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EUA avaliam nova arma nuclear para enfrentar a China

Por João Carlos Gomes
07/10/2025
Em Geral
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Foto: Snap Wander/Unsplash

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Durante a comemoração dos 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, as forças armadas da China apresentaram o míssil balístico intercontinental (ICBM) Dongfeng-61 (DF-61), visto como um avanço significativo no poderio militar do país asiático.

Por conta disso, especialistas de think tanks (ou “laboratórios de ideias”) dos Estados Unidos passaram a debater sobre a modernização da força nuclear do país, defendendo modelos distintos de ICBMs.

Em comunicado, a The Heritage Foundation, de Washington, afirmou que lançadores móveis em veículos terrestres podem ser alternativas viáveis para o programa Sentinel, planejado para substituir os mísseis Minuteman III da Guerra Fria.

O grupo ressaltou as dificuldades apontadas financeiras pelo Escritório de Responsabilidade Governamental (GAO, na sigla em inglês) em um relatório para concluir a transição, uma vez que será necessário constuir novos silos de lançamento, o que pode ser muito mais custoso.

Já a adoção de lançadores móveis não apenas reduziria custos operacionais, como também aumentariam a sobrevivência dos mísseis dos EUA, tornando‑os muito mais difíceis de serem atingidos durante combate.

Departamento de Defesa dos EUA pode manter projeto de silos

Mesmo com argumentos sólidos a seu favor, os mísseis ICBM móveis podem não podem não ser prioridade para o Departamento de Defesa dos EUA, que continua defendendo os silos fixos como a garantia mais assertiva de lançamentos seguros.

Além disso, outros especialistas da própria The Heritage Foundation também apresentaram contra-argumentos ao uso dos sistemas, destacando possíveis desafios relacionados à segurança, comunicação e controle.

O grupo ainda defendeu que o braço marítimo do programa nuclear, que utiliza submarinos com mísseis balísticos, já fornece mobilidade suficiente, dispensando investimentos adicionais em novas tecnologias.

De acordo com a Força Aérea dos EUA, o programa Sentinel tem como objetivo manter os ICBMs operacionais até 2070, pressionando por uma modernização cada vez mais urgente da infraestrutura de lançamento.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
João Carlos Gomes

João Carlos Gomes

Jornalista, criador de conteúdo e músico independente nas horas vagas.

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