Com mais de 4 milhões de procedimentos realizados todos os anos, o Brasil já ocupa a segunda posição no ranking mundial de cirurgia plástica, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.
Contudo, vale destacar que o país se sobressai em procedimentos estéticos, já que a busca por intervenções cirúrgicas nesse segmento é um dos principais motivos que levam as pessoas a procurá-las.
E a lipoaspiração, que serve para remover gordura localizada e remodelar o contorno corporal, se destaca como um dos procedimentos mais realizados, com quase 800 cirurgias ocorrendo diariamente.
É importante ressaltar que, além de questões estéticas, a popularidade da intervenção também está diretamente ligada a sua segurança, levando em conta que a lipoaspiração é considerada um procedimento de baixo risco, de acordo com especialistas.
Curiosamente, a lipoaspiração não é uma das cirurgias plásticas mais acessíveis, considerando que seus valores podem variar entre R$ 7.500 e R$ 50 mil. Mesmo assim, sua popularidade segue crescendo.
Os perigos da lipoaspiração: cirurgia ainda pode oferecer riscos
Embora seja considerada menos perigosa, a lipoaspiração ainda apresenta riscos. Por isso, profissionais da área estética sempre recomendam que os pacientes estejam cientes desses cuidados antes de se submeter ao procedimento.
Vale lembrar que a intervenção exige anestesia e ainda requer que o paciente esteja em condições de saúde adequadas. Além disso, existe um limite de gordura que pode ser removido, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
É fundamental que a cirurgia seja realizada por um médico profissional em um ambiente hospitalar preparado para lidar com complicações, pois somente desta forma é possível garantir que tudo ocorra de forma segura.
Ainda mais considerando que, entre os possíveis “efeitos colaterais”, existem ainda riscos como perfurações acidentais, lesões de pele, infecções, anemia, trombose, sangramentos, embolia gordurosa e outros problemas, que podem causar consequências graves se o procedimento for realizado por cirurgiões despreparados.




