Prestes a se tornar um empecilho financeiro, a gasolina vai se elevar em 2026.
Por meio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) foi aprovado, especificamente em 8 de setembro deste ano, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
Com isso, o aumento será para o diesel, a gasolina e o gás liquefeito de petróleo (GLP). Sendo validadas em janeiro do próximo ano, as alíquotas vão atingir muitos consumidores.
Os motivos por trás
Em relação aos valores, estes devem ser, para a gasolina, R$ 1,57 o litro. Já para o diesel, será R$ 1,17. A determinação é da Confaz. Com base na diferenciação dos valores mensais, que foram apresentados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), eles aconteceram entre fevereiro e agosto deste ano.
Variando quanto às alíquotas, essas eram, até meados de 2023, analisadas perante um modelo de valor final. Fixando o preço pelo litro, este entrou em vigência em 2024. Para o ano de 2026, é preciso se encaixar quanto aos valores que estão sendo vistos no mercado.
Por meio de um sistema econômico e político, questões orçamentárias são vistas, com o ICMS capaz de contribuir de maneira rápida para as receitas. Já a inflação, para 2026, sofrerá uma pressão, refletindo isso não só no valor dos alimentos, como também no transporte.
Aqueles que usam carros todos os dias para se locomover sentirão no bolso o aumento da gasolina, que chegará a R$ 1,57. Quanto ao diesel, este é usado em ônibus e outros modelos de carga, onde o valor de R$ 1,17 tende a elevar os custos de fretes, incluindo o setor da construção civil. O ICMS sobre o gás de cozinha contará com um aumento de R$ 1,05.
Sendo assim, as pessoas serão as mais impactadas, reduzindo o sistema de compra delas. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) também deve ser atingido, com a elevação ocorrendo nos três primeiros meses de 2026. Usando medidas paliativas, o governo precisa aumentar o direcionamento quanto a modelos sociais, podendo incluir alguns temporários.




