Além de uma alimentação equilibrada e da prática regular de atividades físicas, a hidratação também desempenha um papel importante no controle da pressão arterial, já que o consumo adequado de água pode ajudar a mantê-la estável.
Isso porque, quando o corpo está devidamente hidratado, o sangue é transportado pelo corpo com mais facilidade, minimizando assim o trabalho do coração e, consequentemente, evitando o aumento da pressão.
E vale destacar que, segundo estudos recentes sobre o tema, existem recomendações seguras a respeito da quantidade de água que precisa ser consumida para que os efeitos esperados sejam alcançados.
Embora as quantidades possam variar de acordo com cada organismo e os valores estejam distribuídos entre a quantidade de água pura e que está presente em outros alimentos, diversas entidades orientam o consumo de cerca de 3,7 litros de líquidos por dia para homens e 2,7 litros para mulheres.
Além disso, há também a recomendação de que o consumo da bebida ocorra de forma regular, consumindo-a mesmo sem sentir sede, uma vez que o sintoma representa o desequilíbrio hídrico do organismo.
Os perigos do excesso: por que controlar a quantidade de água ingerida?
Mais do que respeitar os limites estabelecidos por especialistas, pacientes que possuem diagnóstico de doença renal crônica, usam diuréticos ou possuem outras doenças cardíacas além da hipertensão precisam se atentar aos riscos que o consumo excessivo de água pode oferecer.
Afinal, ainda que o líquido apresente diversos benefícios, ele também pode diluir os níveis de sódio no sangue, causando uma condição grave chamada hiponatremia, que acarreta em confusão mental, náusea e letargia.
Além disso, há também o perigo de causar uma sobrecarga renal ou de sofrer com uma intoxicação por água, que causa inchaço cerebral e, em casos extremos, pode levar à morte. Sendo assim, fica nítido que até mesmo o consumo de água demanda cautela.




