Ao chegar o momento de aproximação do asteroide 99942 Apophis pela Terra, será possível que dois bilhões de indivíduos o notem não só pela Europa, mas também pela África.
O brilho pelo alto será tão elevado quanto as constatações estrelares de Ursa Maior.
De acordo com um indicativo de 2021, o fenômeno é algo que acontece somente a cada 7,5 mil anos. Quanto à sua proporção, esta é de 340 de comprimento.
A observação astronômica
Um professor chamado Richard Binzel, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, diante do Europlanet Science Congress 2025, disse, conforme o LiveScience mencionou, que: “Esse voo será a primeira vez na história espacial em que um asteroide potencialmente perigoso será visível a olho nu”.
O homem formulou a Escala de Risco de Impacto de Torino, que serve para fazer uma medição entre o impacto de cometas e asteroides, usando o planeta Terra. Com isso, ele também tranquilizou, falando: “O Apophis passará com segurança pela Terra”.
No ano de 2004, estudiosos notaram um pedaço do Apophis, referindo-se à sua rocha espacial. Preocupando-os, os indicativos lá atrás eram de 2,7% em termos de colisão. Assim, constatado como o Nível 4 em Torino. Essa menção foi considerada a maior de todas.
A denominação veio com uma menção de destruição e caos, principalmente para um deus egípcio. Já em 2021, uma análise apresentou que a chegada não era tão elevada, indicando, portanto, que ele não chegaria próximo à Terra nos próximos 100 anos.
Porém, com a previsão de chegada em 2029, especialmente em 13 de abril, ele será impactado em termos gravitacionais pela Terra, a uma distância de 30 mil km. Quanto ao percurso, pode haver modificações no que se designa como órbita, caracterizada como Aten, indo para Apollo.
Não só a Agência Espacial Europeia (ESA) como também a NASA estão a postos para analisar o asteroide. A última, por sua vez, deseja verificar a superfície, assim como o giro. Já a ESA precisa da liberação do Conselho Ministerial. Em seguida, quer constatar o antes, o durante e o depois para entender a órbita.




