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Bebida que prolonga a vida? Novo estudo aponta o substituto da cerveja e destilados

Estudo feito na Inglaterra aponta que essa bebida apresenta menor risco à saúde se comparado aos outros tipos de bebidas alcoólicas

Por Júlio Nesi
03/04/2026
Em Geral
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Reprodução: Unsplash / Poojitha Prasad

Reprodução: Unsplash / Poojitha Prasad

É fato conhecido que abusar de bebidas alcoólicas pode causar impactos negativos irremediáveis no nosso corpo, podendo até mesmo reduzir nossa expectativa de vida. No entanto, estudos vêm apontando que o consumo consciente, do leve ao moderado, de um certo tipo de bebida pode trazer benefícios. No caso, a bebida é o vinho.

De acordo com o estudo, realizado por pesquisadores do UK Biobank, o consumo leve a moderado de vinho apresentou efeitos que protegem contra problemas cardiovasculares como infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Segundo os dados obtidos pelos especialistas, o risco desses problemas é reduzido em cerca de 21% entre os bebedores moderados.

Os cientistas estudaram os dados biomédicos obtidos de mais de 340 mil adultos do Reino Unido. Todos esses adultos foram acompanhados , em média, por mais de 13 anos pelo estudo, entre os anos de 2006 e 2022.

Por que o vinho ajuda?

O estudo utilizou exclusivamente dados obtidos de uma fatia de adultos britânicos, acompanhando seus hábitos de bebida, e apontou que cidadãos que possuíam preferência pelo vinho tinham melhor saúde cardiovascular.

Apesar disso, o estudo não apontou efeitos específicos do vinho no corpo que prolonguem a vida se comparados à saúde de uma pessoa que não bebe álcool. Ou seja, o vinho ainda é uma alternativa menos saudável ao não-consumo de bebidas alcoólicas. Apesar disso, a bebida segue como a mais saudável entre as outras opções.

As pesquisas também notaram que consumidores de vinho moderado costumam ter hábitos mais saudáveis (melhor alimentação, menos tabagismo), o que pode explicar a menor incidência de doenças cardiovasculares observada nesse grupo, e não o vinho em si.

Comparação com outras bebidas

Algumas análises indicaram que o consumo de vinho tinto ou branco, quando em baixas quantidades e com comida, pode estar associado a um menor risco de doença cardíaca isquêmica, enquanto cerveja e destilados associaram-se a maiores riscos.

No caso, o maior risco associado às cervejas e aos destilados é ligado ao teor alcoólico geralmente elevado dos destilados e ao fato de que quem bebe cerveja tende a consumir maiores quantidades da bebida. O estudo aponta que até em baixos níveis comparativos de consumo, essas bebidas apresentam um aumento do risco de problemas de saúde em 9%.

Limitações do estudo

Vale destacar que os resultados da pesquisa realizada pelo UK Biobank vêm sendo contestados pela comunidade científica internacional.

O argumento usado por especialistas discordantes é que os participantes do UK Biobank tendem a ser mais saudáveis e ricos que a população geral, o que pode influenciar os resultados. Além disso, estudos observacionais não provam causa e efeito diretos.

 

 

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Tags: bebidas alcoólicascervejaciênciadestiladospesquisareino unidosaúdeUK Biobankvinho
Júlio Nesi

Júlio Nesi

Jornalista alagoano formado pela UFAL, já atuei em produção de conteúdo digital para portais, rádio e redes sociais.

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