Caracterizado pelo alinhamento entre Sol, Terra e Lua, o eclipse é um fenômeno astronômico relativamente comum, no qual um corpo celeste bloqueia de forma parcial ou total a luz de outro.
Ainda que não se trate de um “sinal apocalíptico”, o evento inevitavelmente gera bastante repercussão, principalmente quando sua duração é prolongada. E de acordo com a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA), um eclipse programado para o próximo ano promete atrair bastante atenção.
Isso porque o fenômeno já vem sendo considerado como o “eclipse solar do século”, pois segundo a agência estadunidense, deve durar por cerca de 6 minutos e 22 segundos no total, superando amplamente marcos anteriores.
Vale lembrar que, até o momento, o eclipse solar total de 8 de abril de 2024, que cruzou o México, os Estados Unidos e o Canadá, era considerado o mais longo de todos os tempos, com 4 minutos e 28 segundos de duração.
Sendo assim, o novo fenômeno, que inclusive contará com uma faixa de totalidade mais larga que o normal por conta da proximidade entre a Lua e a Terra, contará com quase 2 minutos extras de duração, excederá o recorde de forma impressionante.
Como acompanhar o “eclipse do século”?
Conforme divulgado pelo portal O Globo, o eclipse histórico está programado para ocorrer no dia 2 de agosto de 2027. Porém, apesar de sua magnitude, não será fácil testemunhá-lo a olho nu.
Isso porque a fase de totalidade (quando a Lua cobre completamente o Sol) só será visível em uma faixa estreita que atravessará dez países apenas, sendo eles (via Eclipse Wise):
- Espanha
- Marrocos
- Argélia
- Tunísia
- Líbia
- Egito
- Sudão
- Arábia Saudita
- Iêmen
- Somália
Em algumas regiões da Europa, África e sul da Ásia, será possível acompanhar o evento de forma parcial. Já outros territórios precisarão recorrer a transmissões astronômicas para assistir ao fenômeno.




