A queda de meteoros certamente está entre os fenômenos mais lembrados quando se fala na extinção dos dinossauros. E, de acordo com cientistas, algo parecido pode acontecer novamente em breve.
Isso porque, no final de 2031, uma tempestade de meteoros proveniente da chuva das Leonídeas, considerada uma das mais intensas do século, poderá passar nas proximidades da Terra.
Mas apesar de remeter ao evento que contribuiu para o fim dos répteis pré-históricos, especialistas destacam que não há motivo para pânico, já que desta vez, a chuva de meteoros será apenas um espetáculo visual.
Estima-se que, ao entrarem em contato com a atmosfera terrestre, os fragmentos espaciais se desintegrarão por completo, eliminando assim qualquer risco de colisão com a superfície do planeta, e se resumindo a um verdadeiro show de luzes.
Simulações astronômicas projetam que o auge da chuva de meteoros ocorrerá entre 17 e 18 de novembro de 2031, com milhares de corpos celestes cruzando os céus em ritmo intenso. E vale destacar que eles poderão ser vistos em território brasileiro.
Como acompanhar a chuva de meteoros: confira as recomendações dos cientistas
É importante ressaltar que não será necessário o uso de binóculos ou telescópios para observar o fenômeno, uma vez que os cientistas indicam que ele poderá ser apreciado a olho nu. Entretanto, será necessário atentar-se às condições do ambiente.
Basta apenas escolher locais afastados das luzes da cidade, que podem atrapalhar a visão dos meteoros. Além disso, a observação deverá ser feita preferencialmente após a meia-noite, que é o período em que a constelação de Leão, ponto de origem aparente dos meteoros, está melhor posicionada no céu.
Cientistas destacam proporções do fenômeno
Muito mais do que um evento de interesse para entusiastas da astronomia, a chuva de meteoros de 2031 promete ser histórica, já que os cientistas acreditam que uma quantidade expressiva de corpos celestes poderão ser vistos na ocasião.
Vale lembrar que a última tempestade meteorítica de grande intensidade foi registrada em 2002, e anteriormente em 1966, período em que relatos indicam que o céu noturno chegou a ser iluminado por até 100 mil meteoros por hora.




