Ao longo dos anos, os avanços tecnológicos possibilitaram que grande parte da força de trabalho humana fosse substituída por tipos de robô. E, segundo especialistas, esse processo ainda está longe de chegar ao fim.
Inclusive, em entrevista ao portal Beijing Daily, o CEO da Xiaomi, Lei Jun, declarou acreditar que robôs humanoides avançados, que podem passar a integrar a linha de produção da empresa dentro dos próximos cinco anos, poderão assumir ainda mais funções.
Segundo ele, mesmo em sua fase inicial, as máquinas já serão capazes de realizar tarefas repetitivas ou que exigem precisão extrema. Com isso, elas poderão forçar uma redefinição das funções dos trabalhadores humanos.
Já versões mais sofisticadas dos robôs serão capazes de executar tarefas ainda mais complexas, ampliando assim seu campo de atuação e reduzindo de forma ainda mais significativa a necessidade de intervenção humana.
Lei Jun destacou ainda que, no momento em que as máquinas forem capazes de assumir tais funções, o avanço será acelerado, transformando a forma como as linhas de produção funcionam quase instantaneamente.
Tipos de robô avançados não causarão prejuízos aos humanos
Ainda que o CEO da Xiaomi tenha destacado que os robôs mais avançados serão capazes de assumir diversas tarefas comumente executadas por humanos, ele deixou claro que isso não resultará em prejuízos.
Afinal, ainda durante sua conversa com o Beijing Daily, Lei Jun destacou que, com o trabalho pesado ou de precisão extrema passando a ser executado por tecnologias sofisticadas, funcionários humanos ficarão liberados para realizar atividades mais qualificadas, como planejamento e desenvolvimento de engenharia.
O executivo ainda exaltou o papel de Pequim neste processo de modernização, destacando os investimentos em tecnologia feitos pela capital chinesa. Contudo, ele deixou claro que os verdadeiros avanços dependerão de um trabalho coletivo.
Isso porque as empresas dependerão de parcerias, colaboração técnica e plataformas de engenharia compartilhadas para conseguirem, de fato, desenvolver tecnologias tão prósperas quanto as esperadas.




