoral. Após sua vitória eleitoral em novembro, governantes da União Europeia foram efusivos em parabenizá-lo. Seu secretário de estado, Antony Blinken, que assumiu o posto nesta quarta, 27, viveu sua juventude na França e é considerado um "europeísta".

Contudo, a chanceler alemã Angela Merkel (com Xi Jinping, na foto, em 2014) parece ter jogado um balde de água fria na expectativa americana de reaproximação. "Eu gostaria muito de evitar a construção de blocos. Não acho que faria justiça a muitas sociedades se disséssemos que aqui estão os Estados Unidos e ali está a China e estamos nos agrupando em torno de um ou de outro. Esse não é o meu entendimento de como as coisas devem ser", disse Merkel.

Em vez de alinhar-se automaticamente com os americanos e distanciar-se da China, Merkel prefere manter uma equidistância dos dois. A primeira razão para isso é de ordem geopolítica. "A União Europeia sempre teve uma ambição de se colocar no centro, como um dos focos de poder em um mundo multipolar", diz Ana Paula Tostes, colaboradora do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), no Rio de Janeiro.

Ao buscar essa relevância, os europeus entenderam que deveriam ganhar mais independência dos americanos. "Não haveria motivo para a Europa ficar a reboque dos Estados Unidos, principalmente depois de ter sido tão maltratada por Donald Trump."

A outra questão é de natureza econômica. A Alemanha é o motor da Europa e exporta automóveis e máquinas para o mundo todo. Como outros países europeus, tem subsidiárias na China e busca uma penetração maior no mercado asiático. Em dezembro do ano passado, Merkel aproveitou seus últimos dias como presidente do Conselho Europeu para anunciar um acordo de investimentos entre a União Europeia e a China. "Quem ganhou com esse anúncio foi principalmente a Europa, e quem perdeu foram os Estados Unidos, que ficaram para trás", diz Ana Paula.

Ao buscar satisfazer a sua economia, a Alemanha de Merkel não pode fechar suas portas para os rivais dos americanos. Os europeus precisam do gás russo, têm negócios na Turquia e não podem abrir mão do mercado chinês. "A Alemanha é um dos maiores exportadores do mundo. Desde a Guerra Fria, os alemães sabem que não podem e não devem escolher um lado. O que mudou recentemente não foi a postura alemã, mas a retomada da relação americana com a Europa. Obviamente, não é por causa disso que a Alemanha irá excluir os demais", diz o cientista político Christian Lohbauer.

Vale lembrar também que o tabuleiro mundial deverá mudar com o governo de Joe Biden. Estados Unidos e Europa continuarão pressionando a ditadura de Xi Jinping em questões como meio ambiente, campos de concentração e trabalho escravo. Mas a tensão se manifestará de outra maneira. "As disputas passarão a acontecer principalmente nos fóruns internacionais, como a Organização Mundial do Comércio e o Tribunal Penal Internacional", diz Lohbauer. A Alemanha, portanto, não está se distanciando dos americanos. A questão é que o jogo mudou, será mais diplomático e terá mais atores envolvidos.

