Na última terça-feira (28), o furacão Melissa atingiu a Jamaica, causando devastação, sendo considerado o fenômeno mais intenso de 2025. Classificado como categoria 5 (nível mais alto na escala Saffir-Simpson), o furacão trouxe ventos de até 295 km/h.
A tempestade mais intensa já registrada no país impactou diretamente aproximadamente 1,5 milhão de pessoas, metade da população local, segundo autoridades locais e organizações humanitárias.
O impacto inicial foi devastador. Mais de um terço da ilha experimentou apagões, e muitos jamaicanos foram obrigados a buscar refúgio em abrigos temporários.
A ONU e outras organizações internacionais rapidamente se mobilizaram para enviar ajuda, destacando a gravidade da situação enfrentada pela nação insular.

Origem e trajetória do furacão Melissa
O furacão Melissa formou-se nas águas quentes do Caribe, que influenciaram diretamente sua intensidade e velocidade de deslocamento.
O Centro Nacional de Furacões dos EUA monitorou a trajetória do Melissa. Autoridades jamaicanas emitiram ordens de evacuação obrigatória antes do impacto, disponibilizando aproximadamente 900 abrigos.
Mesmo assim, a infraestrutura não suportou a força do furacão, provocando grandes problemas em regiões da ilha.
Consequências e ameaça para Cuba
As consequências foram imediatas e catastróficas: inundações e deslizamentos de terra ocorreram, agravando a situação em locais já vulneráveis.
A Cruz Vermelha estimou que cerca de 28 mil jamaicanos ficaram em situação de risco. Com a passagem do furacão, os esforços agora se concentram na ajuda humanitária e no restabelecimento dos serviços básicos.
Enquanto a Jamaica tenta se recuperar, o furacão Melissa avançou em direção a Cuba. O governo cubano ordenou a evacuação de mais de 500 mil pessoas em áreas consideradas de alto risco.
É esperado que o furacão atinja Santiago de Cuba e outras regiões ao leste, antes de prosseguir para as Bahamas.
Ajuda internacional
Com o furacão ainda ativo, o foco principal é minimizar os danos nas regiões afetadas, salvaguardar vidas e garantir o fornecimento de ajuda humanitária.
Além da mobilização interna, agências de ajuda internacional, como a ONU, estão desempenhando um papel fundamental no suporte aos governos locais.




