Levando em conta a grande quantidade de usuários que utilizam seus aplicativos, é inegável que a Meta, comandada por Mark Zuckerberg, é dona de algumas das maiores e mais populares redes sociais do mundo.
Mas nem isso foi capaz de impedir que o Facebook, que é um dos carros-chefes da empresa, ganhasse uma “versão paga” que pode exigir dos usuários um investimento de quase R$ 30 mensais.
A iniciativa afeta principalmente o Reino Unido, uma vez que foi estabelecida para que a rede social se enquadre às diretrizes definidas pelo Escritório do Comissário da Informação, que regula a proteção de dados no país.
Basicamente, a versão paga do Facebook não só elimina anúncios, como também permite ao usuário controlar o compartilhamento de seus dados para fins publicitários.
O custo da assinatura ficará entre 2,99 libras esterlinas mensais na versão web e 3,99 libras mensais na versão aplicativo, tanto iOS quanto Android. Segundo a Meta, o valor dos apps é mais alto por conta de taxas aplicadas pelo Google e pela Apple nas transações.
Assinatura do Facebook cobrirá apenas contas principais
De acordo com o que foi divulgado, os valores citados anteriormente são individuais, e restringirão os anúncios do Facebook apenas na conta principal dos usuários.
Para estender o bloqueio a perfis secundários, será necessário arcar com um adicional de 2 libras na web e 3 nos aplicativos, resultando assim em um investimento ainda maior.
Além do Facebook: cobranças também se aplicam a outras redes
Vale destacar que o Facebook não foi a única rede da Meta afetada pela decisão, uma vez que o Instagram também passará a contar com a versão paga, que bloqueia a exibição de anúncios.
Embora os valores cobrados sejam os mesmos, cada assinatura é separada para cada aplicativo. E até o momento, Meta ainda não se pronunciou sobre a possibilidade de oferta de pacotes combinados.