Diários

Moro equipara Lula a Floriano Peixoto após rejeição de Messias

Redação Crusoé Visualizar

Lindbergh acusa "grupo sionista" de provocar prisão do presidente do PSTU

Redação Crusoé Visualizar

A explicação de Messias sobre notificação a jornalista

Redação Crusoé Visualizar

Eixo do caos

Márcio Coimbra Visualizar

Sóstenes tenta se explicar sobre abraço em Messias

Redação Crusoé Visualizar

Messias se posiciona como o ministro 'terrivelmente evangélico' de Lula

Redação Crusoé Visualizar

Mais Lidas

68% ainda não sabem quem governa Minas, aponta Quaest

68% ainda não sabem quem governa Minas, aponta Quaest

Visualizar notícia
A explicação de Messias sobre notificação a jornalista

A explicação de Messias sobre notificação a jornalista

Visualizar notícia
Após 'Os intocáveis', surge 'O herdeiro' João Campos

Após 'Os intocáveis', surge 'O herdeiro' João Campos

Visualizar notícia
Cólera antidemocrática do STF é reflexo do petismo

Cólera antidemocrática do STF é reflexo do petismo

Visualizar notícia
Israel destrói rede de túneis do Hezbollah no sul do Líbano

Israel destrói rede de túneis do Hezbollah no sul do Líbano

Visualizar notícia
Justiça condena presidente do PSTU por racismo contra judeus

Justiça condena presidente do PSTU por racismo contra judeus

Visualizar notícia
Messias se posiciona como o ministro 'terrivelmente evangélico' de Lula

Messias se posiciona como o ministro 'terrivelmente evangélico' de Lula

Visualizar notícia
Nexus indica o candidato mais anti-Lula e anti-Bolsonaro

Nexus indica o candidato mais anti-Lula e anti-Bolsonaro

Visualizar notícia
Ninguém mais acredita na Justiça — e isso muda tudo

Ninguém mais acredita na Justiça — e isso muda tudo

Visualizar notícia
O inconfidente

O inconfidente

Visualizar notícia

Tags relacionadas

acordo comercial

Alemanha

Angela Merkel

Antony Blinken

China

Estados Unidos

Europa

União Europeia

Xi Jinping

< Notícia Anterior

Ministro da Cultura de Cuba agride manifestantes

27.01.2021 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Às vésperas da eleição da Câmara, Bolsonaro vai inaugurar ponte no Nordeste

28.01.2021 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (6)

ANTONIO

2021-01-28 21:47:06

Joe Biden está para Bolsonaro, assim como Ângela Merkel está para Joe Biden.


PAULO

2021-01-28 17:00:31

1.0 Bolsonaro ameaça os USA com pólvora. Seria cômico se não fosse trágico. Bolsonaro e a sua trupe, ataca ideologicamente a China. Bolsonaro se indispõe com a União Europeia por causa de questões ambientais. Ou seja, Bolsonaro é um desastre nas Relações Internacionais. Merkel tem um visão holística e estratégica no plano geopolítico. Sabe que hoje, o que funciona nessas relações, é o Soft Power. E para potencializar isso, precisa criar pontes e não erguer muros.


Jaime

2021-01-28 12:10:18

Diria Trump: "Minha senhora, ou vc é aliada, ou inimiga dos Estados Unidos (para Trump, é na base do "sim"ou "não"; o resto é coisa do diabo). Sendo uma inimiga, vamos retirar nossas tropas e equipamentos da NATO. Querem ser uma potência? Passe no teste: russos e chineses assediando seus territórios...e nós, americanos, só a parte assistindo o bicho pegar e vc virem suplicar socorro como ja Segunda Guerra Mundial.


C T Filho

2021-01-28 11:51:07

Aumentar gastos militares pra q? O q aconteceu com o Peace Dividend de Reagan anunciado após a queda do muro de Berlin? Desde entao gastos com destruicao aumentaram vertiginosamente puxado alianças anacronicas como OTAN q soh servem para beneficiar a industria bélica


Luiz

2021-01-28 09:37:24

Ou seja o mais importante é o financeiro , se o mundo vai se tornar mais dependente de uma ditadura comunista , deixe para a geração futura resolver e sofrer as consequências , hoje o que interessa é alimentar o dragão e ganhar dinheiro, quem pode imaginar se ao invés de potência hegemônica do pós guerra ao invés de nos alinharmos com os americanos , tivéssemos todos juntos com união soviética, com certeza se ainda existissemos estaríamos correndo atrás do governo para comer , Deus nos ajude.


Gustavo

2021-01-28 07:34:24

Um problema está posto o governo alemão aumentará os seus gastos de defesa ou continuarão dependendo dos EUA ..?


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (6)

ANTONIO

2021-01-28 21:47:06

Joe Biden está para Bolsonaro, assim como Ângela Merkel está para Joe Biden.


