A alimentação é reconhecida como um dos principais pilares para o bom funcionamento do corpo e a prevenção de doenças. Por conta disso, especialistas enfatizam a importância de se atentar ao que está sendo consumido.
Além disso, muitos também alertam sobre certos alimentos que devem ser evitados, pois além de serem pobres em fibras, vitaminas, minerais e compostos bioativos, ainda contém contêm excesso de açúcares, gorduras, sódio e aditivos químicos.
É justamente nesta descrição que se enquadram os ultraprocessados, que são formulados para serem “hiperpalatáveis”, mas acabam resultando em ganho de peso e desenvolvimento de doenças crônicas quando consumidos em excesso.
Embora a maioria dos alimentos deste grupo deva ser consumida com moderação, dois se sobressaem por suas características negativas, sendo capazes até mesmo de afetar o funcionamento cerebral.
Ainda assim, eles não apenas são facilmente encontrados nos supermercados, como também estão presentes nas despensas e geladeiras de diversas famílias. São eles:
Refrigerante
Por conta de sua alta concentração de açúcar, os refrigerantes podem não apenas contribuir para o surgimento de doenças como a obesidade, diabetes e problemas cardíacos, como ainda causa resistência à insulina.
Além disso, a alta acidez da bebida pode desgastar o esmalte dos dentes e causar doenças digestivas. E por conta da presença de cafeína em algumas receitas, os refrigerantes ainda podem se tornar extremamente viciantes.
Carnes ultraprocessadas
O elevado teor de sal, açúcar e gorduras saturadas presente em carnes ultraprocessadas, como presunto e bacon, por si só já representa um sério risco à saúde, contribuindo para o surgimento de diversas doenças. Porém, o alimento ainda oferece um perigo ainda maior.
Isso porque o processamento da carne pode gerar substâncias potencialmente cancerígenas, como nitrosaminas e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, que podem danificar o DNA e aumentar o risco de câncer, principalmente de intestino.
Para ambos os casos, a recomendação de saúde é reduzir ou, se possível, evitar seu consumo, substituindo-os por alimentos e bebidas in natura, que oferecem muito mais benefícios.




