As viagens dos mineiros ao litoral do Espírito Santo e ao sul da Bahia sofreram impacto financeiro desde o último sábado (27) com a cobrança de pedágio na BR-381.
Localizados nos km 411, em Caeté, e km 345, em João Monlevade, esses pedágios introduzem novos custos tanto para turistas quanto para trabalhadores que dependem diariamente dessa rota, que conecta a Região Metropolitana de Belo Horizonte ao litoral capixaba e baiano.
Intensificação dos custos de viagem
Os novos pedágios cobram R$ 15,50 em Caeté e R$ 12,90 em João Monlevade, somando R$ 28,40 por viagem para veículos de passeio. Já os transportadores enfrentam tarifas que podem atingir R$ 124, dependendo dos eixos dos caminhões.
Embora exista um sistema de descontos para usuários frequentes, tais aumentos podem pesar no bolso, especialmente para aqueles que utilizam a via para turismo e negócios.
Desafios de segurança na BR-381
Conhecida por seu histórico de acidentes, a BR-381 ainda apresenta sérios desafios de segurança. Entre Belo Horizonte e Governador Valadares, apesar de alguns esforços de revitalização, a taxa de acidentes permanece alta.
Os dados disponíveis apontam que, mesmo com melhorias, incluindo novas sinalizações, a sensação de insegurança entre os usuários permanece significativa, na ausência de transformações mais abrangentes na infraestrutura.
Reações dos motoristas
A instalação dessas praças de pedágio gerou opiniões divididas entre os motoristas. Enquanto alguns percebem a necessidade de manutenção ao longo da rodovia, outros expressam frustração, uma vez que as promessas de melhorias, como a duplicação da estrada e implementação de passarelas, não se concretizaram até o momento.
Em suma, as novas tarifas de pedágio na BR-381 representam um custo elevado para aqueles que viajam de Minas Gerais ao litoral. Espera-se que a arrecadação viabilize melhorias na rodovia.




