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Benefícios “esquecidos” em 2021 voltam à cena e podem render dinheiro extra a servidores públicos

Por Milena Armando
21/01/2026
Em Geral
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Benefícios “esquecidos” em 2021 voltam à cena e podem render dinheiro extra a servidores públicos

Foto: Pexels

O governo federal sancionou a Lei Complementar 226, publicada no Diário Oficial da União em 13 de janeiro, que cria uma base legal para autorizar o pagamento retroativo de benefícios que haviam ficado congelados durante a pandemia de Covid-19 para servidores públicos. 

A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em agosto de 2025 e pelo Senado em dezembro do mesmo ano.

O que a lei prevê

A nova lei não cria um novo benefício, mas autoriza estados, municípios, o Distrito Federal e a União a pagarem retroativamente direitos remuneratórios que deixaram de ser contados ou pagos durante o período mais crítico da crise sanitária. 

Entre esses direitos estão vantagens funcionais como anuênio, triênio, quinquênio, sexta-parte e licença-prêmio, benefícios tradicionais relacionados ao tempo de serviço do servidor.

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Histórico da mudança

Durante a pandemia, parte desses direitos foi congelada devido a restrições da Lei Complementar 173/2020, que visava conter gastos públicos em um momento de emergência sanitária e econômica. 

A nova lei busca reparar esse impacto, abrindo espaço para que os entes federativos reconheçam e paguem retroativamente esses valores aos servidores afetados.

Condições para recebimento

O pagamento não é automático, ele depende da decisão de cada ente federativo. Para que o servidor receba os valores retroativos, é necessário que:

  • O estado, município ou a União tenha decretado estado de calamidade pública entre 28 de maio de 2020 e 31 de dezembro de 2021;
  • Haja disponibilidade orçamentária e aprovação de legislação específica local para regulamentar o pagamento.

Para muitos servidores públicos, essa lei representa a possibilidade de recompor tempo de serviço e vantagens que foram efetivamente adquiridos, mas não reconhecidos na pandemia, um tema que vinha sendo discutido no Congresso e que agora ganhou respaldo legal. 

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Tags: Covid-19dinheirolei complementar
Milena Armando

Milena Armando

Jornalista, redatora e revisora.

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