Com crescente popularização, os carros elétricos vêm sendo adquiridos por uma parcela significativa da população brasileira, passando assim a fazer parte do cotidiano das ruas de diversas regiões do país.
Entretanto, adquirir um modelo com este tipo de abastecimento pode se tornar um grande desafio em 2026, uma vez que, a partir do mês de julho, os veículos passarão a ser tributados com uma alíquota que atingirá seu valor máximo de 35%.
Trata-se do imposto de importação, que desde janeiro de 2024, foi aplicada a carros elétricos e híbridos para acelerar a produção nacional dos modelos. A princípio, a cobrança teve início gradual.
Os primeiros reajustes ocorreram ainda em meados daquele mesmo ano e voltaram a ser aplicados em julho de 2025, quando as alíquotas passaram a variar entre 25% e 30%, a depender do modelo.
Ao atingir o teto a partir deste ano, o valor dos elétricos importados pode limitar o acesso a estes veículos a uma grande parcela da população. Contudo, a decisão certamente influenciará positivamente o mercado nacional.
Carros elétricos brasileiros: conheça as principais marcas
Conforme mencionado anteriormente, o aumento da tributação dos carros elétricos serviu como uma espécie de medida protecionista para agilizar a produção de veículos em território nacional, que poderiam ser comercializados a valores mais acessíveis.
E vale destacar que, quem pretende adquirir um modelo elétrico sem precisar lidar com o aumento dos impostos já pode encontrar carros amplamente elogiados produzidos no Brasil por marcas de renome.
Dentre eles, destacam-se o Dolphin Mini, King e Song Pro, desenvolvidos pela fabricante chinesa BYD, que já possui um gigantesco complexo industrial em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, Bahia.
Além disso, há também o SUV Haval H6, que é montado pela GWM na unidade de Iracemápolis, em São Paulo, onde funcionava a fábrica da Mercedes-Benz. Já a Chevrolet pretende dar início à produção nacional de seu modelo Spark em uma fábrica em Horizonte, no Ceará.




