O técnico Carlo Ancelotti enviou nesta semana, através da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a pré-lista com os 55 jogadores convocados para possivelmente compor a Seleção Brasileira na convocação final na Copa do Mundo de 2026 e a falta de um nome entristeceu fãs: Estevão não está nas convocações.
De acordo com a CBF, o motivo da ausência do camisa 41 do Chelsea é o fato de que ele sofreu uma lesão na coxa direita durante uma partida contra o Manchester United mês passado. Ancelotti ainda teria considerado Estevão, mas a previsão é que o jogador não se recupere a tempo da convocação e desistiu.
Jogadores 100% ativos
Ancelotti reforça seu posicionamento de que todos os jogadores devem estar em plena capacidade de jogo. No caso, Carlo já declarou múltiplas vezes em entrevistas que não irá convocar nomes que não estão saudáveis para jogar na copa.
O técnico justifica essa decisão enfatizando a alta intensidade dos jogos e a necessidade de evitar lesões em competições curtas. Para o técnico, mesmo que o jogador seja bom, sua performance não será melhor que a de um outro jogador fisicamente apto. Neymar Jr aparece na pré-lista, mas informações de bastidores apontam que a convocação seja improvável por esse motivo.
Confira outros nomes deixados de fora da lista:
- Rodrygo (Real Madrid): Fora da disputa devido à ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho;
- Éder Militão (Real Madrid): Ausente por causa de uma lesão grave na coxa que exigirá cirurgia.
Estevão e Ancelotti
Mesmo com Estevão ferido, a ausência do atacante pegou muitos fãs de surpresa, pois Estevão era uma “peça-chave” da estratégia do técnico. Estêvão tornou-se o principal protagonista e a “pedra fundamental” do sistema ofensivo da Seleção Brasileira sob o comando do italiano, sendo considerado pelo treinador o “protagonista” de seu trabalho.
Aos 19 anos, o atacante do Chelsea é o maior artilheiro da era Ancelotti na seleção (5 gols), superando todos os outros jogadores, e a relação entre os dois é descrita como de profunda admiração e proteção.
A relação de amizade dos dois é pública. Ancelotti publicamente elogia o talento natural de Estêvão, afirmando que, com ele, o Brasil tem um “futuro assegurado”, e chega a proteger o jovem da pressão excessiva, como ao pedir que outro jogador cobrasse um pênalti crucial para não sobrecarregar Estêvão.




