Pessoas que se configuram como de baixa renda e que estão cursando medicina, tendo ligação com o Mais Médicos, podem receber valores vindos do governo.
Assim, é de R$ 700 para cumprir as despesas vindas do princípio acadêmico e elas também devem completar o curso.
Denominado Programa de Bolsa Permanência, foi formulado pelo Ministério da Educação (MEC) e, com publicação no Diário Oficial da União, vem da Portaria nº 655/2025.
O incentivo financeiro
É importante mencionar que, para receber o valor, é preciso estar devidamente incluído no Cadastro Único (CadÚnico). Sendo assim, esse método visa encaminhar para projetos sociais do governo. Indivíduos que cursam medicina em faculdades privadas precisam estar como bolsistas.
Diante do Mais Médicos, aquilo que não é permitido para receber R$ 700 se configura como a não conclusão em outra área, além de não receber nada pelo Programa Bolsa Permanência de Instituições Federais de Ensino Superior (IFES). Além disso, também não pode exceder o valor em termos mensais por cada indivíduo de uma residência, como 1,5 do salário mínimo.
Se referindo, é equivalente a R$ 2.277. Pelo Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP), deve inserir informações e documentos, dando todas as comprovações e estando matriculado no curso. Para entrar, tudo é feito em conjunto com o Gov.br. Validando um termo, ele corresponde ao que está no anexo II.
Os escolhidos deverão ser aqueles que são de baixa renda, priorizando estudantes que vieram do ensino público. Quanto às faculdades federais, estas precisam destacar os que se inseriram diante de cotas de vulnerabilidade. Pessoas selecionadas serão tanto de universidades particulares como de federais.
Já o valor de R$ 700 ele é determinado não só pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), como também pelo MEC. Portanto, não pode ser menor do que o indicado, especialmente em comparação ao de iniciação científica. Com a possibilidade de se elevar com outros modelos acadêmicos, é permitido que se haja junção, mas não podendo ser maior do que 1,5 do salário mínimo mensalmente.
As informações são da Agência Brasil.