PAULO

2021-01-28 17:00:31

1.0 Bolsonaro ameaça os USA com pólvora. Seria cômico se não fosse trágico. Bolsonaro e a sua trupe, ataca ideologicamente a China. Bolsonaro se indispõe com a União Europeia por causa de questões ambientais. Ou seja, Bolsonaro é um desastre nas Relações Internacionais. Merkel tem um visão holística e estratégica no plano geopolítico. Sabe que hoje, o que funciona nessas relações, é o Soft Power. E para potencializar isso, precisa criar pontes e não erguer muros.


Jaime

2021-01-28 12:10:18

Diria Trump: "Minha senhora, ou vc é aliada, ou inimiga dos Estados Unidos (para Trump, é na base do "sim"ou "não"; o resto é coisa do diabo). Sendo uma inimiga, vamos retirar nossas tropas e equipamentos da NATO. Querem ser uma potência? Passe no teste: russos e chineses assediando seus territórios...e nós, americanos, só a parte assistindo o bicho pegar e vc virem suplicar socorro como ja Segunda Guerra Mundial.


C T Filho

2021-01-28 11:51:07

Aumentar gastos militares pra q? O q aconteceu com o Peace Dividend de Reagan anunciado após a queda do muro de Berlin? Desde entao gastos com destruicao aumentaram vertiginosamente puxado alianças anacronicas como OTAN q soh servem para beneficiar a industria bélica


Luiz

2021-01-28 09:37:24

Ou seja o mais importante é o financeiro , se o mundo vai se tornar mais dependente de uma ditadura comunista , deixe para a geração futura resolver e sofrer as consequências , hoje o que interessa é alimentar o dragão e ganhar dinheiro, quem pode imaginar se ao invés de potência hegemônica do pós guerra ao invés de nos alinharmos com os americanos , tivéssemos todos juntos com união soviética, com certeza se ainda existissemos estaríamos correndo atrás do governo para comer , Deus nos ajude.


Gustavo

2021-01-28 07:34:24

Um problema está posto o governo alemão aumentará os seus gastos de defesa ou continuarão dependendo dos EUA ..?



Notícias relacionadas

Moro equipara Lula a Floriano Peixoto após rejeição de Messias

Moro equipara Lula a Floriano Peixoto após rejeição de Messias

Redação Crusoé
29.04.2026 21:04 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Lindbergh acusa "grupo sionista" de provocar prisão do presidente do PSTU

Lindbergh acusa "grupo sionista" de provocar prisão do presidente do PSTU

Redação Crusoé
29.04.2026 18:16 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
A explicação de Messias sobre notificação a jornalista

A explicação de Messias sobre notificação a jornalista

Redação Crusoé
29.04.2026 17:35 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Eixo do caos

Eixo do caos

Márcio Coimbra
29.04.2026 17:06 6 minutos de leitura
Visualizar notícia

Variedades

Ver mais

Especialistas apontam que economia brasileira tem chamado atenção de investidores internacionais

Especialistas apontam que economia brasileira tem chamado atenção de investidores internacionais

Visualizar notícia
Estrela mundial desembarca no Brasil para show histórico no Rio de Janeiro

Estrela mundial desembarca no Brasil para show histórico no Rio de Janeiro

Visualizar notícia
Fim de uma era: criador de histórico personagem dos desenhos morre aos 91 anos

Fim de uma era: criador de histórico personagem dos desenhos morre aos 91 anos

Visualizar notícia
Astróloga revela os três signos que terão sucesso financeiro e sorte no amor no mês de maio

Astróloga revela os três signos que terão sucesso financeiro e sorte no amor no mês de maio

Visualizar notícia
Investigação aponta risco de arritmia grave e venda de medicamento é suspensa pela Anvisa

Investigação aponta risco de arritmia grave e venda de medicamento é suspensa pela Anvisa

Visualizar notícia
Não perca sua CNH: entenda novo limite de pontos para não ter a carteira suspensa de surpresa

Não perca sua CNH: entenda novo limite de pontos para não ter a carteira suspensa de surpresa

Visualizar notícia

Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso