Um terremoto de magnitude 6,9 atingiu o norte do Chile na segunda-feira, 25 de maio, às 17h52 no horário local.
O Sistema Global de Alerta e Coordenação de Desastres (GDACS), ligado à Organização das Nações Unidas e à Comissão Europeia, registrou o evento na região de Calama, com profundidade de 101,3 quilômetros.

Dados do tremor
De acordo com o GDACS, o terremoto teve coordenadas próximas de -22.4015 e -68.6229, na região de Antofagasta. O sistema classificou o impacto humanitário estimado como baixo, com base na magnitude, na população exposta e na vulnerabilidade da área atingida.
Além disso, o painel do GDACS informa que cerca de 140 mil pessoas ficaram em área com intensidade estimada igual ou superior a VII na escala de Mercalli Modificada.
Esse indicador mede a percepção e os efeitos do tremor em pessoas, objetos e estruturas.
Reflexo em São Paulo
Moradores de São Paulo relataram tremores após o abalo no Chile.
O Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP) mantém dados de monitoramento sísmico e alerta que localizações e magnitudes podem variar entre instituições, mesmo após revisão técnica.
Em eventos profundos e fortes nos Andes, as ondas sísmicas podem viajar longas distâncias. Além disso, áreas com prédios altos podem registrar maior percepção do movimento, especialmente em andares superiores.
Monitoramento após o evento
O GDACS manteve o terremoto como alerta verde, categoria associada a menor probabilidade de impacto humanitário severo. Ainda assim, autoridades locais costumam avaliar estruturas, serviços básicos e possíveis réplicas após abalos desse porte.
O Chile registra terremotos com frequência por causa da interação entre placas tectônicas na costa do Pacífico.
Por isso, órgãos de monitoramento acompanham a atividade sísmica de forma contínua e atualizam dados de magnitude, profundidade e localização conforme novas análises ficam disponíveis.





