O maior cruzeiro já construído no mundo ganha um destaque: ele não é considerado apenas um navio, é visto também como uma “cidade flutuante” no oceano. O Icon of the Seas, da Royal Caribbean, chamou a atenção por redefinir o quão grande um navio pode ser, com mais de 365 metros de comprimento, 20 conveses e capacidade para quase 10.000 pessoas.
Para ter uma ideia da escala, o famoso Titanic media cerca de 269 metros de comprimento. O Icon of the Seas é mais de 96 metros maior.
A “cidade flutuante”
Cada seção do navio foi planejada como um ecossistema independente, com serviços completos e infraestrutura própria. A arquitetura da embarcação foi pensada para que milhares de pessoas circulem simultaneamente sem que isso gere sensação de lotação ou perda de conforto.
São 20 conveses distribuídos verticalmente, cada um com funções e atrações específicas. A ideia é que o passageiro não precise desembarcar para ter uma experiência completa. Cada dia a bordo funciona como uma agenda diferente dentro do mesmo ambiente.
Entre os principais atrativos a bordo estão parques aquáticos, piscinas com vista aberta ao oceano, zonas de descanso, restaurantes temáticos, bares e até cassinos e teatros.
A tecnologia e engenharia são “high end”
O navio também chama a atenção devido à tecnologia empregada nele, considerada “top de linha” por muitos especialistas do setor. O cruzeiro conta inclusive com o sistema de propulsão baseado em gás natural liquefeito (GNL), considerado uma das alternativas mais limpas para embarcações de grande porte.
O sistema de propulsão se soma aos sistemas de tratamento de água, reciclagem de recursos e otimização do consumo elétrico a bordo. A combinação dessas tecnologias permite reduzir emissões poluentes de toda essa “cidade”.
O Icon of the Seas criou um novo padrão
O Icon of the Seas representa uma mudança de paradigma no turismo náutico. A maioria dos cruzeiros tem o objetivo de levar o público a diferentes destinos, não apenas para conhecerem, mas também para garantir diferentes formas de lazer e entretenimento.
No entanto, o cruzeiro da Royal Caribbean não compete apenas com outros cruzeiros, mas com destinos turísticos terrestres. A proposta é oferecer uma experiência tão completa que o destino final importa menos do que a própria viagem.




